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E-commerce impulsiona crescimento do pet food na América Latina
 
Consumo

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E-commerce impulsiona crescimento do pet food na América Latina  

O mercado de pet food na América Latina passa por uma transformação impulsionada pela digitalização do consumo e pela consolidação dos animais de estimação como parte da família. 
  Dados recentes da Worldpanel by Numerator mostram que o e-commerce da categoria cresceu mais de 300% em valor nos últimos três anos, acompanhado de um aumento de 60% na penetração do canal.
O movimento reflete mudanças estruturais no comportamento do consumidor e posiciona o segmento pet como um dos mais dinâmicos dentro dos bens de consumo massivo.   Pets ganham espaço na 'família estendida'
O levantamento aponta que a categoria pet passou a integrar a chamada 'Família Estendida', ganhando relevância dentro da pirâmide de consumo. 
  Enquanto cestas tradicionais buscam estabilidade, o pet food ampliou em 30% sua participação no gasto total de FMCG.
  Esse avanço está diretamente ligado a mudanças demográficas. Lares formados por pessoas com mais de 65 anos e sem filhos já representam 16% do valor de mercado da categoria, reforçando o papel dos pets como companheiros centrais.   Canal digital acelera expansão do setor
O e-commerce se consolidou como um dos principais motores de crescimento. A conveniência, a recorrência de compra e a variedade de produtos disponíveis têm impulsionado a migração para o ambiente digital.
  Nos diferentes mercados da região, o avanço apresenta características específicas:
  Brasil: crescimento acelerado, com aumento contínuo de novos lares compradores e maior adesão ao canal online México: mercado mais maduro, com crescimento de 49,9% em 2025 e participação de 3,5% no valor total da categoria Argentina: alta adoção digital, com foco em eficiência e compras recorrentes   Participação no gasto segue em alta
O estudo também revela mudanças relevantes no comportamento de consumo. O pet food aumentou sua participação no gasto total de FMCG, alcançando 4% — alta de 6% em relação a 2024.
  Esse crescimento foi 60% superior ao observado nas cestas de produtos básicos, que avançaram 4% no mesmo período.
  O dado reforça que, mesmo em cenários econômicos desafiadores, os responsáveis mantêm o investimento no bem-estar dos animais.   Tendência reforça importância estratégica do setor
A evolução do mercado indica uma mudança de percepção: os pets deixam de ocupar um papel secundário e passam a ser prioridade dentro do orçamento familiar.
  Esse cenário amplia oportunidades para a indústria, especialmente em inovação, personalização e fortalecimento de canais digitais.   FAQ sobre crescimento de pet food na América Latina
Quanto cresceu o e-commerce de pet food na América Latina?
Mais de 300% em valor nos últimos três anos.
  O que explica esse crescimento?
Digitalização do consumo e maior valorização dos pets como membros da família.
  O Brasil se destaca nesse cenário?
Sim. O país é um dos principais motores de expansão do setor na região. Fonte: Cães & Gatos

O consumidor de pet food na Argentina: novos sinais de mercado
Consumo

5+ MIN

O consumidor de pet food na Argentina: novos sinais de mercado

A resposta está não apenas no crescimento do mercado, mas em quem consome, quais pets predominam nas casas e como as decisões de seus donos evoluem.

O Estudo sobre shoppers Pet Food na Argentina 2025, desenvolvido pela All Pet Food Market Insights, nos permite observar esse fenômeno sob uma perspectiva diferente: não apenas a partir do produto, mas pelo vínculo entre o tutor e seu pet. E, dentro dessa análise, surge uma das questões que mais interessa na indústria atualmente: como se reconfigura a competição entre cães e gatos no consumo de alimentos para pets.
Argentina, um país historicamente canino, mas com sinais de mudança     Historicamente, a Argentina foi um país de cães. A presença do cachorro em casa ainda é dominante e faz parte da identidade cultural do vínculo com os animais de estimação.

De acordo com os dados do estudo, 6 em cada 10 famílias com animais de estimação têm apenas um cachorro, o que confirma o peso estrutural do universo canino no mercado. No entanto, também há sinais de mudança: cerca de uma em cada sete famílias já vive com dois ou mais cães, um indicativo de como a relação entre famílias e seus animais de estimação está evoluindo.

Mais do que uma substituição entre cães e gatos, o que emerge é uma ampliação do mapa de consumo, onde cada espécie começa a ocupar um lugar estratégico diferente dentro do mercado.
O DNA do cão argentino: diversidade e vínculo   
Uma das descobertas mais interessantes do estudo é que o mercado argentino de cães reflete características muito específicas. A predominância dos cães SRD, por exemplo, não é apenas uma variável estatística, ela fala de um vínculo cultural baseado em adoção, proximidade emocional e convivência diária.

No ranking das raças declaradas, o grupo identificado como "outras raças" e os SRD concentram a maior participação, seguidos por algumas raças icônicas como Labrador, Chihuahua ou Golden Retriever. Isso parece indicar que o mercado argentino combina diversidade genética com símbolos culturais que continuam a ter peso na imaginação dos proprietários.

Ao mesmo tempo, o estudo revela como o estilo de vida urbano também começa a influenciar o tipo de cão presente nas casas. O crescimento de cães pequenos e médios reflete mudanças no tamanho das famílias e na moradia em apartamentos.
O universo felino: o vínculo importa mais do que a raça
 
Se o cachorro continua sendo o animal de estimação dominante, o universo felino mostra uma dinâmica diferente. O estudo revela que mais de 60% dos gatos domésticos na Argentina são mestiços, o que reflete um padrão cultural em que a adoção tem um peso central dentro do vínculo entre as pessoas e os animais de estimação que escolhem. Esses dados são especialmente relevantes para a indústria, pois mostram que o valor simbólico do gato na casa argentina está menos associado à linhagem e mais ao vínculo emocional.

Ao mesmo tempo, algumas raças como Siamês ou Persa mantêm presença no mercado, especialmente em certos segmentos urbanos, mas seu peso ainda é significativamente menor em comparação ao universo dos gatos mestiços. 

Esse fenômeno também tem implicações estratégicas: o crescimento do gato em ambientes urbanos e em residências menores abre novas oportunidades para categorias de produtos, formatos e posicionamento de marca.
Cães e gatos: duas lógicas de consumo que coexistem
Mais do que uma competição entre espécies, o estudo mostra que cães e gatos representam lógicas diferentes dentro do mercado de alimentos para pets. Enquanto o cachorro continua associado à tradição do lar argentino e a um vínculo familiar de longa data, o gato, por outro lado, parece cada vez mais ligado a novas dinâmicas urbanas, casas menores e estilos de vida diferentes.

Para o setor, entender essas diferenças torna-se fundamental, não apenas porque impactam categorias de produtos, mas porque influenciam a comunicação, o posicionamento e as decisões estratégicas de portfólio de cada empresa.

Em outras palavras, entender como cães e gatos coexistem no mercado não é mais apenas uma questão demográfica, mas uma ferramenta para antecipar oportunidades de negócio.
Um estudo para entender o novo consumidor argentino
O Estudo 2025 Pet Food Shoppers na Argentina oferece uma leitura aprofundada do consumidor atual, analisando não apenas quais animais estão presentes em casas, mas também como evolui o vínculo entre donos, pets e consumo.

Entre outros aspectos, o estudo explora:
  Posse de animais de estimação e evolução demográfica Preferências por espécie, tamanho e raça  Diferenças por nível de renda Relação entre estilo de vida e escolha do animal  Implicações estratégicas para o mercado de alimentos para pets
Em um contexto em que as decisões de consumo estão se tornando mais complexas, entender o tutor de animais de estimação argentino se torna uma vantagem competitiva para as empresas do setor.
Acesse o Estudo sobre Shoppers de Pet food na Argentina 2025   Fonte: All Pet Food Market Insights, a plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food

O novo poder da Análise do Shopper em pet food: entender o consumidor é entender o futuro
Consumo

7+ MIN

O novo poder da Análise do Shopper em pet food: entender o consumidor é entender o futuro

Por Iván Franco

A análise do shopper não é mais uma ferramenta secundária. É, em essência, a bússola competitiva de um mercado cada vez mais fragmentado, emocional e percebido em termos de valor.
Mais do que donos de pets: arquétipos com motivações diferentes   Uma das grandes contribuições da análise contemporânea do consumidor é quebrar a ideia simplificada de "donos de cães e gatos". Não há apenas um comprador de ração para pets, mas vários arquétipos, cada um com motivações emocionais, racionais e econômicas específicas.
  Nos estudos mais recentes que realizamos, surgem perfis que transformam completamente a forma como as estratégias são desenhadas:
  O especialista: altamente informado, compara rótulos, busca benefícios funcionais, valoriza os ingredientes e está disposto a pagar mais por resultados visíveis.
  O protetor econômico: cuida do seu orçamento sem sacrificar o bem-estar básico; responde a promoções e marcas confiáveis, mas não necessariamente premium.
  Os aspiracionais: eles querem "o melhor" mesmo que nem sempre possam pagar ainda; são o motor silencioso da premiumização.
  O pragmático rotineiro: ele compra o que sempre comprou; mudar isso exige argumentos claros, simples e muito práticos.
  O localizador de soluções: se move conforme necessidades específicas: digestão, pele, cabelo, alergias, controle de peso, etc.
  Conhecer esses arquétipos não só permite segmentar melhor, como também possibilita transmitir mensagens que realmente se conectam, projetar produtos alinhados com expectativas reais e entender quais tipos de evidências, alegações e formatos são relevantes para cada um.
  Marcas que dominam arquétipos transformam insights em ações: desde redefinir seu portfólio até redesenhar sua narrativa de valor.
Segmentação precisa: o motor de decisão mais lucrativo   A segmentação adequada não se resume apenas a dividir o mercado em econômico, padrão e premium, hoje exige dimensões cruzadas: Tipo de comida, Nível de renda, missão de compra, frequência, sensibilidade ao preço, canal preferido, O papel emocional do animal na casa.
  Quando uma empresa segmenta com precisão, ela ganha três benefícios imediatos:
  Melhor foco estratégico: cada real investido tem um retorno maior, porque cada ação é direcionada ao segmento certo.
  Otimização de portfólio: SKUs de baixo perfil são reduzidos e aqueles que representam a maior contribuição para o crescimento são aprimorados.
  Maior competitividade nos canais: cada canal tem um cliente diferente, então a segmentação permite criar estratégias diferenciadas para autoatendimento, veterinário, tradicional, especializado ou online.
  Segmentação bem feita evita esforços confusos, multiplicação desnecessária de SKUs e promoções sem impacto real.
Entendendo a jornada do shopper: onde ele decide, o que o prende e o que o motiva   O shopper de alimentos para petss não decide apenas na prateleira. O processo deles é construído em múltiplas camadas: recomendações do veterinário, conteúdo digital, experiências anteriores, avaliações online, promoções, disponibilidade nas lojas, até mesmo a pressão para "ser um bom tutor".}
  A análise do consumidor revela pontos críticos da jornada, tais como:
  O que desencadeia a decisão (um problema de saúde, aumento do poder de compra, mudança no estilo de vida). O que retarda a conversão (confusão entre claims, saturação de prateleiras, desconfiança em novas marcas). O que impulsiona a troca (benefícios claros, embalagem profissional, respaldo científico, influenciadores veterinários). O que estimula a recorrência (consistência do produto, acessibilidade em vários canais, sensação de segurança).
Quando a marca domina esses momentos, ela não só vende mais: cria uma lealdade psicológica, muito mais profunda do que a simples compra repetida.
Preço, elasticidade e valor percebido: o triângulo que define a lucratividade   Estudos de shoppers nos permitem entender por que o preço não é apenas um número, mas uma percepção.
  Por meio de grupos por idade do cão, tamanho da raça, missão de compra e motivações emocionais, observa-se que:
  Famílias com cães jovens são as que mais impulsionam a premiumização. Raças médias e pequenas pagam mais por quilo porque a despesa mensal total ainda é administrável. Famílias com vários pets respondem melhor a promoções em volume. Compradores no canal veterinário são menos sensíveis ao preço, mas mais exigentes em funcionalidades.
  Com essas informações, as marcas podem otimizar preços, segmentar promoções e criar apresentações que maximizam a lucratividade por segmento.
  A análise do shopper permite encontrar exatamente o ponto em que a marca mantém a competitividade sem prejudicar o valor. Esse cruzamento entre comportamento real e percepção subjetiva é impossível de deduzir sem dados.
Canais que se comportam de forma diferente: entendendo a rivalidade do consumidor   O canal não é apenas um ponto de venda; É um universo com suas próprias regras.
  Cada canal concentra diferentes arquétipos:
  Autoatendimento: compradores racionais, comparativos, sensíveis a preços e apresentação. Veterinários: eles buscam autoridade, apoio e funcionalidade; menos elasticidade, maior confiança. Especializados: compradores aspiracionais, compradores premium e buscadores de consultoria coexistem. Tradicional: busca por conveniência, hábitos enraizados e marcas econômicas. Online: alto nível de pesquisa, comparação imediata e sensibilidade à variedade.
  A análise do cliente permite que você saiba o que vender, para quem vender e como posicioná-lo em cada canal. Sem essa leitura, as empresas caem em estratégias genéricas que não refletem a verdadeira dinâmica competitiva.
O que as empresas ganham ao investir em uma análise de consumidores   Por fim, a indústria frequentemente pergunta: "O que eu ganho com isso?" E a resposta é retumbante:
  Precisão estratégica: as decisões não são mais baseadas em intuição ou apenas em dados de vendas: são baseadas no profundo entendimento do comprador.
  Produtos mais relevantes: Insights revelam necessidades não atendidas e abrem espaço para inovações funcionais, naturais, terapêuticas ou premium.
  Posicionamento mais claro: as marcas conseguem comunicar vantagens que ressoam emocionalmente, não apenas tecnicamente.
  Portfólios mais eficientes: SKUs que não agregam valor são cortados e aqueles que impulsionam vendas, faturamento e margem são fortalecidos.
  Melhor execução comercial: as estratégias por canal tornam-se consistentes com o tipo de comprador que o visita.
  Maior lucratividade: melhor combinação de SKUs, preços ótimos, promoções direcionadas e promoção de negociação apoiadas por evidências.
  Em um setor que cresce rápido e evolui a cada ano, entender quem é o shopper não é mais um luxo. É, literalmente, a vantagem competitiva mais estratégica do setor.   Conclusão: o shopper é a narrativa que une tudo   A análise do shopper de pet food nos permite enxergar além de marcas, apresentações e categorias. Isso permite que você entenda a vida real dos guardiões, suas emoções, preocupações, aspirações pessoais e o papel emocional de seus pets. Quem domina essa história domina o mercado. E empresas que integram a análise do consumidor como um eixo central alcançam algo que poucas marcas têm: relevância emocional e competitiva ao mesmo tempo.
  Porque na ração para pets, a batalha pelo crescimento não é vencida na prateleira, ela é conquistada na mente e no coração do consumidor. Por Ivan Franco
Fonte: All Pet Food Magazine

Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?
Consumo

3+ MIN

Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?

A volatilidade econômica deixou de ser algo passageiro e passou a fazer parte do cotidiano dos consumidores em todo o mundo.
  Mesmo sem se sentirem mais otimistas em relação à economia ou às próprias finanças, as pessoas aprenderam a conviver com esse cenário e ajustaram a forma como pensam e decidem suas compras. É o que revela uma pesquisa global da NielsenIQ (NIQ).
  Os dados mais recentes foram coletados em julho de 2025 e reapresentados no fim do ano. Ainda assim, ajudam a entender o comportamento do consumidor no início de 2026 — inclusive no que diz respeito ao mercado pet.   Preocupações globais ainda pesam no bolso
Entre os principais fatores que impactam o consumo, o aumento no preço dos alimentos continua liderando a lista, citado por 29% dos entrevistados. 
  Embora esse percentual tenha caído levemente em relação ao ano anterior, o tema segue longe de ser resolvido.
  Outro ponto que ganhou força foi a preocupação com conflitos globais, crises e guerras, mencionada por 23% dos consumidores — um aumento significativo em apenas 12 meses. 
  A tendência é que esse número seja ainda maior diante do atual cenário geopolítico.   Brasil mostra baixo otimismo financeiro
Um dado que chama atenção é o nível de otimismo financeiro nos principais mercados de pet food. 
  Em meados de 2025, países considerados grandes consumidores de alimentos para pets, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Japão, registraram queda expressiva no otimismo.
  No Brasil, apesar de ser um dos maiores mercados de pet food do mundo, o índice de consumidores otimistas foi de apenas 0,5%, indicando cautela extrema no consumo e reforçando a necessidade de escolhas mais conscientes.   Gastos com alimentação pet seguem estáveis
Mesmo com preços ainda elevados em diversas categorias, a inflação no segmento de pet food apresentou comportamento mais controlado. 
  Até junho de 2025, os preços globais de alimentos para pets subiram apenas 0,5% em relação ao ano anterior, enquanto o volume de vendas cresceu 0,7%.
  Esse desempenho indica que, para muitos tutores, a alimentação e os cuidados com os animais continuam sendo vistos como gastos essenciais, ao lado de itens como moradia, saúde e educação.
  Ainda assim, a pesquisa aponta que os consumidores pretendiam gastar cerca de 1% menos com cuidados pet, o que pode refletir tanto uma leve redução no consumo quanto a expectativa de estabilidade nos preços.
  Outro movimento relevante identificado pela NielsenIQ é a mudança nas estratégias de economia. Caiu a intenção de trocar marcas por opções mais baratas ou comprar apenas itens em promoção. 
  Em contrapartida, cresce a valorização de produtos que entregam, ao mesmo tempo, preço justo, qualidade e alinhamento com valores do consumidor.
  O relatório resume esse comportamento de forma clara: 'cada compra precisa justificar seu lugar'. 
  Simplicidade, clareza de benefícios e propostas mais objetivas tendem a se destacar em um cenário de fadiga mental e excesso de opções.
  Para marcas de pet food, o recado é direto: oferecer valor real, comunicação clara e soluções práticas será decisivo para conquistar e manter o consumidor em 2026.   FAQ sobre tendências de mercado de pet food em 2026
O consumidor pretende reduzir gastos com alimentação pet em 2026?
A redução é pequena e pode estar mais ligada à expectativa de estabilidade de preços do que a cortes significativos.
  O pet food é considerado um gasto essencial?
Sim. A categoria aparece junto a itens considerados 'não negociáveis', como saúde e moradia.
  O que influencia a decisão de compra no mercado pet atualmente?
Produtos que combinam qualidade, preço equilibrado e valores claros, com comunicação simples e objetiva.

  Fonte: Cães & Gatos