SOBRE NÓS REVISTA

FORNECEDORES DA INDÚSTRIA FABRICANTES DE ALIMENTOS EVENTOS ALL PET FOOD TV

INFORMAÇÕES DE MERCADO TENDÊNCIAS PROCESSO DE FABRICAÇÃO INGREDIENTES VETERINÁRIA

Publicidade

260x430 260x430

Vídeos


Informações de mercado

Informações de mercado

27/05/2026

Mercado pet cresce no Brasil e já consome 8% do orçamento familiar  

O mercado pet no Brasil segue em expansão e reforça a mudança no comportamento dos consumidores em relação aos animais de estimação. Dados recentes apontam que os brasileiros já destinam, em média, 8% do orçamento familiar mensal aos pets, cenário que evidencia a força de um dos setores mais resilientes da economia nacional.
  O avanço acompanha o crescimento da chamada humanização dos animais, tendência em que cães e gatos passam a ocupar um papel cada vez mais próximo ao de integrantes da família. Segundo levantamento da consultoria CVA Solutions, o gasto médio mensal com cães chega a R$ 690, enquanto os custos com gatos giram em torno de R$ 574 por mês.

Além disso, 33% dos responsáveis afirmam considerar os animais de estimação como filhos, comportamento que tem impulsionado a procura por produtos premium, serviços veterinários especializados, planos de saúde animal e itens voltados ao bem-estar pet.   Mercado pet movimenta bilhões no Brasil
O fortalecimento da relação entre responsáveis e animais ajuda a explicar o crescimento contínuo do mercado pet brasileiro, que já movimenta cerca de R$ 77 bilhões por ano. O Brasil segue entre os maiores mercados pet do mundo, impulsionado principalmente pelos segmentos de alimentação, saúde animal, higiene e acessórios.
  Mesmo em períodos de instabilidade econômica, o setor mantém resultados positivos. Pesquisas indicam que sete em cada dez brasileiros afirmam gastar 'o quanto for necessário' com seus pets, demonstrando que os animais ocupam hoje uma posição prioritária dentro do orçamento familiar.
  A alimentação segue como a principal despesa mensal dos responsáveis, mas serviços veterinários e cuidados preventivos também vêm registrando crescimento acima da média nos últimos anos.
Saúde animal e serviços especializados avançam
Outro segmento que cresce dentro do mercado pet é o de saúde animal. A busca por consultas, exames, vacinas, medicamentos e acompanhamento preventivo tem ampliado a demanda por clínicas veterinárias, hospitais especializados e planos de assistência para cães e gatos.
  Especialistas apontam que o comportamento do consumidor mudou principalmente após a pandemia, período em que houve aumento nas adoções e fortalecimento do vínculo emocional entre responsáveis e animais de estimação.
  Apesar do cenário positivo para o setor, o aumento dos custos também gera preocupação entre parte das famílias. Gastos com alimentação, medicamentos e emergências veterinárias têm impactado diretamente o orçamento doméstico, especialmente entre responsáveis com mais de um animal.   FAQ sobre o crescimento do mercado pet no Brasil
Quanto os brasileiros gastam com pets?
Em média, os brasileiros destinam 8% do orçamento familiar mensal aos animais de estimação.
  Quanto movimenta o mercado pet no Brasil?
O setor movimenta cerca de R$ 77 bilhões por ano no país.
  Quais áreas mais crescem no mercado pet?
Saúde animal, alimentação premium, planos veterinários e serviços especializados estão entre os segmentos que mais avançam. Fonte: Cães & Gatos

Informações de mercado

22/05/2026

Fenagra 2026 movimenta R$ 1 bilhão em negócios e encerra edição com 80% dos expositores confirmados  

A 19ª edição da Fenagra 2026 – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento – encerrou sua programação reafirmando a relevância da feira para os mercados Pet Food, Nutrição Animal, Graxarias, Biodiesel, Óleos e Gorduras Vegetais na América Latina. O evento reuniu 250 expositores nacionais e internacionais e recebeu aproximadamente 12 mil participantes, entre visitantes e congressistas, no Distrito Anhembi, em São Paulo. 
  Durante os três dias de evento, a Fenagra movimentou o mercado ao atingir R$ 1 bilhão em geração de negócios, o que reforça o seu papel como plataforma estratégica para networking, lançamentos, inovação, conhecimento técnico e desenvolvimento de parcerias entre empresas, indústrias, pesquisadores e profissionais da cadeia Feed & Food.
  Entre as novidades desta edição, destaque para a Arena Expositor, espaço criado para que as empresas participantes apresentassem lançamentos, novidades, portfólio e conteúdos técnicos em formato de minipalestras, promovendo maior interação com o público. 'O sucesso desta edição já impulsiona a próxima: cerca de 80% dos expositores garantiram sua participação na edição de 2027 ainda durante a realização da feira', destaca Daniel Geraldes, diretor da feira.
  'A Fenagra é um evento estratégico para o Grupo IEG em nosso processo de expansão no Brasil. Acreditamos fortemente no potencial da feira e na relevância do agronegócio. Com a parceria entre o Grupo IEG e a Editora Stilo, entendemos que a Fenagra tem capacidade para crescer de forma ainda mais acelerada em um mercado extremamente promissor. Nesta edição, registramos um aumento de 30% na área ocupada pelos expositores e, para 2027, a expectativa é realizar uma feira ainda maior, com visitação mais qualificada, ampliação da programação de conteúdo e mais oportunidades de networking e geração de negócios', declara Rimantas Sipas, COO IEG Brasil.
  Os segmentos de Pet Food e Nutrição Animal (Animal Feed – Aves, Suínos, Bovinos e Aqua Feed) concentraram a maior parte dos expositores, seguidos pelos setores de Frigoríficos e Graxarias (Reciclagem Animal), Biodiesel e Óleos e Gorduras Vegetais (destinados tanto à nutrição humana quanto à produção de biocombustíveis).   Conhecimento técnico e inovação   Paralelamente à feira, a programação técnica reuniu congressos e fóruns promovidos por entidades representativas de cada segmento. O CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal) abriu espaço para que pesquisadores, acadêmicos e profissionais da indústria apresentassem trabalhos científicos e promoveu três importantes eventos: a 36ª Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos –, que debateu tendências, tecnologias e inovações na nutrição animal com especialistas da academia, da agroindústria e de empresas do setor.
  O IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, realizado em parceria com a Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutriPet), que abordou desafios da nutrologia felina, estratégias nutricionais e melhores práticas clínicas e o XXV Congresso CBNA PET que discutiu temas ligados à alimentação de felinos, como formulação de dietas, processamento de ração, aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos, além de perspectivas de mercado.
  As transformações da cadeia produtiva brasileira também estiveram em pauta no 11º Diálogo Técnico do Setor de Reciclagem Animal, promovido pela ABRA (Associação Brasileira de Reciclagem Animal). Foram debatidos temas, como: futuro do setor e novas oportunidades, inovações no uso das farinhas de origem animal, descarbonização das indústrias, entre outros.  
  Por mais um ano, os biocombustíveis ganharam evidência e a UBRABIO (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene) realizou o III Fórum Biodiesel e Bioquerosene (SAF): Tecnologia e Inovação, reunindo representantes da indústria, governo e academia para discutir avanços tecnológicos, mercado internacional de biocombustíveis, rastreabilidade e substituição de combustíveis fósseis.
  Outro parceiro da Fenagra, a SBOG (Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras) foi responsável pelo Seminário de Processamento de Óleos e Gorduras, trazendo debates sobre sustentabilidade, inovação industrial, segurança química e novas tecnologias aplicadas ao processamento de óleos e gorduras, com participação de especialistas do Brasil e da América Latina.
  Desde 2025, a organização da Fenagra passou a ser conduzida por meio da parceria IEG Brasil e Editora Stilo, iniciativa que fortalece a estrutura do evento, amplia sua capacidade operacional e impulsiona sua projeção internacional.  Fonte: Fenagra 2026 Informações para a Imprensa – Fenagra 2026
Mídia Conecta Comunicação Integrada
Fabiana Paloro – fabiana@midiaconecta.com.br (11) 99128 0533
Lia Freire – lia@midiaconecta.com.br (11) 98316 8979

Informações de mercado

14/05/2026

Consumidor mais ativo redefine o padrão de consumo no mercado pet  

O comportamento do responsável de pet brasileiro está em transformação e esse movimento já impacta a forma como a saúde animal é conduzida no país. Mais informado e participativo, esse consumidor passou a influenciar decisões que antes ficavam concentradas quase exclusivamente no médico-veterinário.
  Parte dessa mudança se explica pelo acesso ampliado à informação. Dados do Radar Pet, estudo que analisa o comportamento dos responsáveis no Brasil, mostram que 55% recorrem à internet, a outros consumidores ou à própria experiência antes de decidir sobre produtos e tratamentos. O médico-veterinário segue como principal referência técnica, mas já não ocupa esse espaço sozinho.
Na prática, isso se reflete em um consumidor que compara mais, questiona mais e busca entender melhor cada escolha. A decisão deixa de ser automática e passa a exigir confiança, clareza e segurança, especialmente em temas relacionados à saúde e ao bem-estar dos animais.
  O próprio perfil dos consumidores ajuda a entender esse cenário. O Radar Pet aponta que 32% já se enquadram como 'pet lovers emocionais', com alto nível de envolvimento e preocupação com o bem-estar dos animais. 
  Outros 23% são classificados como 'pet lovers racionais', que combinam vínculo com decisões mais estruturadas e baseadas em informação. Em comum, esses grupos indicam um comportamento mais atento e criterioso, com maior disposição para investir em prevenção e qualidade de vida.
  Esse avanço no nível de informação também reorganiza a dinâmica dentro das clínicas. Na prática, o atendimento se torna mais dialogado, com responsáveis que chegam à consulta com dúvidas, referências e maior disposição para participar das decisões. 
  Isso exige mais clareza na comunicação e reforça o papel do médico-veterinário na orientação e no alinhamento das escolhas, especialmente diante de um volume crescente de informações disponíveis fora do ambiente técnico.
  Esse movimento acontece dentro de um mercado já consolidado. Dados do RadarVet, levantamento conduzido pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), mostram a forte presença dos pets nos lares brasileiros e sua influência direta nas decisões de consumo. 
  Esse contexto ajuda a explicar o crescimento de categorias ligadas à prevenção, nutrição e cuidados contínuos.
  Ao mesmo tempo em que esse cenário abre espaço para uma relação mais próxima e consciente com a saúde animal, ele também traz novos desafios. O aumento dos canais digitais ampliou o acesso à informação e aos produtos, mas também expôs o responsável a conteúdos imprecisos e a ofertas sem procedência clara, o que pode comprometer a segurança dos tratamentos.
  Esse é um ponto de atenção para toda a cadeia. Em um ambiente com múltiplas fontes de influência, orientar o consumidor e garantir acesso a informações confiáveis se torna tão importante quanto oferecer soluções eficazes. 
  Mais do que vender produtos, o setor passa a ter um papel ativo na construção de confiança.
  O que se observa hoje não é apenas uma mudança de comportamento, mas uma transformação na forma como o cuidado é construído. O responsável quer participar, entender e decidir, e isso redefine a relação com os profissionais, com as marcas e com o próprio mercado.
  No fim, mais do que acompanhar esse novo consumidor, o desafio está em construir com ele uma relação baseada em confiança, informação de qualidade e responsabilidade compartilhada. É essa combinação que tende a sustentar o crescimento do setor nos próximos anos. Fonte: Cães e Gatos

Informações de mercado

06/05/2026

 Feiras Globais: Conectando e Inovando a Indústria de Alimentos para Animais de Estimação em 2026  

2026 promete ser um ano incrível para a AFB, com a participação em 6 feiras globais, conectando-nos com profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação e demonstrando nosso compromisso com a inovação. De Kansas City a Nuremberg, da América Latina à Tailândia, nossas equipes oferecerão oportunidades únicas de aprendizado, networking e para impulsionar o setor.   Fórum de Alimentos para Animais de Estimação: Destaque para a Inovação
Nossa sessão de feiras comerciais de 2026 começa em Fórum de Alimentos para Animais de Estimação em Kansas City, Missouri, EUA, 27 a 29 de abril.Como participantes assíduos, sabemos o quão valioso este evento é para despertar o interesse em palatabilizantes para alimentos para animais de estimação e para fortalecer os relacionamentos dentro do setor. Booth #1301 É aqui que você nos encontrará, prontos para compartilhar ideias e conectar-se com colegas. Ana Rita Monforte, Ph.D., Gerente de Sabor e Ciências de Dados, subirá ao palco para apresentar sobre 'Utilizando IA para prever a palatabilidade de alimentos para animais de estimação.— Uma sessão imperdível! Assista à palestra dela. Terça-feira, às 3h10, na sala 2504.E não deixe de passar pelo nosso estande para continuar a conversa com nossa equipe de P&D.   Interzoo: Tendências Globais e Insights Sensoriais
Em seguida, vamos para Interzoo em Nuremberg, Alemanha, de 12 a 15 de maio. Visite-nos em Sala 6-321 para envolver Atividades no estande e apresentações exclusivas, Incluindo o nosso 'Cheire e Aprenda' diariamente sessões e palestras sobre Tendências do mercado global de alimentos para animais de estimaçãoNão perca o 'Percepções sensoriais cuidadosamente elaboradas e fidelização de clientes' Apresentação no Palco de Novas Ideias no Pavilhão 3. Essas sessões são projetadas para estimular discussões, promover o aprendizado e destacar as mais recentes novidades em conhecimento especializado. Nossa equipe global está ansiosa para conhecê-lo(a) e compartilhar novas perspectivas!   A AFB estará presente em mais quatro eventos importantes
Embora o Petfood Forum e a Interzoo sejam os eventos principais do nosso calendário, a presença da AFB se estende a mais quatro feiras internacionais este ano. Em cada uma delas, destacamos nossas pesquisas, inovações de produtos e liderança de mercado por meio de apresentações personalizadas e experiências interativas no estande.
  12 a 14 de maio é Fenagra Distrito Anhembi, São Paulo, Brasil. Vai participar? Não se esqueça de passar no nosso estande! suporte C11 Conheça a equipe da AFB Brasil! Saiba mais sobre os palatabilizantes disponíveis na região, como os de origem não animal ou não transgênicos, para soluções personalizadas que os clientes precisam, além de novos produtos líquidos e em pó com melhor desempenho que acabaram de ser desenvolvidos. Entre em contato com seu representante de vendas ou com o escritório da AFB Brasil. brasil@afbinternational.com para agendar uma reunião.
  'Participar de eventos do setor como o Fenagra é essencial para se manter atualizado sobre as tendências em constante evolução da nutrição animal e conectar-se com parceiros que estão impulsionando a inovação em palatabilidade. Na AFB International, ajudamos marcas de alimentos para animais de estimação a aprimorar o sabor e o aroma para aumentar a aceitação, garantindo que os animais não apenas comam, mas amem sua comida. Convidamos você a nos visitar no Fenagra para descobrir como nossas soluções palatáveis ​​podem elevar seus produtos e diferenciar sua marca em um mercado competitivo. Esperamos vê-lo lá.' Guilherme Marra, Gerente de Vendas, AFB América Latina.
  Foro Mascotas acontece de 15 a 17 de julho em Guadalajara, México. A data foi alterada de junho para julho, então certifique-se de atualizar seus planos para participar! Estaremos lá! estande C2Estamos prontos para responder às suas perguntas sobre palatabilidade de alimentos para animais de estimação e mostrar por si mesmo como a AFB faz com que a ração para animais de estimação tenha um sabor incrível no México! Entre em contato. Jeanette Cano, Gerente de Vendas, para entrar em contato antes do show.
  The 4th edição do Congresso da Indústria de Alimentos para Animais de Estimação da América Latina (CIPAL) será realizada em Buenos Aires, Argentina, de 23 a 24 de setembro. Em 2024, tivemos o prazer de participar desta feira de fabricação de alimentos para animais de estimação e a consideramos um ótimo evento para networking e para apresentar a Argentina à equipe local da AFB. Visite-nos em suporte P1.
  Os nossos Equipe da AFB Tailândia está trabalhando arduamente no planejamento para PetFair Sudeste Asiático em Bangkok, Tailândia, de 28 a 30 de outubro. Estamos ansiosos para conhecer, conectar e interagir com nossos clientes e profissionais do setor que compartilham nossa paixão pela excelência em alimentos para animais de estimação. Não espere até outubro para saber mais sobre palatabilizantes para alimentos para animais de estimação – entre em contato. Ratchada Saebey, Gerente Comercial Na Base Aérea da Tailândia hoje!   Por que esses programas são importantes
Participar desses eventos globais é mais do que simplesmente comparecer – trata-se de construir relacionamentos, descobrir novas ideias e liderar a discussão sobre a palatabilidade de alimentos para animais de estimação. Feiras de negócios são onde a inovação encontra a colaboração, e A.F.B. Temos orgulho de estar na vanguarda. Nossos especialistas estão prontos para responder às suas perguntas, explorar tendências e ajudá-lo a descobrir novas oportunidades para o seu negócio por meio de nossas soluções personalizadas. Fonte: AFB International

Informações de mercado DANSA reforça sua proposta integral em aditivos e gestão de processos na Fenagra 2026

3+ MIN

DANSA reforça sua proposta integral em aditivos e gestão de processos na Fenagra 2026

Mais uma vez, a DANSA participará do evento acompanhando a evolução do mercado pet food em nível regional, alinhada com sua estratégia corporativa de consolidar sua presença nos principais espaços da indústria.
  Durante esta edição, a empresa apresentará sua linha de aditivos, destacando-se não apenas pela qualidade de seus produtos, mas também por sua abordagem diferenciada: uma solução integral que combina matérias-primas, suporte técnico e gestão de processos. Por meio de seus equipamentos e sistemas, a DANSA permite que seus clientes tenham acesso a informações em tempo real integradas aos seus sistemas de gestão, garantindo uma incorporação eficiente, homogênea e rastreável dos aditivos em cada processo produtivo.
  Essa proposta ganha ainda mais relevância em um contexto em que a eficiência operacional e a rastreabilidade se tornam fatores-chave para competir no mercado pet food. A capacidade de garantir processos controlados e mensuráveis se posiciona como um diferencial para produtores que buscam manter padrões cada vez mais exigentes.   Uma estratégia regional junto à EUROTEC   Como parte do holding Eurotec Group, a DANSA participará da Fenagra compartilhando espaço com a EUROTEC para o mercado brasileiro, reforçando uma estratégia conjunta de expansão na América do Sul. Dentro desse contexto, a empresa desempenha um papel fundamental graças ao seu forte posicionamento no mercado argentino e à sua experiência na indústria feed.
  A complementaridade entre ambas as empresas permite oferecer ao mercado soluções respaldadas por certificações internacionais, combinadas com suporte científico e sistemas de gestão que acompanham as necessidades dos clientes em toda a região. Essa integração fortalece a capacidade do grupo de responder aos desafios de uma indústria em constante evolução.   Qualidade certificada e auditorias que elevam o padrão   Outro eixo relevante para a DANSA neste contexto é o processo de auditorias vinculado a antioxidantes, no âmbito de sua relação com a Royal Canin. Após obter a aprovação global de seus aditivos, essas auditorias periódicas consolidam-se como uma ferramenta essencial para validar a qualidade dos processos e da tecnologia aplicada na produção.
  Para a empresa, esses processos não apenas reforçam seu posicionamento, mas também contribuem para fortalecer uma cultura organizacional voltada à melhoria contínua. Além disso, representam uma garantia para os clientes, que podem verificar a eficácia e a rastreabilidade dos produtos utilizados.
  Nesse sentido, a DANSA reafirma seu compromisso em acompanhar as crescentes exigências do mercado, não apenas por meio da qualidade de seus aditivos, mas também por meio de seus serviços, logística e sistemas de gestão, que permitem sustentar padrões de excelência ao longo do tempo.
  Descubra mais sobre suas soluções em https://www.dansa.com.ar/la-empresa.html
  Por Dansa
Fonte: All Pet Food

Informações de mercado Ferraz confirma presença na Fenagra 2026 e reforça seu compromisso com a eficiência industrial

2+ MIN

Ferraz confirma presença na Fenagra 2026 e reforça seu compromisso com a eficiência industrial

Durante o evento, a Ferraz receberá clientes, parceiros e profissionais do setor em seu estande B01, onde apresentará suas soluções e compartilhará sua experiência no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à indústria. A Fenagra representa um espaço estratégico para a troca de conhecimento e para o fortalecimento de relações dentro da cadeia produtiva, reunindo empresas e especialistas de diferentes segmentos da nutrição animal e agroindústria.
  Mais do que uma vitrine de produtos e serviços, a participação da Ferraz na Fenagra 2026 será uma oportunidade para promover o diálogo com o mercado sobre os principais desafios enfrentados pelas indústrias atualmente. Temas como eficiência operacional, otimização de processos, redução de custos e aumento de produtividade estarão no centro das conversas, refletindo a necessidade crescente das empresas em operar de forma mais competitiva e sustentável.
  A empresa destaca que momentos como esse são fundamentais para compreender as demandas reais dos clientes e adaptar continuamente suas soluções às necessidades do setor. A proximidade com o mercado permite à Ferraz não apenas apresentar suas tecnologias, mas também atuar como parceira estratégica na busca por melhorias contínuas nos processos industriais.
  Além disso, a Fenagra se consolida como um ambiente propício para identificar tendências, discutir inovações e acompanhar a evolução tecnológica da indústria. Nesse contexto, a presença da Ferraz reforça seu compromisso em contribuir ativamente para o desenvolvimento do setor, oferecendo soluções que acompanham as transformações do mercado e agregam valor às operações dos seus clientes.
  Com uma abordagem orientada à performance e à confiabilidade, a empresa segue investindo no aprimoramento de suas tecnologias, buscando sempre entregar resultados concretos para a indústria. A expectativa para a edição 2026 é ampliar ainda mais o relacionamento com o público presente e gerar novas oportunidades de negócio.
  A Ferraz convida todos os profissionais do setor a visitarem seu estande B01 durante a Fenagra 2026. Será uma oportunidade para conhecer de perto suas soluções, trocar experiências e explorar caminhos para aumentar a eficiência e a produtividade industrial.

Descubra mais sobre as soluções da Ferraz em https://www.ferrazmaquinas.com.br/ Fonte: All Pet Food


Os nossos editores

Publicidade

260x430 260x430

Tendências

Nutrição

29/05/2026

Mercado de alimentação natural para pets deve mais que dobrar até 2033  

O mercado global de alimentação natural para pets vive um processo acelerado de expansão e consolidação. Impulsionado pela crescente humanização dos animais de estimação e pela busca dos tutores por produtos alinhados às tendências da alimentação humana, o segmento deve saltar de US$ 12,5 bilhões (R$ 61,7 bilhões) em 2024 para US$ 28,7 bilhões (R$ 141,7 bilhões) até 2033, com crescimento anual composto de 9,6%, segundo levantamento da consultoria Marketintelo.
  O estudo aponta que a alimentação natural deixou de ocupar apenas um nicho premiumpara se tornar um segmento estruturalmente relevante dentro da indústria pet. A pesquisa destaca que mais de 60% dos moradores de áreas urbanas já consideram os pets como membros da família, movimento que vem aproximando o comportamento de compra dos tutores das escolhas feitas para a própria alimentação. Conceitos como 'clean label', ingredientes orgânicos e nutrição funcional passaram a ser vistos como diferenciais importantes no setor.
  'Além do aspecto nutricional, o mercado também passa por uma mudança estratégica importante. Os alimentos naturais estão sendo posicionados cada vez mais como ferramentas preventivas de saúde e bem-estar animal, deixando de ser tratados apenas como commodities dentro do varejo pet', relata Ashish Kolte, executivo de marketing da consultoria.
  Apesar do avanço acelerado, o estudo mostra que ainda existe uma distância significativa entre o interesse declarado pelos consumidores e o consumo efetivo desses produtos. Embora mais de 70% dos tutores afirmem preferir alimentos naturais para os pets, a adoção permanece próxima de 40% em escala global.
  Entre os principais obstáculos estão o preço elevado e a dificuldade de fidelização. Segundo o levantamento, os alimentos naturais podem custar entre 30% e 80% mais do que as opções convencionais, fator que limita o consumo recorrente em diferentes mercados. Além disso, aproximadamente um terço dos consumidores volta a utilizar produtos tradicionais poucos meses após testar a alimentação natural.   Outro ponto destacado pela consultoria é a ausência de uma padronização global para o termo 'natural', o que gera confusão entre os consumidores e compromete a confiança no segmento. Para os analistas, muitas vezes o discurso de marketing cresce mais rapidamente do que a diferenciação real dos produtos disponíveis no mercado.   Jovens lideram interesse, mas preço ainda pesa
A pesquisa aponta que millennials e integrantes da geração Z lideram o interesse por produtos premium e de rótulo limpo. Cerca de 65% a 70% dos jovens tutores afirmam estar dispostos a pagar mais por esse tipo de alimentação, mas apenas 35% a 40% mantêm ciclos contínuos de recompra.
  O comportamento revela uma tensão entre aspiração e capacidade financeira, especialmente em mercados emergentes. Mesmo em economias desenvolvidas, muitos consumidores alternam entre alimentos naturais e convencionais conforme o orçamento disponível. O estudo também identifica desafios ligados à adaptação dos animais às novas dietas, já que entre 20% e 25% dos tutores relatam dificuldades na transição alimentar.   E-commerce e sustentabilidade impulsionam expansão
Entre os fatores estruturais que sustentam o crescimento do segmento estão a expansão do comércio eletrônico, a maior preocupação dos tutores com saúde preventiva e o avanço da pauta sustentável no consumo pet.
  O levantamento destaca que o e-commerce de produtos premium cresce acima de 20% e vem ampliando o acesso dos consumidores à alimentação natural. Paralelamente, critérios ligados à sustentabilidade, rastreabilidade e origem ética dos ingredientes passaram a influenciar diretamente a escolha das marcas, sobretudo em mercados mais maduros.
  Segundo a Marketintelo, o consumo da categoria ainda acontece de forma gradual. Muitos tutores começam utilizando os produtos naturais como complemento alimentar ou solução específica para determinadas condições de saúde dos pets, migrando apenas posteriormente para o uso contínuo.   Mercado aposta em nutrição funcional e personalização
O relatório também mostra uma mudança importante no perfil das inovações do setor. Se anteriormente o diferencial estava concentrado em claims como 'orgânico' ou 'grain free', agora o foco passa a ser a nutrição funcional, com produtos direcionados para saúde digestiva, imunidade e dietas específicas.
  Com o aumento da concorrência e a popularização de promessas semelhantes entre diferentes marcas, confiança, transparência e consistência operacional passaram a ser elementos centrais para diferenciação competitiva.
  O estudo ainda aponta que o futuro do mercado deve ser marcado por maior personalização, uso de dados de consumo e modelos baseados em assinaturas. Segundo a consultoria, o crescimento da próxima década dependerá menos da expansão do número de consumidores e mais da capacidade das empresas em reter clientes de maneira sustentável e financeiramente viável.
  Entre as principais empresas citadas no levantamento estão Mars Petcare, Nestlé Purina PetCare, Hill's Pet Nutrition, Freshpet e Wellness Pet Company. Fonte: Panorama Pet&Vet

Nutrição

12/05/2026

Ingredientes premium impulsionam avanço da nutrição pet  

Em plena expansão, o mercado pet food na América Latina pode gerar um volume de cerca de US$40 bilhões, de acordo com um estudo da Triplethree International. 
  Acompanhando esse crescimento, o Brasil tem se destacado por sua forte capacidade produtiva. Contando com empresas que operam em larga escala, o país se consolida como um dos principais polos globais de produção de alimentos para pets do mundo. É dentro deste mercado que os ingredientes premium ganham um espaço de destaque. 
'Contendo nutrientes melhores, eles geram alta digestibilidade, têm maior densidade nutricional e controle de qualidade mais rigoroso', explica Marjorrie Augusto de Souza, médica-veterinária e professora de nutrição animal do Arnaldo Centro Universitário, de Belo Horizonte. 
  Escolhidos por cuidadores que buscam mais longevidade e saúde para seus pets, as dietas premium utilizam, principalmente, proteínas de origem animal, como carne de frango, boi e porco, além de cordeiro, peixe, ovos, farinhas de vísceras e de carne e ossos. 
  Em alguns casos, os alimentos seletos incluem proteínas vegetais, como farelos de glúten, de milho e de trigo, e proteínas alternativas, que vêm da ervilha, da lentilha e dos insetos. 
  'Essas proteínas possuem alto valor biológico, são mais fáceis de digerir e melhor aproveitadas pelo organismo. Isso ajuda a manter a massa muscular, eleva a condição corporal e reduz o volume de alimento ingerido e do odor das fezes', diz Marjorrie. 
  'Temos também outros ótimos ingredientes premium, como prebióticos frutooligossacarídeos e mananoligossacarídeos, fibras e antioxidantes naturais, que ajudam no equilíbrio intestinal, promovem a modulação da microbiota, reduzem o estresse oxidativo e fortalecem a imunidade e a saúde da pele e da pelagem', completa.
Ascensão do segmento premium
Com o crescimento deste mercado, a preocupação com uma maior seleção de ingredientes tem sido bastante observada nas indústrias de pet food. 
  'É comum agora que os ingredientes usados dentro da nutrição premium usem menos corantes artificiais e conservantes artificiais, sejam funcionais e nutracêuticos', conta a médica-veterinária. 
  Todo esse investimento tem sido justificado por estudos que comprovam que os animais alimentados com dietas de qualidade elevada podem apresentar melhor digestão, fezes de melhor qualidade, além do progresso da microbiota intestinal, da pele, da pelagem e da condição corporal. 
  Apesar das comprovações, ainda existem mitos quando falamos de ingredientes premium. 
  'É comum achar que subprodutos são sempre ruins quando muitos têm bom valor nutricional. As vísceras, por exemplo, são altamente nutritivas, ricas em vitaminas e minerais. Também existe a ideia de que proteína vegetal é inferior, o que nem sempre é verdade. Se for associada a proteína animal, é possível manter o perfil de aminoácidos necessário à síntese proteica do animal', explica a docente.     A importância da prescrição adequada
Enquanto a indústria tem buscado mais transparência nos rótulos, preocupação com sustentabilidade e produtos específicos às demandas dos animais, o médico-veterinário surge com um papel importante: ajudar o responsável a escolher a melhor alimentação, interpretando os rótulos com base em critérios técnicos e não apenas em marketing. 
  'Indicar dieta conforme espécie, idade e condição clínica do animal, e educar os cuidadores também faz parte do papel do profissional da veterinária', conclui Marjorrie.    FAQ sobre ingredientes premium 
Quais são os principais benefícios de dietas com maior qualidade?
Esses alimentos ajudam a melhorar a digestão e a microbiota intestinal, e ainda favorecem a saúde da pele, da pelagem e a manutenção da massa muscular. 
  O que caracteriza um ingrediente premium na alimentação de cães e gatos?
É aquele com maior qualidade nutricional, alta digestibilidade e controle rigoroso de qualidade. 
  Proteínas vegetais e subprodutos são sempre inferiores nas dietas premium?
Não. Subprodutos, como vísceras, podem ser altamente nutritivos, ricos em vitaminas e minerais. Já as proteínas vegetais, quando associadas às de origem animal, podem garantir o perfil adequado de aminoácidos necessário para o organismo do animal. Fonte:  Cães & Gatos

Nutrição

08/05/2026

Alimentação inadequada ainda atinge 70% dos filhotes de cães e gatos no Brasil  

Todos os anos, cerca de 15 milhões de pets nascem no Brasil, segundo estimativas de mercado. 
  Apesar desse número expressivo, ainda é comum que filhotes recebam alimentação destinada a animais adultos, prática que pode comprometer o crescimento e o bem-estar.
Esse período inicial é considerado determinante para o desenvolvimento do organismo, já que envolve mudanças intensas e demandas nutricionais específicas. 
  Por isso, o manejo alimentar adequado desde os primeiros meses é essencial para garantir uma evolução equilibrada.
  Nesse cenário, empresas especializadas em nutrição, como a ROYAL CANIN®, reforçam a importância de uma alimentação formulada especificamente para cada fase da vida, considerando porte, idade e necessidades individuais dos animais.
  Além disso, problemas relacionados à nutrição podem gerar impactos duradouros. A obesidade, por exemplo, já afeta mais de 50% dos cães e gatos no mundo. 
  Estudos indicam que cães com sobrepeso podem viver, em média, até 2,5 anos a menos, enquanto gatos podem ter redução de cerca de 1,9 anos na expectativa de vida.   Nutrição adequada deve considerar as necessidades dos filhotes
Durante a fase de crescimento, cães e gatos apresentam exigências nutricionais diferentes dos animais adultos. 
  O sistema digestivo ainda está em desenvolvimento, e a capacidade gástrica é reduzida, o que exige refeições menores e mais frequentes ao longo do dia.
  Outro fator importante é a dentição. A presença de dentes de leite pode dificultar a mastigação, tornando fundamental a escolha de alimentos apropriados para essa fase.
  Nutrientes específicos, como o DHA (ômega-3) e proteínas de alta qualidade, desempenham papel importante no desenvolvimento cognitivo e cerebral dos filhotes.   Combinação de alimentos pode favorecer adaptação alimentar
A prática de combinar alimentos secos e úmidos, conhecida como alimentação mista, pode contribuir para uma melhor adaptação alimentar dos filhotes. 
  Essa estratégia ajuda a estimular diferentes experiências sensoriais e pode reduzir a recusa alimentar no futuro.
  Os alimentos úmidos, disponíveis em diferentes texturas como patê, mousse, pedaços ao molho ou em gelatina, também favorecem a ingestão de água, especialmente durante o período de desmame.   Fase inicial exige atenção à imunidade e ao acompanhamento profissional
Entre a 4ª e a 12ª semana de vida, os filhotes passam por um período de maior vulnerabilidade imunológica, quando a proteção recebida da mãe diminui e o sistema de defesa ainda está em formação.
  Nesse momento, uma nutrição equilibrada pode contribuir para apoiar as defesas naturais do organismo, especialmente com a presença de nutrientes antioxidantes, como as vitaminas E e C.
  O acompanhamento veterinário também é indispensável para monitorar o crescimento, orientar a alimentação e garantir que o calendário vacinal e de vermifugação esteja em dia.   Ambiente e rotina influenciam diretamente o bem-estar
Além da alimentação, o ambiente e a rotina exercem papel importante no desenvolvimento físico e comportamental dos filhotes. 
  Estímulos positivos, brincadeiras e atividades contribuem para o equilíbrio emocional e ajudam a manter o peso saudável.
  Após a castração, por exemplo, a necessidade energética pode reduzir entre 20% e 30%, aumentando a predisposição ao ganho de peso. 
  Nesse cenário, alimentos com menor densidade calórica e maior teor de umidade podem ser aliados na manutenção da saúde.
  Promover um início de vida saudável é um dos principais fatores para garantir qualidade de vida a longo prazo. 
  A adoção de cuidados desde cedo, aliada a uma nutrição adequada, tem impacto direto no bem-estar de cães e gatos.   FAQ sobre alimentação inadequada para filhotes
Filhotes podem consumir ração de adultos?
Não é recomendado, pois filhotes têm necessidades nutricionais específicas que não são atendidas por alimentos destinados a animais adultos.   Quantas vezes por dia um filhote deve se alimentar?
Geralmente, refeições menores e mais frequentes são indicadas, mas a recomendação deve ser ajustada com orientação veterinária.   A alimentação influencia na imunidade do filhote?
Sim. Uma nutrição equilibrada contribui para o desenvolvimento do sistema imunológico, especialmente nos primeiros meses de vida. Fonte: Cães & Gatos

Nutrição

27/04/2026

Food toppers avançam com pets exigentes e mais seletivos  

Os food toppers, complementos alimentares usados para enriquecer a dieta de cães e gatos, vêm ganhando relevância global graças ao comportamento mais seletivo dos donos e dos pets. Levantamento da Loops aponta que 48% dos tutores em seis países já utilizam esses produtos, indicando consolidação gradual da categoria no mercado pet.
  A pesquisa, que envolveu 2.486 entrevistados nos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Reino Unido e França, revela maior adesão entre donos de cães. Metade relata que insere os toppers na rotina nutricional de seus animais, sendo 14% de forma regular e 36%, ocasional. Entre tutores de gatos, o índice chega a 40%, com predominância de uso esporádico.
  Apesar da adesão ainda parcial, o potencial de crescimento é significativo. Segundo o levantamento, 87% dos tutores afirmam que comprariam toppers com benefícios à saúde, enquanto 78% demonstram interesse em produtos que melhorem o sabor da alimentação. A América Latina destaca-se pela maior abertura a essas soluções.   Paladar exigente impulsiona categoria
Os dados indicam que a seletividade alimentar é um dos principais motores da categoria. Entre os pets que recebem toppers, 48% são considerados exigentes, percentual superior ao observado na média geral. O comportamento é mais evidente entre gatos, que tendem a preferir texturas cremosas e formatos como purês e sticks líquidos.
  Entre os formatos disponíveis, os toppers úmidos lideram a preferência, com destaque para molhos e gelatinas (42%) e caldos e sopas (41%). Na sequência aparecem versões em pó (27%), liofilizadas (25%) e em flocos (20%). Há diferenças regionais. Enquanto América Latina e Europa concentram maior uso de produtos cremosos, a América do Norte apresenta maior adesão a formatos úmidos.   Nutrição e bem-estar como drivers
Além da palatabilidade, os toppers têm sido utilizados como ferramenta nutricional. Metade dos tutores afirma que o principal objetivo é adicionar nutrientes à dieta dos pets. Outros 44% destacam o enriquecimento ambiental e o suporte ao bem-estar mental, enquanto 35% utilizam os produtos para diversificar a alimentação.
  Há ainda aplicações específicas, como estímulo ao apetite de animais seletivos (28%), apoio à saúde dental (25%) e suporte a condições clínicas (21%), evidenciando a multifuncionalidade da categoria dentro da rotina alimentar.   Falta de informação ainda limita expansão
Entre os tutores que não utilizam toppers, o principal entrave é o desconhecimento: 40% afirmam não conhecer o produto. Na América Latina, esse índice chega a 55%. Outros fatores incluem preferência por manter a dieta tradicional (31%) e percepção de custo elevado (20%).
  Segundo o estudo, a barreira de conhecimento supera questões financeiras, indicando que o avanço do segmento depende de maior disseminação de informações sobre benefícios, segurança e nutrição.
  Mesmo com esses desafios, a percepção geral sobre os toppers é positiva. O interesse cresce significativamente quando os produtos são associados a benefícios à saúde, sinalizando um caminho de expansão alinhado à humanização dos pets e à busca por soluções mais completas de nutrição e bem-estar. Fonte: Panorama Pet&Vet

Sustentabilidade Uso excessivo de IA pode comprometer sustentabilidade no setor pet food
 

5+ MIN

Uso excessivo de IA pode comprometer sustentabilidade no setor pet food  

O uso de inteligência artificial (IA) na indústria pet food tem crescido rapidamente, impulsionado pela busca por eficiência, inovação e vantagem competitiva. 
  No entanto, especialistas alertam que a adoção indiscriminada da tecnologia pode comprometer a credibilidade das estratégias de sustentabilidade — um tema cada vez mais relevante para responsáveis e empresas do setor.

Embora a IA ofereça benefícios importantes, como otimização de formulações e melhoria na cadeia produtiva, seu impacto ambiental e social ainda é pouco discutido de forma transparente.   Infraestrutura da IA traz impactos ambientais relevantes
Por trás das soluções digitais, existe uma infraestrutura robusta que demanda alto consumo de energia, água e espaço físico. 
  Data centers — essenciais para o funcionamento da IA — exigem grande quantidade de eletricidade, muitas vezes proveniente de fontes não renováveis, além de sistemas intensivos de resfriamento.
  Esse cenário pode gerar impactos como aumento das emissões de carbono, pressão sobre recursos hídricos e alterações no uso do solo. 
  Em algumas regiões, comunidades próximas a essas estruturas também enfrentam consequências indiretas, como competição por recursos naturais.
  Além disso, a cadeia produtiva da tecnologia envolve questões sociais, incluindo condições de trabalho na construção e manutenção de infraestrutura e na extração de minerais para equipamentos.   Benefícios existem, mas exigem uso estratégico
Apesar dos desafios, a inteligência artificial também pode contribuir para práticas mais sustentáveis quando aplicada de forma direcionada. Estudos apontam que a tecnologia pode melhorar o monitoramento ambiental, otimizar o uso de recursos e aumentar a eficiência produtiva.
  No setor pet food, isso se traduz em aplicações como:
  redução de desperdício de ingredientes por meio de formulações mais precisas; manutenção preditiva de equipamentos, evitando perdas e consumo excessivo de energia; otimização logística, com potencial de reduzir emissões no transporte.
  No entanto, esses benefícios dependem de um uso estratégico. Quando adotada apenas por tendência ou pressão de mercado, a IA pode não gerar ganhos reais suficientes para compensar seus impactos.   Pressão por inovação pode distorcer decisões
A rápida adoção da IA em diferentes setores criou um ambiente competitivo em que empresas sentem necessidade de implementar a tecnologia para não ficarem para trás. Esse movimento, muitas vezes guiado pelo chamado 'fear of missing out' (FOMO), pode levar a decisões pouco fundamentadas.
  Pesquisas indicam que a IA melhora desempenho em tarefas dentro de sua capacidade, aumentando velocidade e qualidade. Por outro lado, pode reduzir a precisão em atividades mais complexas, especialmente quando utilizada sem critério.
  No setor pet, esse cenário pode incentivar uma 'corrida pela inovação', em que a adoção da tecnologia também funciona como sinal de modernidade para consumidores e investidores — nem sempre acompanhada de benefícios concretos.   Sustentabilidade exige olhar para impactos invisíveis
Um dos principais desafios é que grande parte dos impactos ambientais da IA não aparece diretamente nas operações das empresas que utilizam a tecnologia. 
  Esses custos ficam concentrados em provedores de nuvem, produção de hardware e sistemas energéticos — o que dificulta sua mensuração nos relatórios corporativos.
  Esse fenômeno, conhecido como externalidade, pode levar a uma percepção distorcida dos benefícios da IA. Enquanto os ganhos operacionais são visíveis, os impactos ambientais e sociais ficam diluídos na cadeia.
  Para um setor que cada vez mais aposta na sustentabilidade como posicionamento, ignorar esses fatores pode representar um risco reputacional. 
  Responsáveis estão mais atentos ao ciclo completo dos produtos, incluindo aspectos que vão além da formulação e embalagem.   Caminho está no uso consciente da tecnologia
Especialistas apontam que o caminho não está em rejeitar a inteligência artificial, mas em adotá-la de forma criteriosa. 
  Priorizar aplicações que tragam ganhos mensuráveis — ambientais e operacionais — e evitar implementações motivadas apenas por tendência pode ser a chave para equilibrar inovação e responsabilidade.
  Além disso, reconhecer e incorporar os impactos indiretos da tecnologia nas estratégias de sustentabilidade tende a se tornar cada vez mais necessário para empresas que desejam manter credibilidade junto ao mercado.   FAQ sobre uso de IA no setor de pet food
A inteligência artificial pode ser sustentável no setor pet food?
Sim, desde que seja utilizada com objetivos claros, como reduzir desperdícios e otimizar processos produtivos.
  Quais são os principais impactos ambientais da IA?
Consumo elevado de energia, uso intensivo de água e impactos associados à infraestrutura de data centers.
  Por que o uso excessivo de IA pode ser um problema?
Quando adotada sem estratégia, a tecnologia pode gerar impactos ambientais que não são compensados por benefícios reais, além de comprometer a credibilidade das empresas. Fonte: Cães & Gatos

Nutrição Probióticos x prebióticos x simbióticos
 

5+ MIN

Probióticos x prebióticos x simbióticos  

Diarreias agudas, enteropatias crônicas e gastroenterites são condições comuns na clínica médica de pequenos animais. Por afetarem o sistema gastrointestinal, muitas vezes, requerem o uso de produtos que possam ajudar a recompor a microbiota intestinal. 
  Dentre eles, é recorrente a prescrição de probióticos, prebióticos ou simbióticos, mas ainda existem muitas dúvidas quanto a diferença entre essas três alternativas, que possuem finalidade parecida, mas não são iguais. 

Segundo a médica-veterinária especializada em Gastroenterologia, Cuidados Intensivos e Emergências, membro da Equipe FeroGastro e diretora da Associação Brasileira de Gastroenterologia Animal (ABRAGA), Larissa Nonato, estes produtos possuem variadas indicações. 
  'Eles são recomendados para manutenção do bem-estar do animal. Podem ser usados como terapias adjuvantes em quadros de diarreia (gastroenterite), mudanças alimentares (adaptação intestinal) e outros estímulos para a imunidade em qualquer doença crônica. Inclusive, há evidências recentes de probióticos com ação positiva no tratamento de doença oral, prurido, convulsões e outras alterações, a princípio, muito longe dos intestinos', relata. 
  Além disso, Larissa comenta que nos últimos anos os estudos da microbiota intestinal foram melhorando consideravelmente. Dessa forma, hoje é possível entender as particularidades da microbiota do cão e do gato, e também as diferenças entre filhotes e adultos. Com isso, os produtos indicados para auxiliar o seu bom funcionamento vêm sendo aprimorados.   As diferenças na prática  
Não é difícil de entender a função dos probióticos, prebióticos e simbióticos. A especialista esclarece que os probióticos contém bactérias consideradas desejadas para a microbiota intestinal, sendo esses microrganismos responsáveis por regular a imunidade e a qualidade da saúde dos intestinos.
  Os probióticos começaram a ser fornecidos aos animais no início dos anos 70 com o Lactobacillus acidophilus. Eles são mais comuns e eficientemente usados em ocasiões estressantes, como o período de desmame, durante mudanças na alimentação, em falhas na ingestão do colostro e após tratamentos com antibióticos, por exemplo. 
  'Já os prebióticos são elementos que nutrem e alimentam a microbiota. Ou seja, fornecem substrato para a microbiota presente nos intestinos. Geralmente, são compostos por ou açúcares de baixa caloria', cita.
  Basicamente, os prebióticos exercem um efeito osmótico no trato gastrointestinal, enquanto não são fermentados. Os mais utilizados em animais são os mananoligossacarídeos (MOS), os frutooligossacarídeos (FOS) e os galactooligossacarídeos (GOS). 
  Por outro lado, os simbióticos são produtos que contém probióticos e prebióticos na mesma formulação, sendo considerados mais completos.
  'Geralmente, o mesmo paciente pode receber tanto um prebiótico, quanto um probiótico ou um simbiótico. Qual alternativa escolher depende da demanda daquele animal e da praticidade para o manejo', afirma Nonato.  
  Inclusive, o uso de prebióticos em associação aos probióticos apresenta ações benéficas superiores aos antibióticos promotores de crescimento. Dentre os principais motivos para isso estão o fato de não serem metabolizados ou absorvidos durante a passagem pelo trato digestivo superior, servirem como substrato a uma ou mais bactérias intestinais benéficas e possuírem a capacidade de alterar a microbiota intestinal de maneira favorável.   Como prescrever
De acordo com a especialista, uma grande vantagem dessas soluções é que elas podem ser utilizadas desde o desmame de cães e gatos, pois após este período os animais passarão a ter uma microbiota intestinal mais definida.
  Com relação às contraindicações, até o momento não existem evidências científicas que não indiquem o seu uso. Porém, há maior confirmação de eficácia do papel terapêutico dos prebióticos em comparação aos probióticos.
  No que diz respeito às apresentações, como hoje existem opções em pó, pasta e comprimido, Larissa informa que não há indicações quanto a qual é a melhor. 
  'Os produtos mais tradicionais e estudados na saúde humana são aqueles em apresentações em pó ou em cápsulas. Contudo, na Medicina Veterinária a apresentação mais popular é a pasta oral, que facilita a administração em casa devido a maior palatabilidade', cita. 
  Outro ponto importante é que não há evidências apontando para o melhor horário ou a necessidade de jejum para que os probióticos, prebióticos e simbióticos tenham mais eficácia.
  'Os estudos são heterogêneos e os resultados são variados. Portanto, fica a critério do médico-veterinário a indicação de um horário para administrar o produto. Entretanto, acredita-se que o período noturno, especialmente após a refeição, seja o momento mais adequado para que os probióticos permaneçam mais tempo no trajeto da luz gastrointestinal (oro-fecal). Porém, tudo isso é apenas uma teoria', conclui. Fonte: Cães e Gatos

Publicidade

260x430 260x430

Ingredientes

Outros microingredientes

26/05/2026

Colmax: colina natural para o bem-estar neural, metabólico e digestivo em pets

Na nutrição de animais de estimação, o bem-estar começa muito antes da comida chegar ao prato. A qualidade dos ingredientes e o equilíbrio dos nutrientes são fatores-chave para manter a vitalidade e a saúde metabólica de cães e gatos.

Dentro desses nutrientes, a colina desempenha um papel fundamental: sua presença na dieta colabora com o funcionamento adequado do fígado, o transporte de lipídios e o desenvolvimento do sistema nervoso. Cães e gatos não a sintetizam em quantidades suficientes, então sua incorporação em alimentos balanceados é essencial.

Colmax é uma fonte natural de colina e inositol desenvolvida pela Adinnova, que ajuda a regular o fígado, lipídios e metabolismo energético. Sua formulação à base de plantas permite que esse nutriente essencial seja fornecido de forma estável e segura em diferentes formulações de rações.  
Por que a colina é fundamental na nutrição dos pets?
A colina está envolvida em processos fundamentais do corpo, especialmente no metabolismo do fígado, transporte de gordura e funcionamento do sistema nervoso. Quando a ingestão da dieta é insuficiente, podem surgir problemas hepáticos, redução de vitalidade ou fraqueza muscular.

Tradicionalmente, a fonte mais amplamente utilizada de colina na nutrição animal tem sido o cloreto de colina. No entanto, essa molécula apresenta algumas limitações tecnológicas. É um composto higroscópico e reativo que pode interagir com outros ingredientes da dieta e afetar a estabilidade de nutrientes sensíveis durante o processamento e armazenamento dos alimentos. Entre os efeitos mais comuns estão a oxidação de vitaminas, pigmentos e aminoácidos. Além disso, sua origem está associada a derivados petroquímicos.

Fontes naturais de colina representam uma alternativa que busca resolver essas limitações. A colina vegetal está associada a fosfolipídios como a fosfatidilcolina, que fazem parte da estrutura das membranas celulares e contribuem para sua estabilidade biológica.   A colina natural da Adinnova
Colmax é uma fonte natural de colina e inositol desenvolvida pela Adinnova para contribuir para o equilíbrio metabólico na nutrição animal. Sua formulação combina colina de origem vegetal com compostos funcionais que beneficiam a função celular.

Entre seus componentes estão fosfolipídios como fosfatidilcolina e fosfatidilinositol, além de adjuvantes como ácido butírico e extratos vegetais que promovem a saúde intestinal e hepática, bem como a absorção de nutrientes. Essa combinação permite otimizar o transporte e a utilização dos lipídios, contribuindo para o equilíbrio metabólico e a vitalidade dos pets por meio de sua nutrição.

Outra característica relevante é sua estabilidade tecnológica. O Colmax possui uma apresentação fluida, não é higroscópico e resiste aos tratamentos térmicos usuais no processamento de alimentações balanceadas, já que essas moléculas possuem capacidade de absorção ativada. Por sua vez, seu uso permite trabalhar com níveis menores de inclusão na fórmula em comparação com fontes sintéticas de colina, otimizando a formulação e a eficiência econômica da ração.   Impacto de Colmax no cuidado com pets
Colmax fornece colina, uma pseudovitamina que cães e gatos não sintetizam em quantidades suficientes. Sua presença na dieta permite fortalecer a integridade das membranas celulares e participar de processos neurometabólicos ligados à vitalidade e funcionamento do corpo.

Esse aditivo nutricional colabora com o desenvolvimento saudável do cérebro, coração, fígado, músculos e sistema nervoso, acompanhando o bem-estar geral dos animais por meio de sua dieta.
Por outro lado, sua formulação estável permite fácil incorporação em rações balanceadas. A dose recomendada no petcare é entre 150 e 500 g por tonelada de alimento, podendo substituir o cloreto de colina (60%) em uma proporção aproximada de 1 a 4, otimizando o uso do espaço na dieta.

Ao fortalecer a função celular, o Colmax ajuda a manter a vitalidade e o bem-estar de cães e gatos ao longo de toda a vida. Sua contribuição nutricional reforça a integridade das membranas celulares, favorece o desenvolvimento neural e acompanha a saúde integral dos pets.   Estudos sobre Colmax
Essa biosolução foi acompanhada por avaliações científicas voltadas para entender seu efeito no metabolismo animal. Durante 2024 e 2025, a Adinnova desenvolveu estudos em conjunto com o Instituto Nacional de Tecnologia Agrícola (INTA), nos quais diferentes parâmetros produtivos, metabólicos e fisiológicos foram analisados, incluindo desempenho, função hepática e análise de tecidos. Os resultados permitiram validar a contribuição do Colmax como aditivo nutricional que contribui para o bem-estar geral dos animais.
 
Estudos de expressão gênica também foram realizados usando tecnologias avançadas de sequenciamento, com o objetivo de observar como o corpo responde à sua incorporação na dieta. As análises mostraram que o Colmax modula diferentes vias metabólicas ligadas à utilização de nutrientes e à produção de energia celular.

Foi evidenciada uma menor ativação dos genes associados aos processos de proliferação celular, mecanismos que, quando desregulados, geralmente estão ligados a diferentes patologias, incluindo processos tumorais como o câncer. Em outras palavras, o Colmax promove um metabolismo ativo e equilibrado sem estimular mecanismos celulares associados à proliferação descontrolada. Por Adinnova
Fonte: All Pet Food Magazine

Sobre Adinnova
A Adinnova é uma empresa argentina com presença em mercados internacionais dedicada ao desenvolvimento de aditivos naturais para a nutrição animal. Cada biosolução integra ciência e inovação aplicadas ao bem-estar e à produtividade. 

Mais informações em nosso site: adinnova.com.ar

Formulação

19/05/2026

Estabilidade integral com ingredientes funcionais e valor real

3A BIOTECH e o valor real: não se compra, se protege
O valor de uma matéria-prima não é definido apenas pela sua ficha técnica, mas pela sua capacidade de se manter estável ao longo do tempo. O alimento para animais de companhia é um sistema vivo, exposto a alterações químicas, mudanças sensoriais e riscos microbiológicos durante o processamento, o armazenamento e o transporte—e, por fim, quando a embalagem é aberta em casa. Ao longo desse percurso, a estabilidade determina se a formulação cumpre o que promete.
  Como evitar a perda de valor real diante da oxidação
Gorduras e óleos, farinhas e proteínas são pilares da energia metabolizável, da palatabilidade e do aporte de nutrientes essenciais. Ao mesmo tempo, são os componentes mais vulneráveis à degradação. A oxidação lipídica gera radicais livres e peróxidos que degradam vitaminas e outros compostos lipossolúveis, alteram o aroma e reduzem a biodisponibilidade real do alimento. Estes processos começam assim que a matéria-prima é exposta ao ar e continuam ao longo de toda a vida útil.

As consequências são diretas: queda do aporte energético real, perda de palatabilidade, formação de compostos secundários indesejáveis e menor estabilidade aromática. Na prática, o perfil lipídico que o animal consome pode deixar de corresponder ao declarado. Por isso, a estabilidade oxidativa é um parâmetro central do valor real: se um ingrediente oxida facilmente, o seu valor nutricional e funcional diminui muito antes de chegar ao consumidor.

Além disso, a oxidação não é apenas um problema sensorial. Certos compostos resultantes do ranço podem contribuir para desequilíbrios digestivos. Em pet food—onde a tolerância e o microbioma importam—proteger contra a oxidação é também proteger a experiência nutricional.
  3A BIOTECH e a segurança microbiológica: o outro pilar do valor real
À perda oxidativa soma-se a instabilidade microbiológica. Matérias-primas de origem animal e determinados cereais podem favorecer a proliferação de fungos e bactérias se não forem devidamente controlados. O desafio agrava-se com a possível presença de micotoxinas termoestáveis, capazes de sobreviver ao processamento e comprometer a segurança do produto final.

Mesmo cargas microbianas moderadas podem acelerar degradações e reduzir a vida útil de forma pouco visível. Por isso, a qualidade microbiológica é um componente crítico do valor real: condiciona a inocuidade, a estabilidade e o desempenho da formulação, além de influenciar a consistência entre lotes.    Para além do preço - eficiência tecnológica e valor funcional
Num mercado que historicamente competiu pelo custo, cada vez mais fabricantes compreendem que a diferença não está apenas no preço de compra, mas no valor funcional real: o que um ingrediente entrega, o que preserva e o que garante. A avaliação deixa de ser '€/tonelada' e passa a incluir estabilidade, digestibilidade, controlo de perdas, consistência sensorial e redução de incidências.

Esta evolução reflete um consumidor final mais exigente, que procura produtos premium, naturais e com benefícios concretos. E impulsiona a indústria a desenhar sistemas integrados que, além de proteger a matéria-prima, aportem funcionalidade tecnológica e biológica.   Ingredientes funcionais 3A BIOTECH: proteger, complementar, otimizar
Um ingrediente funcional—habitualmente natural, derivado de plantas, microrganismos ou extratos bioativos—aporta benefícios adicionais ao organismo ou à própria formulação. Em pet food, isso traduz-se em melhorias como suporte da saúde intestinal, reforço do sistema imunitário, estabilização oxidativa, modulação da microbiota, proteção celular contra o stress oxidativo e melhoria da digestibilidade.

No plano tecnológico, os ingredientes funcionais prolongam a estabilidade do alimento, preservam a integridade organoléptica e reduzem a degradação durante o armazenamento. Podem ainda ajudar a otimizar textura, estabilizar emulsões, minimizar reações indesejadas e sustentar a conservação—reduzindo variabilidade e suportando alegações nutricionais mais consistentes.
  Estabilidade integral com 3A BIOTECH: antioxidantes + conservantes, com design
Para preservar o valor real, a indústria depende de sistemas antioxidantes e conservantes cuidadosamente desenhados. Os antioxidantes atuam prevenindo a formação de radicais livres e protegendo a integridade lipídica. Em paralelo, conservantes à base de ácidos orgânicos ajudam a manter a carga microbiana sob controle, evitando deteriorações que reduziriam o valor nutricional inicial.

Quando estes sistemas são formulados com uma abordagem integral—sinergia, dosagem adequada e compatibilidade com o processo—deixam de ser 'aditivos' e tornam-se ingredientes funcionais: influenciam a estabilidade, a segurança e o desempenho global da fórmula.   3A BIOTECH em secos e úmidos: dois retos, o mesmo objetivo
Em alimentos secos, o risco de ranço aumenta quando farinhas suscetíveis à oxidação são combinadas com óleos aplicados como revestimento. O processamento e o tempo de armazenamento podem intensificar a degradação, afetando aroma, sabor e aceitação pelo animal.

Em alimentação úmida, embora o recobrimento com ceras possa minimizar o ressecamento—particularmente relevante em gatos devido ao padrão de consumo fracionado—continua a ser essencial estabilizar emulsões e controlar a degradação oxidativa e microbiológica. Aqui, a estabilidade física da emulsão é crucial para manter textura, aparência e palatabilidade: pequenas variações podem desencadear defeitos visíveis para o consumidor.   TOCOTYROSOL 3A BIOTECH: estabilidade + funcionalidade numa única solução
Uma combinação equilibrada de proteção antioxidante e suporte funcional está presente em formulações como a gama TOCOTYROSOL da 3A BIOTECH. Trata-se de uma solução desenvolvida com antioxidantes naturais—tocoferóis e extratos de alecrim, oliveira e chá verde—concebida para se integrar de forma eficiente em processos produtivos tanto de alimentos secos como úmidos.

A sua sinergia antioxidante contribui para preservar a estabilidade sensorial e nutricional desde a produção até o consumo, ajudando a manter a integridade do perfil lipídico, a palatabilidade e a consistência do produto. Além disso, incorpora uma vertente prebiótica que apoia a microbiota intestinal e a eficiência digestiva, alinhando-se com a crescente procura por formulações mais funcionais.

Do lado do fabricante, estas soluções geram valor na fase tecnológica (controle da oxidação, estabilidade, conservação e redução de variabilidade) e ajudam a sustentar o desempenho da formulação ao longo do tempo. Em outras palavras, permitem que o produto final cumpra a promessa da marca—lote após lote.   Conclusión: materia prima, valor real
A indústria pet food já não compete para ser a mais barata, mas para ser a mais eficiente, estável e funcional. Num setor em que cada ingrediente representa um investimento, garantir que a matéria-prima preserva o seu valor real é uma decisão estratégica: melhora a qualidade final, reduz incidências e reforça a confiança do consumidor.

Na 3A BIOTECH, ajudamos as marcas a proteger esse valor com soluções naturais baseadas em ingredientes funcionais e sistemas de estabilidade integral. Quer validar na sua própria linha? Solicite uma avaliação técnica ou um piloto com TOCOTYROSOL e confirme como uma proteção bem desenhada pode traduzir-se em maior estabilidade, melhor experiência de consumo e um produto mais consistente. Por 3A BIOTECH
Fonte: All Pet Food Magazine

Outros microingredientes

25/03/2026

Novo artigo científico demonstra que o plasma spray dried melhora a mobilidade em cães adultos

Compreender como a nutrição influencia a mobilidade, a inflamação e biomarcadores associados às articulações continua sendo uma área de estudo importante na nutrição de animais de companhia. Um novo trabalho publicado no Journal of Animal Science, baseado em um estudo conduzido em parceria entre a APC e a China Agricultural University, avaliou a inclusão de plasma spray dried em dietas extrusadas para cães idosos com desafios de mobilidade.   Este trabalho faz parte de uma iniciativa mais ampla de pesquisa da APC que explora as conexões entre nutrição, saúde gastrointestinal, biomarcadores sistêmicos e longevidade em pets.   Mobilidade e saúde articular continuam sendo duas das áreas funcionais mais buscadas na nutrição pet. Neste estudo de 42 dias, cães idosos com desafios de mobilidade foram avaliados em múltiplos parâmetros, incluindo escore de claudicação, digestibilidade da dieta, além de biomarcadores sorológicos e no líquido sinovial associados à imunidade, capacidade antioxidante e saúde das articulações.   Foram observadas diferenças favoráveis ao plasma em vários parâmetros avaliados, incluindo mobilidade e biomarcadores selecionados.   Os principais achados favoráveis ao plasma foram:
  Mobilidade: melhora no escore de claudicação em comparação com dietas controle ao longo do período do estudo.
  Marcadores inflamatórios: mudanças favoráveis em biomarcadores relacionados a citocinas associados à imunidade.
  Biomarcadores relacionados às articulações: melhorias na atividade de metaloproteinases, enzimas que degradam componentes da cartilagem, e em outras medidas associadas à saúde articular avaliadas no sangue e no líquido sinovial, sugerindo melhor condição das articulações.
  Digestibilidade: a digestibilidade da proteína bruta foi melhorada, confirmando melhora no valor nutricional da dieta.   'Esses resultados se somam ao crescente número de pesquisas que mostram como as proteínas funcionais do plasma podem contribuir para a mobilidade, a saúde geral e a longevidade de cães adultos', afirmou Jerry Frankl, presidente e CEO da APC. 'Seguimos comprometidos em colaborar com instituições de pesquisa de referência e em desenvolver estratégias nutricionais baseadas em ciência que promovam o envelhecimento saudável e mais qualidade de vida para os pets.'   Para ler o estudo completo: https://academic.oup.com/jas/article/doi/10.1093/jas/skag043/8487757 Fonte: APC

Palatabilizantes

17/02/2026

Otimizando a palatabilidade ao longo das fases da vida: ligação entre a primeira escolha e a proporção de ingestão em cães e gatos

Este estudo enfatiza a importância de desenvolver formulações de palatabilizantes que atendam às sensibilidades de paladar, às necessidades nutricionais e ao prazer dos pets em cada fase, apoiando assim a saúde e o bem-estar de gatos e cães. base em mais de 1.500 testes de palatabilidade em dois potes realizados para ambas as espécies, esta pesquisa forneceu um conjunto robusto de dados, fundamentado em condições reais com uma ampla população de cães e gatos em diferentes fases da vida.   Principais resultados   Nossa pesquisa destacou fatores-chave de palatabilidade que influenciam a preferência, por meio de testes controlados de alimentação e avaliações de escolha. Avaliamos a eficácia de diversos parâmetros de palatabilidade em cada fase da vida e espécie, aplicando estratégias de intensificação de sabor voltadas para a melhoria da palatabilidade.   A palatabilidade é conhecida por impulsionar a aceitação e o consumo de alimentos para pets. Dois indicadores críticos identificados em relação às fases da vida foram: Proporção de ingestão (Intake ratio): proporção do alimento oferecido que é efetivamente consumido. Primeira Escolha (First Choice): O produto que o pet escolhe primeiro quando oferece várias opções, impulsionadas principalmente pelo cheiro.   No presente estudo, observou-se que ambas as métricas são influenciadas pela percepção sensorial do pet, que se acredita mudar com a idade. Um dos principais achados é que a primeira escolha, relacionada à percepção do aroma, não apenas apresenta correlação positiva com a proporção de ingestão, mas também, particularmente em gatos — da juventude à fase adulta e até a senilidade — essa correlação é consideravelmente alta (>0,87) em todas as fases da vida (Figura 1).   Resultados: Insights de correlação ao longo das fases da vida   A relação entre a primeira escolha e a proporção de ingestão é baseada em dados de mais de 1.500 avaliações de dois potes para cães e gatos. Os resultados demonstraram padrões claros de correlação, que variam conforme a fase de vida em ambas as espécies estudadas.        Figura 1. Gráficos de dispersão com a correlação entre a primeira escolha e a taxa de ingestão para gatos de acordo com as fases da vida (jovens, adultos e idosos).        Figura 2. Gráficos de dispersão com a correlação entre a primeira escolha e a proporção de ingestão para cães de acordo com as fases da vida (jovens, adultos e idosos).   Esses resultados mostram que, em cães, a primeira escolha torna-se um preditor mais forte da ingestão à medida que amadurecem, atingindo seu pico na fase adulta. Em gatos, por outro lado, uma correlação consistentemente alta em todas as fases indica forte alinhamento entre a preferência inicial e o consumo total, mesmo em animais jovens. Na tabela a seguir, os fatores de correlação entre a taxa de ingestão e a primeira escolha são capturados para gatos e cães, nas três fases da vida estudadas.   Tabela 1. Correlação (r ao quadrado) entre FC e IR para gatos e cachorros, de acordo com as fases da vida.   Conclusão Os insights fornecidos sugerem que, embora ambas as espécies respondam bem a palatabilizadores direcionados, os ajustes específicos do estágio de vida têm um impacto particular em cães, especialmente em animais jovens, onde as preferências de palatabilidade ainda podem estar em desenvolvimento. Em gatos, a primeira escolha mostrou uma correlação significativamente positiva com a proporção de ingestão desde a juventude até a fase adulta e a senilidade.   A palatabilidade não é única. À medida que cães e gatos crescem, suas necessidades sensoriais evoluem, e a abordagem deve evoluir junto. Considerando a primeira escolha e a proporção de ingestão no contexto das fases da vida, é possível oferecer alimentos para pets mais atrativos, eficazes e diferenciados. Para mais informações sobre este tema ou para conversar com nossos especialistas em ciência e tecnologia, entre em contato com seu representante de vendas da AFB ou afbinternational.com/contact.   Por: AFB International Fuente: All Pet Food Magazine

Outros microingredientes A importância da fibra na nutrição pet: Para além da digestibilidade

4+ MIN

A importância da fibra na nutrição pet: Para além da digestibilidade

Se o animal não as digere, quais são seus benefícios para a saúde dos pets?
As fibras são muito importantes para a saúde do sistema digestivo de cães e gatos. Elas ajudam a manter o intestino em equilíbrio e trazem vários benefícios para o organismo do animal, como o estímulo ao crescimento de bactérias benéficas, melhor controle da glicose no sangue, regulação do trânsito intestinal e fortalecimento da barreira de proteção do intestino.   Uma microbiota equilibrada
Uma microbiota equilibrada é fundamental para o bom funcionamento do intestino e impacta diretamente na saúde geral do animal. As fibras têm funções essenciais nesse quesito. Elas contribuem para o equilíbrio da microbiota — a comunidade de bactérias que vive no intestino — ajudando a manter as bactérias benéficas e a reduzir as indesejadas.
  Certos tipos de fibras funcionam como prebióticos, ou seja, servem de substrato para as bactérias saudáveis do intestino. Isso estimula o crescimento de microrganismos benéficos, como as Bifidobacterium spp. e Lactobacillus spp., e ao mesmo tempo, dificulta a proliferação de bactérias que podem ser patogênicas, como Clostridia e Escherichia coli.
  Fermentação de fibras e saúde intestinal   Quando as fibras são fermentadas pelas bactérias benéficas do intestino, elas produzem substâncias importantes chamadas ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). Um dos principais AGCC é o butirato, que serve como fonte de energia essencial para as células intestinais, ajudando a manter o intestino saudável e funcionando bem.   Controle glicêmico
A fibra ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, especialmente após as refeições, o que é útil para o manejo da hiperglicemia pós-prandial.
  As fibras solúveis formam um gel no intestino, aumentando a viscosidade do conteúdo digestivo. Isso é importante para o controle da glicose, pois retarda a chegada de açúcares como glicose, galactose e frutose ao intestino. Com isso, esses açúcares têm mais dificuldade em serem absorvidos pelas células do intestino, ajudando a evitar picos rápidos de glicose no sangue.
  Regulação do tempo de trânsito intestinal
A fibra também desempenha um papel importante na regulação do trânsito intestinal e na melhoria da consistência das fezes. A fibra insolúvel, como a celulose, aumenta o volume fecal, ajudando a evitar a constipação. Já a fibra solúvel retém água e pode amolecer as fezes, tornando-as mais fáceis de serem eliminadas.
  Alinhada à estratégia de melhoria da saúde intestinal do animal, um pilar fundamental na formulação da linha Bionatural é a presença de fontes de fibras insolúveis e solúveis, como fibra de cana-de-açúcar, fibra de mandioca, fibra de maçã e fibra de laranja, que favorecem a funcionalidade intestinal dos cães e gatos.
  Esses ingredientes são fontes de fibras provenientes de alimentos que se assemelham ao consumo humano, sendo oriundos de co-produtos com ótimo potencial nutricional e funcional. Por Ellen Freitas Marcena, Estudante de Medicina-Veterinária- USP/SP) - Embaixadora Special Dog Company. 
Fonte: Portal Pet Referências Bernaud, F. S. R., & Rodrigues, T. C.. (2013). Fibra alimentar: ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arquivos Brasileiros De Endocrinologia & Metabologia, 57(6), 397–405. Moreno, A.A., Parker, V.J., Winston, J.A., et al. (2022). Dietary fiber aids in the management of canine and feline gastrointestinal disease. J. Am. Vet. Med. Assoc. National Research Council (NRC). Nutrient Requirements of Dogs and Cats. National Academies Press, 2006. Pinna, C., & Biagi, G. (2014). The Utilisation of Prebiotics and Synbiotics in Dogs. Italian Journal of Animal Science, 13(1). Roediger, W.E.W. (1980). Role of anaerobic bacteria in the metabolic welfare of the colonic mucosa in man. Gut, 21, 793–798. Swanson, K.S., Fahey, G.C. (2006). Prebiotic impacts on companion animals. In: Gibson, G.R., Rastall, R.A. (Eds.), Prebiotics: Development & Application. Chichester: John Wiley & Sons, Cap. 10. VETSMART. Estudo técnico sobre a linha Bionatural. Bionatural Prime, 05 set. 2024. PDF. Disponível em: https://www.bionaturalpet.com.br/assets/uploads/sobre/faca-o-download-do-nosso-03338-20240813110335.pdf Yvonne M. Cassidy, Emeir M. McSorley, Philip J. Allsopp, Effect of soluble dietary fibre on postprandial blood glucose response and its potential as a functional food ingredient, Journal of Functional Foods, Volume 46, 2018.

Outros microingredientes Proteína e alergias alimentares

4+ MIN

Proteína e alergias alimentares

Com que frequência os pets têm alergias alimentares?   Embora a prevalência mundial de alergias alimentares esteja aumentando entre as pessoas,1 esse tipo de alergia é considerado menos comum em cães e gatos. As alergias alimentares podem parecer mais comuns em pets, porque muitos outros problemas de saúde apresentam sintomas semelhantes.2-4

As estatísticas sobre a prevalência de alergia alimentar em pets podem se somar a essa percepção equivocada, pois os números variam de acordo com o motivo da consulta veterinária: apenas 1% dos gatos atendidos para um check-up geral de saúde foi diagnosticado com alergia alimentar, mas 21% dos gatos levados ao veterinário por conta de prurido cutâneo (coceira) tiveram o mesmo diagnóstico. 5,6     O que causa as alergias alimentares?   As alergias alimentares aparecem quando o sistema imunológico de cada animal individualmente responde a um alimento inofensivo como um 'invasor' nocivo. Essa resposta imune diferencia as alergias alimentares de intolerância alimentar ou de intoxicação alimentar — quadros que não envolvem o sistema imunológico.

Quando as alergias alimentares se desenvolvem, o fator desencadeante mais comum é uma proteína. Nenhuma proteína específica é hipoalergênica. Uma resposta alérgica é o resultado da reação imune de cada animal individualmente ao tamanho ou à estrutura de uma proteína, e tal reação é estimulada, em parte, pela exposição prévia à proteína.3, 7-9

Embora também haja relatos de que ingredientes como os grãos constituem uma das causas de alergias alimentares, estudos revelam que a parte proteica do grão, em geral, é responsável pelo desencadeamento da reação.10

Sendo assim, os grãos especificamente não estão entre os alérgenos alimentares mais relatados em cães ou gatos. Nos cães, os três principais alérgenos alimentares são proteínas da carne bovina, do leite e derivados ou da carne de frango.

Nos gatos, os alérgenos alimentares mais comumente relatados são provenientes da carne bovina, do frango ou do peixe.9     Qual o papel da nutrição em alergias alimentares?   O método diagnóstico considerado como o 'padrão-ouro' para os casos de alergia alimentar consiste em um teste de eliminação que combina uma fonte de proteína e uma fonte de carboidrato, as quais o pet não tenha sido exposto anteriormente.8 Estudos mostram que os testes alérgicos feitos com base em amostras de pele, sangue, saliva ou pelo não produzem resultados confiáveis. 11-14

A seleção de novas proteínas nem sempre é fácil. Novas fontes proteicas podem sofrer reação cruzada com o alérgeno original; além disso, muitos pets apresentam múltiplas hipersensibilidades alimentares.15,16 Além da necessidade de que as dietas sejam nutricionalmente completas e balanceadas, o ideal é que elas sejam fáceis de serem fornecidas durante um ensaio alimentar de 8 a 12 semanas ou possam ser usadas como uma dieta de manutenção a longo prazo.

A alimentação com dietas proteicas hidrolisadas pode oferecer uma estratégia conveniente, completa e balanceada do ponto de vista nutricional, para reduzir a alergenicidade dos alimentos.17-19   Como as proteínas hidrolisadas ajudam a controlar as alergias alimentares?   A hidrólise é um processo responsável pela degradação das proteínas em fragmentos menores. As proteínas 'hidrolisadas' são reduzidas a fragmentos muito pequenos. Esse processo altera o tamanho e a estrutura da proteína — fatores-chave na determinação da alergenicidade de uma proteína.

Em geral, as reações imunológicas adversas a um ingrediente alimentar exigem um alérgeno – tipicamente uma proteína – grande o suficiente para se ligar de forma cruzada com receptores na superfície de células imunes específicas. O tamanho e a estrutura alterados das proteínas hidrolisadas não fazem ligação cruzada com esses receptores da superfície celular e, portanto, não desencadeiam uma resposta imune.7  
Como um benefício adicional, as proteínas hidrolisadas possuem uma alta digestibilidade, o que pode reduzir as condições inflamatórias do intestino.20 Fonte: Purina Institute


Processo de fabrico

Automação

24/04/2026

Estação de Garantia da Qualidade  

Desenvolvida em colaboração com a Extru-Tech, líder reconhecida em tecnologia de extrusão, nossa Estação de Garantia de Qualidade (QAS) representa um avanço significativo na forma como os fabricantes realizam e documentam as verificações de qualidade durante o processo.
  O QAS é um sistema semiautomatizado de medição e geração de relatórios que combina tecnologia de visão de ponta com um excelente design para orientar os operadores ao longo do processo de medição da densidade do produto e das dimensões das peças. Esses são dois dos indicadores de qualidade mais críticos para produtos alimentícios extrudados e rações para animais de estimação. Ele transforma um processo que, historicamente, dependia de medições manuais, técnicas individuais e registros em papel, tornando-o consistente, eficiente e com resultados imediatamente aplicáveis.   Implementação da tecnologia de visão
No centro da capacidade de medição dimensional do QAS está uma câmera de profundidade de nível industrial que leva imagens de alta precisão para o chão de fábrica. A equipe de desenvolvimento realizou extensos testes de precisão antes de encontrar uma solução que medisse com exatidão a partir da distância necessária e incorporasse um filtro infravermelho adequado ao ambiente operacional da estação.
  O software da estação utiliza as bibliotecas RealSense existentes da Intel, proporcionando uma base de software estável e com amplo suporte. A câmera se conecta e se comunica exclusivamente por Ethernet.
  A tecnologia de visão oferece resultados em duas frentes simultaneamente: As imagens do sensor de cores capturam uma imagem visual da amostra do produto Os sensores infravermelhos duplos fornecem dados detalhados, permitindo a medição dimensional precisa de cada peça individual do produto
O software da estação processa então esses dados combinados para identificar cada peça individualmente e calcular suas dimensões e valores de cor automaticamente, em questão de segundos.
  Além das dimensões, a câmera captura a cor do produto e inclui uma imagem da ração diretamente no relatório de qualidade, proporcionando aos operadores e gerentes de qualidade um registro visual, além dos dados numéricos.   Medição da densidade
A densidade aparente é um indicador de qualidade fundamental para produtos extrudados e é notoriamente sensível às técnicas de medição. O QAS resolve essa questão com uma abordagem específica: uma distância de queda consistente e um método padronizado para limpar o recipiente estão integrados ao processo da estação, garantindo que as medições de densidade sejam repetíveis entre operadores, turnos e instalações.   Integração perfeita ao seu processo de qualidade
O QAS foi projetado para se integrar às suas operações atuais.
  A estação pode operar no modo autônomo, no qual os operadores inserem manualmente as informações sobre o pedido e o produto, ou pode integrar-se diretamente a uma linha de produção por meio de uma conexão com o PLC para obter esses dados automaticamente. Após a medição das amostras, os resultados são enviados para o banco de dados e, opcionalmente, de volta ao PLC. O operador da extrusora verifica imediatamente, diretamente na máquina, se a amostra atende às especificações.   Recursos adicionais   Orientação integrada para o operador: as instruções exibidas na tela orientam o operador em cada etapa do processo de medição, reduzindo o tempo de treinamento e garantindo que o procedimento seja seguido corretamente em todas as ocasiões.
  Gerenciamento de verificações de balança: As verificações de balança são solicitadas na tela em intervalos adequados, e os resultados são registrados no banco de dados e incluídos no relatório da web.
  Visibilidade de tendências: os gráficos exibidos no aplicativo mostram aos operadores se as medições apresentam tendência de alta ou de baixa ao longo do tempo, permitindo ajustes proativos.
  Lembretes de verificação programados: Um cronômetro na tela e um banner alertam o operador quando é hora de realizar a próxima verificação de qualidade. Isso garante a consistência dos intervalos de amostragem sem depender do operador para controlar o tempo manualmente.
  Capacidade para várias linhas: Uma única estação QAS pode dar suporte a até 4 linhas de produção, tornando-a uma solução escalável para instalações de diversos tamanhos.
  Relatórios acessíveis: Relatórios de qualidade estão disponíveis através de um navegador da web na mesma rede e podem ser exportados para o Excel. Isso torna os dados acessíveis a gerentes de qualidade, supervisores e a equipe de liderança sem a necessidade de software especializado ou intervenção do departamento de TI.   Conclusão
A garantia da qualidade sempre foi essencial na fabricação de alimentos e rações para animais de estimação. O que está mudando é o padrão de como isso é feito. Os processos manuais, dependentes do operador e baseados em papel estão dando lugar a sistemas mais inteligentes, consistentes e conectados.
  A Estação de Garantia de Qualidade, desenvolvida em parceria com a Extru-Tech, foi projetada especificamente para esse momento. Ela oferece a precisão, a consistência e a visibilidade em tempo real que a fabricação moderna exige.
  Quer saber mais sobre o QAS ou agendar uma demonstração? Entre em contato conosco para começarmos a conversar. Fonte: NorthWind

Automação

25/03/2026

Liberando o poder da inovação de alto impacto e baixo esforço

Para a área de negócios da indústria de ração para pets, essa "inovação silenciosa" pode ser uma fonte inesgotável de oportunidades para melhorar produtos, otimizar custos e atender às necessidades em constante mudança dos clientes.   E muitas vezes, acabam sendo de baixo esforço e de alto impacto.   O processo de produção como fonte de inspiração
Cada etapa do processo de produção, desde a seleção dos ingredientes até a embalagem final, apresenta oportunidades para inovações de baixo esforço e alto impacto. Ao conhecer cada detalhe minuciosamente, pode-se identificar áreas a serem melhoradas que muitas vezes passam despercebidas.   Exemplos de inovação de baixo esforço e alto impacto
  Otimização da moagem: Ajustar o tamanho da moagem dos ingredientes pode melhorar a digestibilidade do alimento e reduzir perdas. Isso não exige grandes investimentos, mas pode ter um impacto significativo na saúde dos pets e na satisfação do cliente.
  Modificação da textura: Experimentar diferentes texturas de ração pode tornar a comida mais atraente para cães e gatos com preferências diferentes. Isso pode ser alcançado ajustando os parâmetros de extrusão ou queima, sem a necessidade de adquirir novos equipamentos.
  Adicionando ingredientes funcionais: Incorporar pequenas quantidades de ingredientes funcionais, como probióticos, prebióticos ou antioxidantes, pode melhorar a saúde digestiva, o sistema imunológico ou a qualidade do pelo dos pets. Esses ingredientes geralmente são fáceis de incorporar no processo de produção e, se forem comunicados corretamente, podem trazer vantagens na comercialização dos produtos.
  Embalagem aprimorada: O uso de materiais de embalagem mais sustentáveis, como embalagens recicláveis ou biodegradáveis, pode reduzir o impacto ambiental do produto e atrair consumidores ambientalmente conscientes. Isso não exige grandes mudanças no processo de produção, mas pode ter um impacto positivo na imagem da marca.  Além de melhorias na porcentagem de enchimento ou redimensionamento das embalagens para torná-las mais eficientes do ponto de vista logístico, o que pode trazer economias operacionais em grande escala.
  Personalização das porções: Oferecer comida em porções individuais ou em embalagens seláveis pode facilitar a alimentação dos pets e reduzir o desperdício. Isso pode ser alcançado ajustando o processo de embalagem, sem a necessidade de modificar a formulação do produto.  Além disso, modificar a unidade de vendas para o cliente varejista pode ajudar a equilibrar o capital de giro e a gestão de estoque nos pontos de venda.   Como identificar oportunidades de inovação   Observação direta: passar um tempo no chão de fábrica, observar o processo e conversar com os operadores, que são os mais especialistas em cada subprocesso, pode revelar áreas de melhoria que não são evidentes no escritório.
  Análise de dados: Revisar dados de produção, reclamações de clientes e feedback dos fornecedores pode identificar padrões e tendências que sugerem oportunidades de inovação.
  Benchmarking: Estudar os produtos e processos dos concorrentes pode inspirar novas ideias e revelar áreas onde a empresa pode melhorar.
  Brainstorming: Realizar sessões de brainstorming com equipes multifuncionais (desde a fábrica até ao setor de vendas) pode gerar uma riqueza de ideias inovadoras.   Benefícios da inovação de baixo esforço e alto impacto   Melhoria Contínua: permite que a empresa melhore continuamente seus produtos e processos, sem a necessidade de grandes investimentos.
  Vantagem competitiva: Ajuda a diferenciá-lo da concorrência e atender às necessidades em constante mudança dos clientes.
  Redução de custos: Pode levar a economias em materiais, energia e mão de obra.
  Maior satisfação do cliente: Melhora a qualidade do produto e a experiência do cliente.   Conclusão
Inovação de baixo esforço e alto impacto é uma estratégia vencedora a longo prazo na indústria de alimentos para pets. Ao compreender profundamente o processo de produção, a área comercial pode desencadear uma onda de ideias criativas que melhoram os produtos, otimizam custos e atendem às necessidades dos clientes. Essa inovação silenciosa pode ser a chave para o sucesso a longo prazo em um mercado competitivo. Por Felipe Martinez R.
Fonte: All Pet Food Magazine

Por Felipe Martínez R.

Embalagem

23/03/2026

TMI e HS Automation consolidam expansão internacional com o lançamento da TMI USA Inc.

Como parte dessa expansão, a TMI USA Inc. e a HS Automation concluíram um Acordo de Compra de Ativos com a Bratcher Bagging Inc., uma empresa local com forte histórico e reconhecimento no mercado de soluções de embalagem dos EUA.

Não se trata apenas de uma aquisição, mas de uma integração estratégica voltada para fortalecer o mercado local, expandir as capacidades técnicas e trazer maior valor ao mercado norte-americano ao aproveitar o conhecimento do mercado local.
Integração da expertise e liderança locais
A Bratcher Bagging Inc. construiu uma reputação baseada em confiabilidade, serviço e conhecimento técnico especializado. A experiência e o portfólio de produtos da TMI USA reforçam nossa capacidade operacional e nossa rede de suporte técnico no país.

Além disso, Kyle Bratcher continuará liderando a equipe dentro da TMI USA Inc., garantindo continuidade, estabilidade e uma transição suave para todos os clientes.

Essa integração garante:
  Continuidade total nos serviços e pedidos em andamento Suporte permanente para equipamentos instalados Expansão das capacidades técnicas e comerciais
Ampliação do portfólio de soluções de embalagem e automação
Com essa medida estratégica, a TMI USA amplia sua oferta no mercado norte-americano combinando as soluções históricas da Bratcher com a avançada tecnologia de automação da TMI.
Nosso portfólio agora inclui:
  Linhas automáticas completas de ensacamento Sistemas de Fechamento de Sacos, Células de Paletização com Robô Máquinas de saco de boca aberta Sistemas form-fill-seal de fechamento Soluções de fim de linha e de paletização automática
Essa integração nos permite oferecer soluções completas e integradas para setores como agricultura, ração animal, química, minerais e alimentícios.
Automação de direção na indústria dos EUA
O setor industrial nos Estados Unidos está caminhando para níveis mais altos de automação, eficiência operacional e otimização de processos. Por meio da TMI USA Inc., estamos preparados para acompanhar essa transformação por:
  Engenharia especializada Soluções de automação personalizadas Suporte comercial e técnico local Inovação apoiada pela expertise internacional da TMI e da Automação HS
  Nosso objetivo é claro: ajudar os fabricantes americanos a otimizar seus processos de embalagem, reduzir o tempo de inatividade e melhorar o desempenho geral de suas fábricas.
Declaração institucional
"Esta aquisição representa um passo importante em nosso compromisso de atender ao mercado dos EUA com capacidades ampliadas e expertise local. A integração de nossas equipes fortalece nossa plataforma de crescimento e inovação."
Justin Hartwick, Presidente da TMI USA Inc.
Construindo o futuro juntos
Na TMI, entendemos o crescimento como um processo baseado em colaboração e confiança. Essa expansão reafirma nosso compromisso de longo prazo com o mercado norte-americano.

Com recursos aumentados, ofertas ampliadas e liderança estabelecida nos Estados Unidos, a TMI USA Inc. está pronta para trazer ainda mais valor ao setor.

Mais informações em: www.tmipal.com
 

Automação

18/03/2026

Transformação digital no coração do pet food

Digitalização desde o primeiro passo
À primeira vista, uma planta de pet food parece um sistema complexo de máquinas, silos, tubulações e linhas de envase trabalhando simultaneamente. Mas por trás dessa sinfonia industrial há algo mais profundo: decisões, dados e tecnologia que permitem que cada parte do processo responda com precisão. Esse é o coração da planta conectada.

Durante anos, as fábricas operaram sob um modelo fragmentado: cada etapa tinha seu próprio ritmo, seus próprios controles e, muitas vezes, sua própria lógica. Hoje, esse paradigma está mudando. A indústria avança para um ecossistema integrado no qual processamento, monitoramento, manutenção e controle se articulam entre si, criando fluxos mais inteligentes, seguros e eficientes. E o interessante é que não se trata de um conceito futurista: já está acontecendo.   Quando a qualidade se torna parte do processo
A qualidade no pet food é definida desde a primeira etapa. A digitalização permite monitorar em tempo real variáveis que antes exigiam intervenção manual ou controles esporádicos: umidade, temperatura, tempos de retenção, condições de secagem ou resfriamento.

Isso não só melhora a eficiência, como também melhora a sanidade, evita retrabalhos e garante que o produto final cumpra sempre os mesmos parâmetros. Para um mercado tão exigente quanto o de pets, no qual a confiança do consumidor é crítica, isso faz diferença.

Paralelamente, tecnologias avançadas de separação magnética, amostragem e tratamento de ar elevam os padrões de inocuidade e sustentabilidade. Muitas plantas já estão adotando sistemas que detectam contaminantes ferrosos, plantas que automatizam a validação da qualidade ou plantas que neutralizam odores sem recorrer a produtos químicos.
Melhorias tecnológicas aplicadas ao processamento
Dosagem de Precisão. Sistemas de microdosagem garantem que cada fórmula receba a quantidade exata de ingredientes, aditivos e micronutrientes. Isso não apenas minimiza erros humanos e desperdícios, mas também garante a consistência nutricional do produto final, fundamental para a saúde dos pets.

Otimização da Extrusão e Secagem. A automação agora inclui o controle ideal de variáveis críticas como umidade, temperatura e pressão durante a extrusão e a secagem. Isso é essencial para alcançar a densidade, textura e durabilidade desejadas no grão, além de garantir uma cocção adequada. O desperdício de produto é reduzido durante partidas e paradas de linha.

Embalagem Inteligente. Sistemas de envase em alta velocidade que não só são mais rápidos e higiênicos, como também estão equipados para realizar inspeções de qualidade em tempo real e garantir a integridade do selado.
O fim de linha também se digitaliza
Na etapa final, do envase à paletização, a automação e o registro contínuo permitem uma eficiência que antes exigia muita supervisão manual. Mudanças de formato mais rápidas, menor desperdício de sacos ou filmes, rastreabilidade de cada lote até a entrega.

O que antes era 'a ponta do processo' agora é um ponto-chave para garantir eficiência logística e qualidade percebida.
Benefícios concretos 
Adotar uma planta digitalizada e conectada com soluções integrais traz múltiplas vantagens competitivas:
  Eficiência operacional e redução de custos: dosagens precisas, transporte eficiente e automação dos processos minimizam erros, desperdícios e retrabalhos, reduzindo custos de insumos, mão de obra e manutenção.
  Melhora da qualidade e consistência do produto: processos controlados, rastreabilidade, separação magnética e controles sanitários garantem que cada lote cumpra os padrões, impactando positivamente na confiabilidade do produto final.
  Segurança e ergonomia operacional: minimizar a intervenção manual, evitar entrada em silos, reduzir risco de contaminação ou acidentes, tudo resulta em um ambiente mais seguro e confiável para os operadores.
  Sustentabilidade e responsabilidade ambiental: controle de odores, otimização de recursos, menor desperdício de matéria-prima e energia contribuem para operações mais limpas e responsáveis com o meio ambiente.
  Escalabilidade e adaptabilidade: uma planta conectada pode se ajustar a diferentes formatos, volumes ou produtos, facilitando diversificação e expansão.
  Rastreabilidade e conformidade regulatória: registro digital dos processos, controle de qualidade e monitoramento contínuo ajudam a cumprir normas de segurança alimentar e a responder a auditorias e exigências do mercado.   Conclusão
A planta conectada é uma inovação construída todos os dias. A digitalização transforma a forma de produzir, controlar e assegurar a qualidade. Nesse caminho, o desafio é construir processos integrados, estáveis e capazes de evoluir.      

Nesse cenário, a Clivio Solutions acompanha a indústria de pet food na adoção de tecnologias e abordagens de engenharia que permitem operar com maior precisão, rastreabilidade e eficiência. Para as empresas, investir em digitalização é a chave para garantir competitividade, liderança e nutrição de qualidade na próxima geração de alimentos para pets.
   

Embalagem STATEC BINDER: Ensacadoras para diferentes produtos para alimentação animal

3+ MIN

STATEC BINDER: Ensacadoras para diferentes produtos para alimentação animal

Ração para cachorro em sacos de polietileno; para pássaros, em sacos de papel; e para cavalos, em sacos grandes. A indústria global está decolando, e até 2030, o setor atingirá US$ 816 bilhões segundo estatísticas, tornando-se um grande mercado. Os maiores produtores estão localizados na China e nos Estados Unidos. Soja e milho estão entre os recursos mais importantes, seguidos pelo trigo e pela canola. Seja para alimentos para animais de produção ou para nossos queridos pets, esses produtos não só precisam atender aos padrões de qualidade, mas também ser bem embalados. É então que sistemas de alta tecnologia desempenham um papel fundamental. O produtor austríaco STATEC BINDER é especializado nessa área.   Uma grande variedade de produtos exige um alto nível de flexibilidade   As máquinas de embalagem da STATEC BINDER apresentam várias vantagens: desde componentes de alta qualidade que garantem durabilidade e robustez até softwares sofisticados que facilitam a operação. Acima de tudo, há um aspecto especial como fio condutor comum do desenvolvimento e da produção, que também define a direção: flexibilidade. A razão é simples de explicar: nem todos os alimentos de origem animal são iguais. Pelo contrário, eles variam em tamanho e características do fluxo, desde pós até produtos sem fluxo.
  O que isso significa para as máquinas de ensacamento? Esse tipo de máquina deve funcionar com vários produtos e, mais importante, adaptar-se a eles. Para o STATEC BINDER, alta flexibilidade não é apenas desejável, mas há muito tempo se tornou um valor central. Somente dessa forma o sistema pode ser integrado de forma ideal à empresa e ser 100% compatível com o produto.   Flexibilidade como conceito central da empresa   No STATEC BINDER, a flexibilidade vem em vários níveis:
  Sistemas sofisticados: O principal é escolher a ensacadora certa. O portfólio de produtos inclui sistemas para bolsas de boca aberta e máquinas FFS.
  Personalização: O próximo passo é configurá-lo, por exemplo, com um design de lavagem para facilitar a limpeza, um dispositivo de pressão de ar embalado para resultados ainda mais eficientes, ou funções de rotulagem.
  Acessórios eficazes: Uma balança de peso neto precisa para dosar a quantidade exata do saco. Máquinas modernas garantem uma vedação segura. Por fim, detectores de metais garantem que nenhum objeto desconhecido entre na embalagem.
  Máquinas de embalagem de alta qualidade, confiáveis e duráveis confirmam os anos de experiência da STATEC BINDER.
  Além de ser embalada de forma segura, a ração para pets deve ser armazenada em paletes rápidamente e cuidadosamente antes de ser transportada. Todas as máquinas de embalagem podem ser complementadas com paletizadores da STATEC BINDER, o que aumenta o nível de automação.   Fortes habilidades profissionais e interpessoais    A STATEC BINDER é um parceiro de longo prazo que não apenas desenvolve, produz e fornece. Ele se importa em projetar a máquina de embalagem ideal para cada alimento e empresa, além de garantir a operação regular por anos e desenvolvimento contínuo. Por isso, a STATEC BINDER conta com seu atendimento ao cliente abrangente em todo o mundo. O atendimento humanizado, combinado com expertise técnica, faz da empresa uma das principais fornecedoras de máquinas de embalagem para a indústria alimentícia. Por STATEC BINDER
Fonte: All Pet Food Magazine

Automação Veterinários clínicos deveriam conhecer o processo de fabricação de alimentos para pets e suas inovações

4+ MIN

Veterinários clínicos deveriam conhecer o processo de fabricação de alimentos para pets e suas inovações

É uma realidade que nossos pets, nossos pacientes, comem diariamente, e que, se não o fizessem, isso seria motivo de preocupação e angústia para toda a família e para nós, os médicos veterinários. Portanto, considero, a partir do meu humilde papel, que devemos nos envolver em conhecer mais sobre o processo de fabricação, matérias-primas, fabricantes, qualidade e inovação.    A dieta não é um acessório: é uma ferramenta clínica. Somos nós, médicos, que conhecemos a fisiologia de cada paciente ou o comportamento de uma doença, para que a dieta seja determinante na manutenção da saúde ou, muitas vezes, para que se torne o próprio tratamento, sendo crucial para preservar a qualidade de vida dos nossos pacientes.   Atualmente, a inovação permite otimizar processos e obter alimentos cada vez mais completos e funcionais. Isso significa que, além de nutrir e atender às necessidades energéticas, eles promovem saúde integral por meio da combinação de ações nutritivas e 'farmacológicas ou medicinais' de forma natural.   A inovação também permitiu identificar quais ingredientes não são adequados ou seguros e, portanto, devem ser retirados das formulações. Além disso, aproximou-nos de alternativas melhores e mais naturais. Saber mais e nos envolver nesse tema nos dá as ferramentas para distinguir entre propostas de marketing tentadoras de alimentos realmente seguros e de qualidade.
  As fábricas modernas implementam automação desde a recepção das matérias-primas até a embalagem e o paletizado final. Assim, reduz-se o risco de erro humano e aumenta-se a velocidade de produção. São utilizados sensores para medir parâmetros críticos como umidade, temperatura, densidade, condições de secagem, entre outros. Já a inteligência artificial e o aprendizado de máquina permitem otimizar fórmulas, prever falhas e corrigi-las. No controle de qualidade, algumas fábricas já utilizam inspeção automática (com visão computacional, sensores, etc.) para detectar defeitos, contaminações e inconsistências em tamanho, densidade ou textura do alimento.A digitalização permite rastrear cada lote, desde a entrada das matérias-primas até o produto final, melhorando a rastreabilidade e ajudando a minimizar eventuais recolhimentos ou reclamações. Isso contribui para assegurar padrões de qualidade e segurança alimentar, essenciais para evitar contaminação, variabilidade nutricional ou falhas de produção. 
  Como médicos-veterinários de animais de companhia, devemos conhecer esse processo de digitalização, pois somos responsáveis por garantir consistência nutricional, qualidade, segurança alimentar, rastreabilidade e adequada prescrição de dietas especiais, além de assegurar transparência. Nem todas as fábricas ou fabricantes têm o mesmo nível tecnológico, já que isso requer grandes investimentos e equipe capacitada.   Conhecer esses processos permite:
  Avaliar melhor a qualidade do alimento que prescrevemos ou recomendamos.   Compreender o quão 'seguro' pode ser um alimento comercial.   Acompanhar as mudanças na indústria e ter informações atualizadas sobre alimentos personalizados ou especializados.   Diagnosticar e oferecer tratamento com maior precisão, aumentando a capacidade de prescrever dietas terapêuticas e recomendar alimentos de alta qualidade e bem específicos. Manejar doenças crônicas utilizando alimentos como tratamento primário — como obesidade, doenças gastrointestinais e dermatológicas. Orientar tutores sobre qualidade, distinguir entre modismos e ciência, e reforçar a importância da nutrição.   Prevenir doenças promovendo, desde filhotes, dietas adequadas para evitar problemas futuros.   Em resumo   Essas mudanças são especialmente relevantes para os profissionais veterinários porque a digitalização na indústria pet food impacta diretamente a qualidade, segurança e confiabilidade dos alimentos que recomendamos a nossos pacientes.   Para receber capacitações em nutrição, alimentos e outros temas, não hesite em me contatar. Por Dr. M. Candela Bonaura
Fonte: All Pet Food Magazine

Por Candela Bonaura


Veterinária

Sanidade

18/05/2026

Bem-estar animal influencia mais do que sustentabilidade na escolha de pet food, aponta estudo  

O bem-estar animal tem se mostrado um fator mais determinante do que a sustentabilidade nas decisões de compra de alimentos para pets. 
  É o que aponta um estudo conduzido por pesquisadores da Colorado State University e publicado na revista Frontiers in Veterinary Science.
Segundo a análise, embora consumidores considerem ambos os aspectos importantes, o tratamento dado aos animais utilizados na produção dos alimentos exerce maior influência no momento da escolha.   Bem-estar animal tem maior peso na decisão de compra
De acordo com o estudo, 81,1% dos entrevistados consideram o bem-estar animal 'muito' ou 'extremamente' importante ao escolher um alimento para seus pets. 
Já a sustentabilidade ambiental aparece logo atrás, com 70,1%.
  Apesar da proximidade, o impacto do bem-estar animal é significativamente maior na decisão final de compra.
  Esse comportamento está relacionado ao vínculo emocional que responsáveis têm com seus animais, o que tende a ampliar a empatia também em relação a outros animais.   Conexão emocional amplia impacto do tema
Durante discussões do setor, como no Pet Summit 2026, especialistas destacaram que a percepção dos consumidores vai além da distinção entre animais de companhia e de produção.
  A representante da American Society for the Prevention of Cruelty to Animals, Maral Cavner, e a diretora de serviços veterinários da entidade, Ashley Eisenback, reforçaram que essa conexão emocional explica o maior peso do bem-estar animal.
  'Não há muita diferença quando você olha nos olhos de cada um desses animais', afirmou Eisenback, ao comparar animais de companhia e aqueles utilizados na cadeia produtiva.    Sustentabilidade segue relevante, mas enfrenta barreiras
Apesar de importante, a sustentabilidade ambiental tende a ser impactada por fatores práticos no momento da compra, como preço, preferência do animal e necessidades médicas.
  Ainda assim, especialistas destacam que bem-estar animal e sustentabilidade estão diretamente conectados, especialmente considerando o impacto da indústria de alimentos para pets.
  Segundo Cavner, cães e gatos representam uma parcela significativa do consumo dentro do sistema alimentar global.   Consumidores demonstram intenção de mudança
O estudo também aponta que há disposição dos consumidores em mudar de marca com base em critérios éticos.
  Dados apresentados no Pet Summit indicam que 90% dos entrevistados afirmam que considerariam trocar de marca caso soubessem que outra empresa utiliza práticas mais responsáveis no tratamento animal.
  Por outro lado, a falta de informação ainda é um obstáculo: mais de 60% dos participantes desconhecem certificações relacionadas a bem-estar animal ou sustentabilidade.
  Entre aqueles que conhecem, no entanto, esses selos têm influência direta na decisão de compra.   Comunicação pode ser diferencial competitivo
Os resultados reforçam que comunicar práticas relacionadas ao bem-estar animal pode ser uma estratégia relevante para empresas do setor, não apenas do ponto de vista ético, mas também comercial.
  A combinação entre informação, transparência e conexão emocional tende a ser um fator-chave para influenciar o comportamento do consumidor.   FAQ sobre escolha de pet food
O que pesa mais na escolha de pet food?
Segundo o estudo, o bem-estar animal tem maior influência do que a sustentabilidade.
  A sustentabilidade não é importante?
É relevante, mas pode ser impactada por fatores como preço e preferência do animal.
  Consumidores mudariam de marca por esse motivo?
Sim. A maioria afirma que consideraria trocar por produtos com melhores práticas de bem-estar animal. Fonte: Cães & Gatos

Sanidade

16/04/2026

Salmonella em pet food: como ocorre a contaminação e quais cuidados ajudam a prevenir riscos  

A segurança dos alimentos destinados a cães e gatos é uma preocupação constante dentro da indústria e do atendimento veterinário. 
  Entre os microrganismos que podem representar risco nesse contexto está a Salmonella, bactéria amplamente conhecida por causar infecções alimentares em humanos e animais.
Embora a presença do patógeno em alimentos industrializados seja incomum quando boas práticas de fabricação são seguidas, a contaminação pode ocorrer em diferentes etapas da cadeia — desde a origem das matérias-primas até o armazenamento final do produto. 
  Por isso, compreender os fatores envolvidos e adotar medidas preventivas é fundamental para proteger a saúde dos animais e das pessoas que convivem com eles.   Como a Salmonella pode contaminar alimentos para cães e gatos
A Salmonella é um gênero de bactéria presente no ambiente, que pode ser encontrado em alimentos de origem animal e vegetal. 
  Na cadeia de produção da pet food, as principais fontes potenciais de contaminação incluem matérias-primas contaminadas, manipulação inadequada e falhas nos processos de controle sanitário.
  De acordo com o zootecnista João Marcel, o controle começa antes mesmo da fabricação do alimento. 
  'A prevenção da contaminação por Salmonella começa na escolha e no monitoramento das matérias-primas utilizadas na formulação do produto', afirma.
  Durante o processo industrial, a aplicação de temperaturas elevadas — como ocorre na extrusão das rações secas — contribui para reduzir significativamente a presença de microrganismos. 
  Ainda assim, existe a possibilidade de contaminação posterior, caso ocorram falhas nas etapas de manipulação, transporte ou armazenamento.
  'Mesmo após o processamento térmico, é essencial manter rigorosas práticas de higiene e controle sanitário para evitar recontaminações', explica João Marcel.
  Produtos crus ou minimamente processados, como dietas naturais cruas, podem apresentar risco maior de presença da bactéria se as matérias-primas não forem adequadamente controladas ou armazenadas.   Processos como extrusão utilizam altas temperaturas que ajudam a reduzir a presença de microrganismos (Foto: Reprodução)
Armazenamento e manejo também influenciam na segurança alimentar
Além da produção industrial, o armazenamento doméstico também exerce papel importante na prevenção da contaminação. 
  Embalagens abertas, recipientes mal higienizados ou exposição do alimento à umidade podem favorecer a proliferação de microrganismos.
  Segundo João Marcel, a forma como o alimento é armazenado após a compra faz diferença na preservação da qualidade do produto. 
  'Manter a ração em local seco, protegido da luz e bem fechado ajuda a preservar as características do alimento e reduzir o risco de contaminações', orienta.
  Outro ponto importante é evitar misturar alimento novo com restos antigos que permanecem no recipiente. Esse hábito pode favorecer deterioração e contaminação cruzada.
  Também é recomendado higienizar periodicamente potes e recipientes utilizados para armazenar o alimento dos animais, bem como respeitar o prazo de validade indicado pelo fabricante.
  Já no caso de alimentos úmidos ou dietas naturais, a conservação adequada sob refrigeração é essencial após a abertura da embalagem.   Sinais de que o alimento pode estar contaminado
Nem sempre a presença de Salmonella altera o aspecto do alimento, o que torna a contaminação difícil de identificar visualmente. 
  Ainda assim, algumas mudanças podem indicar que o produto sofreu deterioração ou armazenamento inadequado.
  Entre os sinais que merecem atenção estão o odor alterado, presença de mofo, mudança na textura ou aspecto incomum da ração. Embalagens violadas ou estufadas também podem indicar comprometimento do produto.
  'Qualquer alteração perceptível no alimento deve ser motivo para interromper o uso e buscar orientação adequada', ressalta o zootecnista. 
  Em casos de suspeita, é importante não oferecer o alimento ao animal e entrar em contato com o fabricante ou com um profissional da área para avaliação.   Sintomas de salmonelose em cães e gatos
A infecção causada por Salmonella, chamada salmonelose, pode provocar diferentes sinais clínicos em cães e gatos. 
  Em muitos casos, os animais podem ser portadores assintomáticos, mas alguns desenvolvem manifestações gastrointestinais.
  Entre os sinais comuns da condição estão diarreia, presença de muco ou sangue nas fezes, vômito, febre, apatia e redução do apetite. 
  Filhotes, animais idosos ou indivíduos com sistema imunológico comprometido podem apresentar maior risco de desenvolver quadros mais graves.
  João Marcel destaca que qualquer alteração digestiva persistente deve ser avaliada por um profissional. 
  'A presença de sintomas gastrointestinais deve sempre motivar a busca por atendimento veterinário para diagnóstico e manejo adequado', afirma.
  Além do impacto na saúde animal, a Salmonella também possui importância em saúde pública, pois pode ser transmitida entre animais e humanos por meio do contato com fezes ou alimentos contaminados.
  Por esse motivo, a higienização adequada das mãos após manipular alimentos ou utensílios utilizados pelos animais é uma medida importante de prevenção.   Embalagens comprometidas podem indicar risco de contaminação do produto (Foto: Reprodução)
FAQ sobre salmonella na pet food
A salmonella é comum em alimentos para pets?
A presença da bactéria é considerada incomum em produtos fabricados sob rigorosos controles sanitários, mas pode ocorrer caso haja falhas na cadeia de produção ou armazenamento.
  Animais sempre apresentam sintomas quando entram em contato com Salmonella?
Não. Alguns cães e gatos podem ser portadores assintomáticos, enquanto outros desenvolvem sinais gastrointestinais.
  Como reduzir o risco de contaminação na alimentação dos pets?
Armazenar o alimento corretamente, manter utensílios limpos, respeitar o prazo de validade e adquirir produtos de fabricantes que sigam boas práticas de produção são medidas importantes. Fonte: Cães e Gatos

Sanidade

10/04/2026

Segurança de alimentos pet: 10 pontos críticos para fortalecer o sistema nas fábricas

Garantir a segurança de alimentos para animais de companhia exige mais do que protocolos bem escritos. 
  Na prática industrial, falhas costumam ocorrer na execução, especialmente quando há mudanças em formulações, equipamentos ou rotinas operacionais que não passam por reavaliações criteriosas.

A construção de um sistema robusto depende de três pilares: equipes bem treinadas e engajadas, procedimentos fundamentados em evidências científicas e revisão contínua dos processos produtivos. 
  Sem esses elementos, mesmo programas tecnicamente estruturados podem apresentar lacunas no chão de fábrica.
  A seguir, dez pontos considerados centrais para fortalecer programas de segurança em fábricas de alimentos para pets:
  Pessoas são a base do sistema
Mesmo o melhor programa não funciona sem uma equipe comprometida e tecnicamente preparada. 

O desempenho do sistema depende diretamente do engajamento e da capacidade dos profissionais responsáveis por executar os procedimentos operacionais padrão.
  Segurança de alimentos exige revisão contínua
O sistema não pode ser tratado como documento estático. Revisões devem ocorrer ao menos uma vez por ano e sempre que houver mudanças em equipamentos, fluxo de processo ou formulação. A atualização constante é essencial para garantir que as medidas preventivas permaneçam adequadas.
  Modificações estruturais aumentam o risco de patógenos
Alterações em estruturas físicas ou substituição de equipamentos estão entre os principais fatores associados ao surgimento de riscos sanitários. Intervenções em paredes, passagens ou áreas técnicas podem expor pontos previamente ocultos de contaminação. Por isso, recomenda-se higienização antes e depois das obras, além de protocolos rigorosos para equipes terceirizadas.
  Maior inclusão de proteínas requer revalidação
O aumento no uso de carnes frescas e farinhas de origem animal em formulações premium pode exigir reavaliação das etapas de controle de patógenos. Estudos de validação realizados com níveis menores de inclusão proteica podem não refletir o risco atual, especialmente quando há cargas microbianas superiores às inicialmente consideradas.
  Estudos internos são fundamentais
Estudos de desafio conduzidos internamente são importantes para correlacionar dados laboratoriais com a produção em escala industrial. Como plantas-piloto não reproduzem integralmente as condições de extrusoras comerciais, é necessário gerar dados próprios que comprovem equivalência em parâmetros como tempo, pressão e umidade.
  Controles preventivos não podem ser flexibilizados
Pressões por aumento de produtividade não devem comprometer parâmetros críticos de controle. Ajustes para ganho de eficiência devem ocorrer por meio de pesquisa e otimização de processos — como configuração de pré-condicionadores ou ajustes de velocidade — e não pela redução de medidas de segurança.

Avaliação externa amplia objetividade
Equipes internas podem perder a capacidade de identificar vulnerabilidades ao longo do tempo. A contratação de auditorias externas e certificações independentes é considerada estratégica para garantir avaliação imparcial de riscos.
  Cultura começa na liderança
A coerência entre discurso e prática da gestão é determinante para consolidar a cultura de segurança. Inconsistências no uso de equipamentos de proteção individual por parte de gestores, por exemplo, sinalizam fragilidade no alinhamento institucional.
  Treinamento deve ser acessível e contínuo
Programas de capacitação simples, atualizados e integrados à rotina operacional tendem a gerar maior adesão. Sistemas digitais com alertas automáticos de atualização de procedimentos podem reforçar a cultura de melhoria contínua, desde que complementados por treinamentos práticos.
  Verificação de fornecedores é inegociável
A consistência de ingredientes influencia diretamente a segurança e a estabilidade do processo. Variações regionais em matérias-primas, como trigo, podem afetar densidade, comportamento na extrusão e carga microbiana. Auditorias anuais, exigência de certificados de análise e comunicação transparente sobre mudanças de origem são medidas consideradas essenciais.   FAQ sobre segurança de alimentos pet
Por que mudanças estruturais aumentam o risco sanitário?
Porque podem expor áreas previamente contaminadas ou criar novos pontos de abrigo para patógenos.
  Com que frequência o sistema de segurança deve ser revisado?
Recomenda-se ao menos uma revisão anual completa, além de avaliações sempre que houver mudanças operacionais.
  Qual é o papel da liderança na segurança de alimentos?
A gestão deve demonstrar, na prática, o padrão de conduta esperado, fortalecendo a cultura organizacional. Fonte: Cães & Gatos

Sanidade

20/03/2026

Perigo invisível aos olhos: micotoxinas no pet food  

Recentemente, as micotoxinas voltaram a ser foco das discussões no pet food. O motivo é a aprovação da portaria SDA/MAPA nº 1.412 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), que define novos limites máximos de micotoxinas em produtos destinados à alimentação de cães e gatos.
  Mas, afinal, o que muda com essa nova portaria e o que são as micotoxinas? Para responder esses questionamentos conversamos com a médica-veterinária mestre e doutora em Nutrição de cães e gatos e membro do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal Pet (CBNA PET) e da Sociedade Brasileira de Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (SBNutriPet), Luciana Domingues de Oliveira. 

'A portaria nº 1.412, de 3 de outubro de 2025, determina de forma inédita os limites máximos de aflatoxinas B1 e de aflatoxinas totais (somatória das aflatoxinas B1, B2, G1 e G2) em produtos destinados à alimentação de cães e gatos. Essa mudança é positiva e aumenta a segurança de alimentos para as espécies, trazendo também mais segurança aos responsáveis que preferem usar rações e produtos industrializados na alimentação de seus animais', explica.
  Ainda segundo a profissional, a existência de limites claros e fiscalizáveis permite um controle de qualidade mais rigoroso por parte da indústria e dos órgãos de fiscalização, reduzindo os riscos de doenças e óbitos em pets causados pelo consumo de alimentos contaminados.   Entendo as micotoxinas    Basicamente, as micotoxinas são metabólitos secundários tóxicos produzidos por fungos filamentosos. 
  Luciana esclarece que elas podem contaminar alimentos usados tanto para alimentação humana, quanto animal, quando esses microrganismos estão na presença de condições adequadas de umidade e calor. 
  'Parte das micotoxinas são resistentes ao processamento térmico e podem estar presentes mesmo em produtos industrializados. Os principais fungos produtores de micotoxinas em alimentos para cães e gatos são os gêneros Aspergillus, Penicillium e Fusarium', pontua.
  Esses fungos estão presentes em diferentes alimentos, como milho, trigo, cevada, aveia, amendoim, nozes, castanhas, café, frutas secas e produtos derivados, como suco de maçã.
  Com isso, as rações podem conter micotoxinas devido ao uso de ingredientes que contenham essas substâncias ou porque o processamento não foi adequado e a ração acabou retendo mais umidade que o ideal.
  'As micotoxinas mais comuns encontradas em alimentos para pets são aflatoxinas, fumonisinas, ocratoxina A, zearalenona e deoxinivalenol (DON)', informa a especialista.    Perigos envolvidos 
A contaminação por micotoxinas pode tornar os alimentos verdadeiros vilões para a saúde de cães e gatos. 
  Conforme relata Oliveira, os riscos da ingestão vão desde problemas agudos e crônicos até óbito em casos mais graves. Dentre eles estão: 
  Sintomas gastrointestinais agudos: náuseas, vômitos e diarreia; Sintomas neurológicos agudos: tremores musculares, convulsões, ataxia, fraqueza, agitação ou depressão e letargia;  Outros sintomas agudos: temperatura corporal alterada, aumento da frequência cardíaca e respiratória e salivação excessiva; Sintomas crônicos: hepatopatias, câncer, redução da imunidade, perda de peso, diminuição do crescimento, hemorragias, etc.    Controle no processo de produção    Para evitar que os alimentos sejam contaminados pelas micotoxinas é preciso realizar um controle multimodal, que acontece em diferentes pontos do processo de produção. 
  A médica-veterinária explica que tudo começa com a qualidade dos fornecedores de matérias-primas. Também é importante analisar cada novo lote de insumos. Para isso é indicado testar todos os lotes de ingredientes que têm potencial de contaminação por micotoxinas antes da descarga.
  'Deve-se, ainda, controlar o processo de produção através da mensuração contínua da umidade e atividade de água dos alimentos durante sua produção. Já quando o produto final estiver pronto, é necessário garantir teores adequados de umidade, atividade de água e temperatura durante o envase dos alimentos. Assim, evita-se a formação de gotículas de água dentro da embalagem', afirma. 
  Inclusive, a embalagem é uma peça-chave para prevenir as contaminações. Dessa forma, é fundamental que não apresente furos, que permitam o surgimento de umidade enquanto o produto está na prateleira das lojas. 
  Outro ponto que faz parte da prevenção às micotoxinas é o uso dos antifúngicos nos alimentos para pets. De acordo com a especialista, alguns antifúngicos utilizados para essa finalidade são: propionato de cálcio, ácido propiônico, ácido cítrico e ácido sórbico. 
  Também há os adsorventes de micotoxinas, que podem ser usados sozinhos ou em associação aos antifúngicos. 
  'Dentre esses, temos os adsorventes inorgânicos, que incluem principalmente os aluminossilicatos como argilas e zeólitas, e os orgânicos, que são mais recentes e produzidos à base de algas ou leveduras modificadas', cita.   Cuidados com o armazenamento
O armazenamento adequado dos alimentos para pets é uma ação indispensável quando se fala em prevenção de micotoxinas. 
  Oliveira recomenda a realização de ações para orientar os responsáveis pelos animais sobre a importância de manter os alimentos em condições ideais de acondicionamento e longe de umidade e do calor. 
  'As micotoxinas podem surgir nas rações quando existe um ambiente que permita o crescimento de fungos. Isso ocorre em condições ambientais como temperaturas elevadas (entre 20ºC e 30ºC) e alta umidade, que são situações muito comuns em países tropicais como o Brasil, principalmente, depois que as pessoas abrem a embalagem e não a mantém em ambiente seco, fresco e arejado como recomendado pelos fabricantes', explica.
  Logo, as embalagens devem sempre ficar fechadas e armazenadas em ambiente seco, fresco, arejado e longe de umidade e da luz solar direta. 
  Também é importante que as rações sejam conservadas em suas embalagens originais, pois existe um trabalho dos fabricantes em desenvolver pacotes que ajudem a manter a qualidade dos seus alimentos. 
  'Quando retiramos os alimentos de suas embalagens originais, além do fabricante não poder garantir a qualidade dos alimentos, caso haja qualquer problema com a ração, o consumidor não terá as informações necessárias para fazer a solicitação de troca ou reclamação, como número de lote, data de fabricação e data de validade', finaliza.

Sanidade Transformando fornecedores em aliados de inovação na indústria pet food

6+ MIN

Transformando fornecedores em aliados de inovação na indústria pet food

Matérias-primas como origem dos principais riscos   Nos últimos anos, muitos países registraram diversos episódios de recall em produtos destinados à alimentação animal, e a literatura científica confirma um padrão que o setor já conhece bem: a maioria das contaminações em pet food tem origem em matérias-primas mal monitoradas ou adquiridas sem histórico técnico adequado (Witaszak et al., 2020; Cheli et al., 2020). 
  A ocorrência crescente de micotoxinas como aflatoxinas, DON, fumonisinas e zearalenona, ou outros contaminantes em rações para cães e gatos demonstra que ingredientes agrícolas e subprodutos animais representam riscos concretos para a segurança e a qualidade do alimento (Witaszak et al., 2020). Esses dados reforçam algo essencial: não existe planta conectada sem fornecedor conectado.   Os limites do controle isolado nas fábricas   Quando um fabricante, especialmente industria menor, tenta construir um sistema de controle de qualidade isolado, sem colaboração técnica upstream, rapidamente encontra seus limites. Isso ocorre porque a variabilidade natural de ingredientes como milho, farinhas proteicas, subprodutos animais e óleos não pode ser completamente controlada apenas com inspeção no recebimento. 
  A literatura de segurança alimentar mostra que a especificação das matérias-primas é um dos pilares da prevenção de riscos, embora ainda seja negligenciada especialmente por fábricas menores (Cheli et al., 2020). Muitos fabricantes operam com descrições simplificadas das matérias-primas, sem limites analíticos, sem histórico estatístico e sem compreensão dos riscos específicos de cada origem ou safra.   O fornecedor como elo inteligente da cadeia   É justamente nesse ponto que o fornecedor se transforma não apenas em um vendedor de insumos, mas em verdadeiro elo inteligente da cadeia. Fornecedores tecnificados têm acesso a bancos de dados internos, análises por lote, curvas de variação, registros de safra, monitoramentos sazonais e processos industriais certificados. 
  Quando esses dados são compartilhados, o fabricante ganha acesso imediato a uma camada de inteligência que dificilmente conseguiria construir sozinho. E é essa troca estruturada de informações que caracteriza a planta verdadeiramente conectada, não apenas integrada internamente, mas estendida a toda a cadeia produtiva (Integrated Mycotoxin Management System, 2021; Aung & Chang, 2014).   Construção conjunta de especificações técnicas    A construção conjunta de especificações técnicas é um bom exemplo de como essa conexão muda o cenário. Especificações baseadas em dados históricos são significativamente mais eficazes na redução de desvios do que modelos genéricos aplicados a todas as origens (Cheli et al., 2020). 
  Um fornecedor preparado pode ajudar o fabricante a entender:
  a variabilidade natural dos ingredientes os limites de micotoxinas e outros contaminantes esperados por região as tendências de umidade e composição ao longo do ano os métodos analíticos adequados para cada risco
  Essa colaboração reduz rejeições desnecessárias, minimiza variações no processo e diminui custos de formulação.   Micotoxinas: um exemplo de parceria estratégica   No caso das micotoxinas, um dos contaminantes críticos para pet food, essa parceria se torna ainda mais estratégica. O BIOMIN Mycotoxin Survey e outros estudos demonstram que a ocorrência de aflatoxinas, DON e fumonisinas varia intensamente entre safras, regiões e condições climáticas, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo e compartilhado (Cheli et al., 2020; Witaszak et al., 2020). Ou seja, um fabricante que analisa apenas o que chega à sua porta está sempre atrasado. Programas de monitoramento baseados em tendências sazonais são muito mais eficazes do que análises pontuais (Cheli et al., 2020). E quem melhor conhece essas tendências do que o próprio fornecedor, que acompanha desde o campo até o beneficiamento?   Rastreabilidade que nasce no fornecedor   A conectividade também se manifesta na rastreabilidade. Cada lote que chega à fábrica leva consigo uma história: origem, data de produção, tempo de estocagem, rota logística, análises laboratoriais e condições de processamento. 
  Quando o fornecedor disponibiliza esses dados de forma estruturada, seja por QR codes, relatórios digitais ou sistemas integrados,o fabricante passa a operar com velocidade e segurança muito superiores. A rastreabilidade upstream é um dos pontos mais frágeis da cadeia global de pet food, e a maneira mais eficiente de fortalecê-la é garantir que o fluxo de informações nasça no fornecedor (Aung & Chang, 2014).   Treinamento e capacitação como parte da conexão   Essa relação não se limita a documentos; ela se expande para a capacitação técnica. Muitos dos erros que levam pequenas fábricas a aceitar lotes irregulares são resultado de amostragem inadequada, interpretação errada de laudos ou desconhecimento dos riscos mais prováveis. Estudos mostram que treinamentos simples para equipes de recebimento já reduzem significativamente a entrada de matéria-prima fora de especificação (Integrated Mycotoxin Management System, 2021). 
  Quando o fornecedor oferece esse suporte, seja com treinamentos, consultorias ou visitas técnicas, ele está, na prática, elevando o nível de maturidade da planta, ajudando-a a operar como um sistema conectado mesmo sem grandes investimentos em tecnologia.   Ferramentas analíticas híbridas   Outro ponto em que a conectividade entre fornecedor e fabricante se traduz em inovação realista é o uso de ferramentas analíticas híbridas. Kits rápidos para triagem de micotoxinas, quando validados, apresentam boa correlação com métodos confirmatórios e são recomendados como parte de sistemas de triagem (Cheli et al., 2020). Pequenas fábricas podem adotar uma combinação eficiente: triagem rápida no recebimento, validação periódica em laboratório acreditado e relatórios analíticos contínuos fornecidos pelo parceiro upstream. Isso reduz desperdícios, acelera a tomada de decisão e permite uso mais inteligente dos recursos.   Conclusão   A literatura também evidencia que fábricas que operam com dados compartilhados de fornecedores têm melhor previsibilidade produtiva e menor variabilidade de custos (Integrated Mycotoxin Management System, 2021). 
  Quando fornecedor e fabricante operam como uma única rede de informações, a indústria ganha em segurança, previsibilidade, inovação e competitividade. O mercado global de pet food, cada vez mais exigente e sensível a riscos, depende exatamente dessa integração inteligente, que começa muito antes da linha de produção e termina no alimento seguro, rastreável e estável que chega ao comedouro. Por Ludmila Barbi Trindade Bomcompagni – All Pet Food
Fonte: All Pet Food Magazine
  Referências • Aung, M. M., & Chang, Y. S. (2014). Traceability in a food supply chain: Safety and quality perspectives. Food Control, 39, 172 184. https://doi.org/10.1016/j.foodcont.2013.11.007 • Cheli, F., Campagnoli, A., Dell'Orto, V. (2020). Mycotoxin contamination management tools and efficient strategies in feed industry. Toxins, 12(8), 480. https://doi.org/10.3390/toxins12080480 • Witaszak, N., Waśkiewicz, A., Bocianowski, J., & Stępień, Ł. (2020). Contamination of Pet Food with Mycobiota and Fusarium Mycotoxins—Focus on Dogs and Cats. Toxins, 12(2), 130. https://doi.org/10.3390/toxins12020130 • Integrated Mycotoxin Management System in the Feed Supply Chain: Innovative Approaches. (2021). Toxins, 13(8), 572. https://doi.org/10.3390/toxins13080572

Por Ludmila Barbi T. Bomcompagni

Cães O bem-estar animal definirá o ano de 2026: mais saúde emocional, tecnologia e consumo responsável

4+ MIN

O bem-estar animal definirá o ano de 2026: mais saúde emocional, tecnologia e consumo responsável

Até 2026, o cuidado e a convivência com animais de estimação evoluirão para uma abordagem mais consciente, inovadora e responsável em todos os níveis. Nesse sentido, a Tiendanimal antecipa as tendências que se consolidarão no próximo ano, marcadas por uma visão mais holística do bem-estar, a busca por produtos premium e personalizados, a integração da tecnologia no cotidiano e um firme compromisso com a sustentabilidade.
  Caroline Arrú, Diretora de Marketing e Atendimento ao Cliente e copatrocinadora do Comitê ESG da Tiendanimal, afirma que essas tendências refletem uma relação cada vez mais próxima entre pessoas e animais, onde qualidade, inovação e respeito se tornam os pilares da convivência. Esse vínculo está se expandindo nos lares espanhóis, estando presente em mais de 50% deles.   BEM-ESTAR FÍSICO E EMOCIONAL: UMA PRIORIDADE CRESCENTE   Até 2026, o bem-estar será o foco central em nossa relação com os animais. Não se trata apenas de atender às necessidades básicas, mas de garantir uma vida plena e equilibrada, onde nutrição especializada e funcional, suplementos específicos, rotinas de exercícios adaptadas às necessidades individuais e medicina preventiva desempenharão um papel fundamental.
  Nessa mesma linha, destaca-se a importância contínua da saúde emocional, que se traduz na busca por brinquedos interativos, espaços seguros e serviços voltados para a redução do estresse e da ansiedade.
  "Cada vez mais pessoas entendem que a saúde emocional é tão importante quanto a saúde física e, portanto, em 2026 veremos um aumento nas soluções que promovem a calma e a estimulação positiva ", afirma Arrú a esse respeito.   PREMIUMIZAÇÃO E PERSONALIZAÇÃO: PRODUTOS FEITOS SOB MEDIDA   Por outro lado, a tendência de premiumização também continuará a crescer, com o aumento da procura por produtos de alta qualidade, feitos com ingredientes naturais e processos sustentáveis. Neste contexto, a personalização será fundamental, com dietas adaptadas à idade, tamanho e necessidades específicas, acessórios concebidos para cada estilo de vida e serviços exclusivos que fortalecem o vínculo entre humanos e animais.   TECNOLOGIA: INOVAÇÃO A SERVIÇO DO CUIDADO   Ao longo do próximo ano, a digitalização transformará significativamente a forma como as pessoas cuidam e interagem com seus animais de estimação. Veremos um aumento no uso de ferramentas como dispositivos inteligentes de monitoramento de saúde, aplicativos que simplificam o gerenciamento de rotina e serviços de consulta veterinária online.
  "A tecnologia não só proporcionará conveniência, mas também a segurança e a prevenção necessárias para o bem-estar dos animais de estimação, oferecendo muitos benefícios que não poderíamos alcançar de outra forma. Entre eles, a antecipação de problemas de saúde e a melhoria da qualidade de vida ", afirma Arrú, que insiste que "a tecnologia aplicada ao mundo animal não é apenas mais uma moda passageira, mas uma ferramenta perfeita para melhorar significativamente o bem-estar e a qualidade de vida dos animais".   SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: UM COMPROMISSO INEVITÁVEL   Em 2026, a consciência ambiental também será essencial na escolha de produtos e serviços para ajudar a minimizar o impacto ambiental. Fatores como o uso de materiais reciclados, embalagens biodegradáveis ​​e processos de produção ecologicamente corretos farão a diferença e serão decisivos nas decisões de compra.
  "O compromisso ambiental é inegociável, e cada vez mais setores estão se comprometendo com a economia circular e a redução de resíduos. Isso não é, e não deveria ser, algo estranho ao mundo dos animais de companhia, porque querer o melhor para o nosso planeta é também querer o melhor para todos nós: humanos e animais ", conclui Arrú.

  Fonte: IM VETERINARIA


Sección en español

Sanidad

4 min de lectura

28/05/2026

Bacterias multirresistentes en alimentos de carne cruda para perros alertan de su riesgo para la salud pública  

Las dietas de carne cruda (DRC) siguen siendo una opción alimenticia popular para mascotas en varios países europeos. Las muestras de DRC deben someterse a pruebas para detectar la presencia de Enterobacteriaceae y Salmonella spp. Sin embargo, a pesar de este requisito, las muestras de DRC preelaboradas disponibles comercialmente aún pueden estar contaminadas con altos niveles de estas bacterias. Además, se ha demostrado que las DRC están contaminadas con bacterias resistentes a los antimicrobianos (RAM), incluidas bacterias resistentes a los antibióticos de máxima prioridad y de importancia crítica (HP-CIA) para la salud humana y animal, así como especies bacterianas que actualmente no se analizan de forma rutinaria (por ejemplo, Listeria monocytogenes y Campylobacter spp.), pero que podrían representar un riesgo para los animales y las personas.    Los organismos ESKAPE (Enterococcus faecium, Staphylococcus aureus, Klebsiella pneumoniae, Acinetobacter baumannii, Pseudomonas aeruginosa y Enterobacter spp.) son bacterias de gran preocupación debido a su propensión a la multirresistencia a los antibióticos (RDM), incluida la resistencia a los HP-CIA, y su supervivencia en entornos clínicos. Estos organismos se han propagado globalmente y son importantes contribuyentes a las infecciones nosocomiales humanas. Los organismos ESKAPE gramnegativos (GN-ESKAPE) son una preocupación creciente en medicina veterinaria y se han identificado como las bacterias gramnegativas predominantes en muestras fecales y ambientales asociadas a hospitales veterinarios. Se han documentado infecciones RDM graves en perros, gatos y caballos. Se han encontrado en aislamientos clínicos de origen animal y humano, lo que indica la capacidad de causar enfermedades graves con potencial zoonótico como resultado de estas bacterias. Sin embargo, se sabe poco sobre la prevalencia y los riesgos de los organismos GN-ESKAPE en los alimentos para mascotas.   Bacterias multirresistentes en alimentos de carne cruda para perros
  Un estudio presenta el primer informe de organismos GN-ESKAPE resistentes a los antimicrobianos (RAM) en RMD preelaborados disponibles comercialmente en el Reino Unido. Estos organismos se aislaron incidentalmente de muestras de RMD analizadas como parte de un estudio más amplio que investigaba la presencia de Escherichia coli resistente a los antimicrobianos en RMD.   Se obtuvieron muestras de RMD congelado y preelaborado para perros (N = 110 muestras de 10 marcas). La selección de marcas y muestras se basó en las marcas más utilizadas, según lo descrito en una encuesta sobre las prácticas de alimentación de los dueños de perros en el Reino Unido.    Siete marcas de carne procesada analizadas presentaron al menos un microorganismo GN-ESKAPE aislado en al menos una muestra. Diversos tipos de carne se asociaron con la presencia del microorganismo GN-ESKAPE; sin embargo, las muestras que contenían pato y vísceras fueron las más frecuentemente contaminadas (N = 7 muestras cada una). Los microorganismos GN-ESKAPE identificados en las muestras de carne procesada incluyeron P. aeruginosa (N= 10 muestras de cinco marcas diferentes), Enterobacter spp. (N = 4 muestras de tres marcas diferentes) y Acinetobacter spp. (N = 8 muestras de tres marcas diferentes).   Un aislado de Acinetobacter nosocomialis, uno de Enterobacter asburiae y dos de P. aeruginosa mostraron resistencia fenotípica a la fluoroquinolona ciprofloxacina. Todos los aislados de Enterobacter spp. fueron fenotípicamente resistentes a ceftazidima y/o cefotaxima. Un aislado de P. aeruginosa mostró resistencia fenotípica a meropenem.   Riesgo para la salud pública 
  'Este estudio exploratorio demostró que los alimentos procesados ​​congelados disponibles comercialmente en el Reino Unido pueden estar contaminados con bacterias multirresistentes (MDR) que tienen el potencial de causar enfermedades graves en poblaciones vulnerables, como niños pequeños, personas inmunodeprimidas y ancianos, y que actualmente no se analizan de forma rutinaria como parte de los requisitos de análisis de muestras de alimentos', indicaron.   Del mismo modo, añaden que 'hasta donde sabemos, este estudio es el primero en identificar organismos GN-ESKAPE importantes, algunos portadores de genes de resistencia a carbapenémicos, en alimentos para mascotas'. Si bien estos hallazgos fortuitos no implican un riesgo directo de transmisión, contribuyen a la 'creciente evidencia sobre los posibles riesgos de bacterias patógenas y resistentes a los antimicrobianos asociados con estos alimentos y podrían ser útiles para la formulación de políticas sobre estándares de análisis microbiológico de alimentos para mascotas'.   Por ello, consideran que es fundamental continuar colaborando con las partes interesadas (propietarios de mascotas, productores de alimentos, legisladores y personal veterinario y médico) para mejorar la concienciación sobre los posibles riesgos de salud integral de estos alimentos y salvaguardar la salud animal y humana. Fuente: Diario Veterinario

Nutrición

4 min de lectura

27/05/2026

5 tendencias pet food que están cambiando la forma de producir  

Hoy, las nuevas demandas del mercado impulsan alimentos de mayor calidad, propuestas más saludables, formatos innovadores, procesos más sustentables y plantas cada vez más eficientes.
  En este escenario, las tendencias ya no se observan únicamente desde el producto final. También se traducen en decisiones industriales concretas: qué tecnología incorporar, cómo optimizar los recursos, cómo cuidar la calidad del producto y cómo preparar la planta para responder a un consumidor cada vez más exigente.
  Desde Clivio Solutions, acompañamos esta evolución integrando soluciones de ingeniería y tecnología que permiten transformar estos cambios en oportunidades reales de mejora productiva.   1. Humanización de las mascotas
La humanización de las mascotas es una de las tendencias más fuertes dentro de la industria. Cada vez más, los consumidores buscan productos que reflejen el cuidado, la calidad y la atención que también esperan en su propia alimentación.
  Esto impulsa el desarrollo de alimentos más completos, snacks funcionales, productos proteicos y propuestas diferenciadas que responden a nuevos hábitos de consumo.
  Para las plantas de pet food, esta tendencia implica producir con mayor precisión, flexibilidad y capacidad de adaptación. Ya no se trata únicamente de fabricar volumen, sino de responder a un mercado que demanda variedad, consistencia y calidad en cada presentación.   2. Productos más saludables y de mayor calidad
El interés por alimentos más saludables también está marcando el camino. Los consumidores valoran cada vez más la calidad nutricional, la selección de ingredientes, la estabilidad del producto y la experiencia final de consumo.
  Esto genera nuevos desafíos en la operación: cuidar la integridad del alimento, evitar la degradación durante el proceso, reducir la presencia de finos o polvo, y asegurar que el producto llegue al envase en las mejores condiciones posibles.
  En este punto, tecnologías de transporte suave como Chain-Vey aportan una ventaja concreta, ya que permiten mover el producto de forma delicada, contribuyendo a preservar su calidad física y reduciendo la generación de polvo dentro de las bolsas.   3. Nuevos formatos de envasado
La innovación también llega al packaging. En una industria cada vez más competitiva, el envase cumple un rol clave en la diferenciación del producto, la practicidad para el consumidor y la percepción de valor.
  Aparecen nuevos formatos, combinaciones de productos, presentaciones más funcionales y propuestas que buscan mejorar la experiencia de compra y uso.
  Para acompañar esta evolución, las líneas de envasado necesitan ser más versátiles, precisas y adaptables. Soluciones como las de Umbra Packaging permiten responder a estas nuevas demandas, integrando tecnología para envasar distintos formatos con eficiencia, confiabilidad y visión de futuro.   4. Sustentabilidad y control del impacto ambiental
La sustentabilidad ya no es una tendencia aislada: es parte de las decisiones estratégicas de la industria.
  Las plantas buscan reducir su impacto ambiental, optimizar recursos y operar con tecnologías que acompañen las nuevas exigencias del mercado, de las comunidades y de las normativas.
  Uno de los grandes desafíos en pet food está vinculado al control de olores industriales. En este sentido, soluciones como Aerox permiten tratar olores y emisiones de forma eficiente, sin uso de agua, químicos ni combustibles, contribuyendo a una operación más limpia y sustentable.
  Pensar en sustentabilidad también es pensar en una industria capaz de crecer cuidando su entorno.   5. Eficiencia productiva y recupero de subproductos
Producir mejor también significa aprovechar mejor cada recurso disponible dentro de la planta.
  El recupero de subproductos, la reducción de pérdidas y la optimización de los flujos productivos se vuelven cada vez más relevantes para mejorar la eficiencia operativa y la rentabilidad del proceso.
  Con soluciones como SATI, es posible incorporar sistemas orientados al recupero, reproceso y dosificación de subproductos, permitiendo una gestión más inteligente de los recursos y una operación más eficiente.
  En una industria donde la competitividad se define tanto por la calidad del producto como por la eficiencia del proceso, este tipo de tecnologías se vuelve clave para preparar las plantas para lo que viene.   Una industria que evoluciona desde el producto hasta la planta
Las tendencias en pet food no solo muestran hacia dónde va el consumidor. También revelan hacia dónde deben evolucionar las plantas industriales.
  Humanización, calidad, salud, nuevos formatos, sustentabilidad y eficiencia son conceptos que hoy impactan directamente en la forma de producir.
  Por eso, el desafío no está únicamente en seguir las tendencias, sino en contar con la tecnología, la ingeniería y el criterio técnico necesarios para transformarlas en soluciones concretas.
  Desde Clivio Solutions, trabajamos junto a la industria para acompañar esa evolución, integrando conocimiento, experiencia y tecnologías que ayudan a producir con mayor eficiencia, calidad y visión de futuro.
  ¿Querés conocer cómo estas soluciones pueden aplicarse en tu planta?
Contactanos y conversemos sobre cómo optimizar tus procesos de pet food con tecnología, ingeniería y criterio técnico. info@cliviosolutions.com Fuente: Clivio Solutions

Otros microingredientes

5 min de lectura

26/05/2026

Colmax: colina natural para el bienestar neuronal, metabólico y digestivo en mascotas

En la nutrición de los animales de compañía, el bienestar comienza mucho antes de que el alimento llegue al plato. La calidad de los ingredientes y el equilibrio de los nutrientes son factores clave para sostener la vitalidad y la salud metabólica de perros y gatos.

Dentro de estos nutrientes, la colina cumple un rol fundamental: su presencia en la dieta colabora con el correcto funcionamiento hepático, al transporte de lípidos y al desarrollo del sistema nervioso. Los perros y gatos no la sintetizan en cantidades suficientes, por lo que su incorporación en alimentos balanceados resulta esencial.

Colmax es una fuente natural de colina e inositol desarrollada por Adinnova, que contribuye a regular el metabolismo hepático, lipídico y energético. Su formulación de origen vegetal permite aportar este nutriente esencial de forma estable y segura en diferentes formulaciones de alimentos balanceados.  
¿Por qué la colina es clave en la nutrición de mascotas?
La colina participa en procesos fundamentales del organismo, especialmente en el metabolismo hepático, el transporte de grasas y el funcionamiento del sistema nervioso. Cuando su aporte en la dieta es insuficiente, pueden aparecer problemas hepáticos, menor vitalidad o debilidad muscular.

Tradicionalmente, la fuente más utilizada de colina en nutrición animal ha sido el cloruro de colina. Sin embargo, esta molécula presenta algunas limitaciones tecnológicas. Se trata de un compuesto higroscópico y reactivo que puede interactuar con otros ingredientes de la dieta y afectar la estabilidad de nutrientes sensibles durante el procesamiento y almacenamiento del alimento. Entre los efectos más habituales se encuentran la oxidación de vitaminas, pigmentos y aminoácidos. Además, su origen está asociado a derivados petroquímicos.

Las fuentes naturales de colina representan una alternativa que busca resolver estas limitaciones. La colina vegetal se presenta asociada a fosfolípidos como la fosfatidilcolina, que forman parte de la estructura de las membranas celulares y contribuyen a su estabilidad biológica.   La colina natural de Adinnova
Colmax es una fuente natural de colina e inositol desarrollada por Adinnova para contribuir al equilibrio metabólico en nutrición animal. Su formulación combina colina de origen vegetal con compuestos funcionales que benefician el funcionamiento celular.

Entre sus componentes se encuentran fosfolípidos como la fosfatidilcolina y el fosfatidilinositol, además de coadyuvantes como ácido butírico y extractos vegetales que favorecen la salud intestinal y hepática, a la vez de la absorción de nutrientes. Esta combinación permite optimizar el transporte y la utilización de lípidos, contribuyendo al equilibrio metabólico y a la vitalidad de las mascotas a través de su nutrición.

Otra característica relevante es su estabilidad tecnológica. Colmax tiene una presentación fluida, no es higroscópico y resiste los tratamientos térmicos habituales en el procesamiento de alimentos balanceados, dado que estas moléculas tienen activado y capacidad de absorción. A su vez, su uso permite trabajar con menores niveles de inclusión en la fórmula en comparación con fuentes sintéticas de colina, optimizando la formulación y la eficiencia económica del alimento.   El impacto de Colmax en petcare
Colmax aporta colina, una pseudovitamina que perros y gatos no sintetizan en cantidades suficientes. Su presencia en la dieta permite reforzar la integridad de las membranas celulares y participar en procesos neurometabólicos vinculados con la vitalidad y el funcionamiento del organismo.

Este aditivo nutricional colabora con al desarrollo saludable del cerebro, el corazón, el hígado, los músculos y el sistema nervioso, acompañando el bienestar general de los animales a través de su alimentación.

Por su parte, su formulación estable permite una incorporación sencilla en alimentos balanceados. La dosis recomendada en petcare se encuentra entre 150 y 500 g por tonelada de alimento, pudiendo reemplazar al cloruro de colina (60%) en una relación aproximada de 1 a 4, optimizando el uso del espacio en la dieta.

Al fortalecer el funcionamiento celular, Colmax permite sostener la vitalidad y el bienestar de perros y gatos a lo largo de toda su vida. Su aporte nutricional refuerza la integridad de las membranas celulares, favorece el desarrollo neuronal y acompaña y a la salud integral de las mascotas.   Estudios sobre Colmax
Esta biosolución ha sido acompañada por evaluaciones científicas orientadas a comprender su efecto en el metabolismo animal. Durante 2024 y 2025, Adinnova desarrolló estudios junto al Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA), en los que se analizaron distintos parámetros productivos, metabólicos y fisiológicos, incluyendo desempeño, funcionamiento hepático y análisis de tejidos. Los resultados permitieron validar el aporte de Colmax como un aditivo nutricional que contribuye al bienestar general de los animales.  
También se realizaron estudios de expresión génica mediante tecnologías de secuenciación avanzada, con el objetivo de observar cómo responde el organismo a su incorporación en la dieta. Los análisis mostraron que Colmax modula distintas rutas metabólicas vinculadas con el aprovechamiento de nutrientes y la producción de energía celular.

Se evidenció una menor activación de genes asociados a procesos de proliferación celular, mecanismos que cuando se desregulan suelen vincularse con distintas patologías, incluyendo procesos tumorales como el cáncer. Es decir, Colmax favorece un metabolismo activo y equilibrado sin estimular mecanismos celulares asociados a la proliferación descontrolada. Por Adinnova
Fuente: All Pet Food Magazine
  Sobre Adinnova
Adinnova es una empresa argentina con presencia en mercados internacionales dedicada al desarrollo de aditivos naturales para nutrición animal. Cada biosolución integra ciencia e innovación aplicadas al bienestar y la productividad. 
Más información en nuestro sitio web: adinnova.com.ar

Fabricantes de Alimentos

5 min de lectura

25/05/2026

En Champion Petfoods creamos dietas `biológicamente apropiadas' ricas en proteínas  

En los últimos años, la nutrición y la calidad de los alimentos para perros y gatos ha ganado importancia, debido a que los pet parents (tutores) buscan productos elaborados con ingredientes naturales, así como la adecuación biológica de las dietas. En este contexto, las marcas especializadas como Champion Petfoods buscan no solo cubrir los requerimientos nutricionales básicos, sino también contribuir activamente a la salud preventiva y al bienestar a largo plazo de las mascotas.   La filosofía nutricional de Champion Petfoods   El vicepresidente sénior de Investigación, Innovación y Desarrollo de Productos en Champion Petfoods, Jeff Johnston, sitúa en el centro de la propuesta de la compañía una filosofía basada en tres pilares esenciales.
  El primero es el concepto de recetas `biológicamente apropiadas', que consiste en "reflejar la cantidad, frescura y variedad de ingredientes animales que los perros y gatos han evolucionado para consumir". Partiendo de la premisa de que la nutrición óptima debe alinearse con la biología evolutiva de las especies, el objetivo es "crear dietas lo más parecidas posibles a las que los ancestros de las mascotas consumían en la naturaleza y que necesitan para prosperar". 
  El segundo pilar se fundamenta en "utilizar ingredientes no procesados es la forma más natural y efectiva de aportar nutrición", centrándose en el valor de los ingredientes frescos –conservados mediante refrigeración– y crudos –congelados en su punto óptimo de frescura–, que "conservan una mayor integridad nutricional en comparación con las harinas altamente procesadas y deshidratadas". 
  El tercer pilar es un espíritu de superación, por lo que afirma que "siempre estamos aprendiendo y ampliando los límites de la nutrición para animales de compañía", remarcando que este espíritu se materializa "a través de la investigación, métodos de cocción propios y un profundo conocimiento de los ingredientes".  
Dietas `biológicamente apropiadas'   En relación al concepto de `biológicamente apropiado', el profesional detalla que se sustenta en "el conocimiento de la anatomía y fisiología digestiva" de perros y gatos.
  En este sentido, el análisis de su mandíbula, dentadura y sistema digestivo evidencia su adaptación a formulaciones con "altas inclusiones de ingredientes animales de calidad, la priorización de los ingredientes frescos y crudos, la combinación de una variedad de proteínas animales, y el uso del modelo `WholePrey'".    Ingredientes de origen animal de alta calidad   La filosofía de Champion Petfoods está presente en las marcas ACANA™ y ORIJEN™, ambas reconocidas por su elevado contenido de ingredientes de origen animal, algo muy beneficioso porque "los perros y gatos están diseñados naturalmente para prosperar con una dieta rica en proteínas y grasas de origen animal, no en carbohidratos".
  A su vez, esta formulación permite aportar de forma natural nutrientes esenciales como aminoácidos, vitaminas y ácidos grasos. En el caso de los gatos, "no pueden producir el ácido graso omega-3 esencial DHA; deben obtenerlo de su dieta, y las únicas fuentes realmente aprovechables son las naturales, como el aceite de pescado".
  De esta forma, ACANA™ proporciona "una nutrición increíble con hasta un 75 % de ingredientes animales frescos o crudos de calidad", ofreciendo una amplia variedad de recetas premium a un precio más accesible. Asimismo, su proceso de formulación se basa en un "enfoque nutriente por nutriente y receta por receta". Inicialmente, se formula sin suplementos y, tras analizar el perfil nutricional resultante, se añaden los nutrientes necesarios de forma específica.
  Por su parte, ORIJEN™ representa "la cúspide absoluta de nuestra filosofía biológicamente apropiada". Con hasta un 95 % de ingredientes animales y una mayor diversidad de fuentes proteicas, la marca busca ofrecer una dieta que se acerque al máximo a la alimentación natural. "Esto significa más proteína, más grasas saludables y muchos menos carbohidratos o `rellenos'", asegura.
  En las recetas de productos como ORIJEN™, se integra el modelo WholePrey (nutrición con presa entera). "Con ORIJEN™, incorporamos carne, órganos y hueso en proporciones auténticas y biológicamente apropiadas", aclara, agregando que eso permite ofrecer una nutrición completa de forma natural.
  Al respecto, precisa que "la carne muscular aporta proteínas y grasas esenciales", mientras que "los órganos, como el hígado, el corazón y los riñones, son una fuente inagotable de nutrientes". De igual forma, "el hueso y el cartílago se incluyen como ricas fuentes naturales de minerales como el calcio y el fósforo". Por lo tanto, el modelo WholePrey busca replicar la composición nutricional de una presa natural, permitiendo que "los nutrientes se proporcionen en su forma más biodisponible", ya que integra carne muscular, órganos y huesos en proporciones adecuadas.   Proveedores que cumplen altos estándares de calidad    Para garantizar la calidad y trazabilidad, sostiene que seleccionan "cuidadosamente" a sus proveedores, por lo que "trabajamos con un selecto grupo de agricultores, ganaderos y pescadores de confianza y que cumplen con altos estándares de calidad".
  En el caso de los productos pesqueros, añade que "colaboramos con las empresas pesqueras para garantizar que nuestros peces salvajes se obtengan de forma responsable y se pueda rastrear su origen desde el barco hasta nuestras cocinas".   Soluciones nutricionales avanzadas   Johnston indica que "la innovación es una prioridad fundamental". Como resultado, en 2016 se inauguró un Centro de Investigación e Innovación propio, acompañado de una gran inversión en I+D y de alianzas con instituciones como la Universidad de Guelph y la Universidad de Massey.
  Entre los desarrollos más relevantes, destaca el método patentado de extrusión a baja temperatura, que permite trabajar con una alta proporción de ingredientes frescos. Según explica, "nuestro proceso lento y a baja temperatura ayuda a preservar la integridad nutricional de los ingredientes". Fuente: IM VETERINARIA


English Section

Interviews

4 min reading

29/05/2026

Rob Strathman, Famsun President: “The Companies That Balance Innovation, Scalability and Cost Will Stand Out” 

To begin, could you briefly tell us about your professional journey and how you came to your current position within Famsun?      I like to say I got my start pretty early. I grew up on a dairy farm where I was feeding calves when I was 6 or 7, and before long I was running the farm's feed delivery, grinding, and mixing systems. Looking back, I probably had close to 10 years of practical feed milling experience before I ever stepped foot into college. 
  When I arrived at Kansas State, I didn't have everything figured out, but once I found their Feed Science program, it clicked pretty quickly. Extrusion especially caught my attention. I ended up working in their pilot plant and even teaching parts of a graduate program my senior year, which was a great experience for an undergraduate. 
  After joining Wenger Mfg., I spent a lot of time on the road commissioning systems. Very early on, I realized that while we knew how to run extrusion systems through trial-and-error, the 'why' behind them wasn't well understood. That pushed me to dig deeper. I eventually stumbled onto a new budding science at the time called glass transition, which was a theory being used to explain how heat and moisture affected physical properties of processed food. It was one of those 'lightbulb' moments for me. Once I started using these ideas, extrusion became much more predictable.  
  Later on, at Hill's Pet Nutrition, I moved into a factory optimization role. We focused heavily on reducing waste and improving uptime, but what I'm most proud of is helping build a more data-driven factory environment. The combination of good data and continuous improvement dramatically changes how a plant performs. I witnessed factories go from a reactive firefighting mode to a proactive streamlined operations.     From your perspective, what are the main challenges the pet food industry is currently facing in terms of production and plant efficiency?     Improving factory performance remains critical, especially in inflationary periods. The biggest barrier is often a lack of quality data that shows systemic system weaknesses. The kind that are counter intuitive and left hidden behind the noise of a complex process. 
  Going digital and building a data-driven culture, supported by automation and continuous improvement programs, are key to characterizing inefficiencies, implementing lasting solutions, and sustaining peak factory performance.    The demand for more sophisticated products, such as functional, premium, and highly traceable pet food, continues to grow. How is this impacting plant design and processing technologies?     Every consumer wants safe and nutritious products. Food safety, which includes traceability, is paramount in factory, process, and product design. Traceability is a function of the factory control software. Our MOM software is designed with this function deeply embedded. 
  At the same time, product and ingredient diversification creates challenges in plant design, especially around flexibility and bin space, so systems must be designed with future growth in mind.    In a context of increasing competition and more demanding markets, how can pet food producers differentiate themselves through technology and their production capabilities?     We're seeing a lot of new formats entering the market like freeze-dried, steamed, baked, and others, as companies look for ways to stand out. In many cases, it's the same core nutrition, just delivered in a different form with a different consumer story around it. 
  That creates opportunity, especially from a marketing standpoint, but it also introduces some real challenges on the production side. Many of these processes are batch-based or lower throughput, which can make them more expensive and harder to scale compared to traditional extrusion. 
  Where technology really comes into play is in flexibility. Producers that can design systems to handle multiple product types, or adapt to shifting trends, will be in a much better position long term. At the same time, there's still a strong need to maintain efficiency and control costs, especially for high-volume production. 
  So, in my view, differentiation isn't just about creating something new, it's about finding the right balance between innovation, scalability, and cost. The companies that can do all three well are the ones that will stand out.    Thanks, Rob, for sharing your vision with the All Pet Food Community!  By Rob Strathman
Source: All Pet Food

Other microingredients

3 min reading

26/05/2026

Colmax: Natural Choline for Neural, Metabolic, and Digestive Well-being in Pets

In companion animal nutrition, well-being begins long before food reaches the bowl. Ingredient quality and nutrient balance are key factors in sustaining the vitality and metabolic health of dogs and cats.

Among these nutrients, choline plays a fundamental role. Its presence in the diet contributes to proper liver function, lipid transport, and the development of the nervous system. Dogs and cats do not synthesize sufficient amounts on their own, making the inclusion of this ingredient essential.

Colmax is a natural source of choline and inositol developed by Adinnova to help regulate liver, lipid, and energy metabolism. Its plant-based formulation enables this essential nutrient to be incorporated into different pet food formulations in a stable and safe manner.  
Why Is Choline Key in Pet Nutrition?
Choline is involved in fundamental physiological processes, particularly liver metabolism, fat transport, and nervous system function. When dietary intake is insufficient, liver disorders, reduced vitality, or muscle weakness may occur.

Traditionally, the most widely used source of choline in animal nutrition has been choline chloride. However, this molecule presents certain technological limitations. It is a hygroscopic and reactive compound that can interact with other dietary ingredients, affecting the stability of sensitive nutrients during feed processing and storage. Among the most common effects are the oxidation of vitamins, pigments, and amino acids. Moreover, its origin is associated with petrochemical byproducts.

Natural sources of choline represent an alternative aimed at overcoming these limitations. Plant-based choline is associated with phospholipids such as phosphatidylcholine, which are in the cellular membrane structure and contribute to its biological stability.
Adinnova's Natural Choline
Adinnova's source of choline and inositol, Colmax, was developed to contribute to metabolic balance in animal nutrition. Its formulation combines plant-based choline with functional compounds that support cellular performance.

Its components include phospholipids, such as phosphatidylcholine and phosphatidylinositol, as well as coadjuvants, for example, butyric acid and plant extracts, that support intestinal and liver health and nutrient absorption. This combination helps optimize lipid transport and utilization, helping metabolic balance and pet vitality through nutrition.

Another relevant characteristic is its technological stability. Colmax is a fluid, non-hygroscopic presentation that withstands the thermal treatments commonly used in pet food processing, as these molecules remain active and maintain absorption capacity. In turn, its use allows lower inclusion levels in the formula compared with synthetic choline sources, optimizing formulation efficiency and economic performance.
The Impact of Colmax in Pet Care
Colmax provides choline, a pseudovitamin that dogs and cats do not synthesize in sufficient amounts. Its presence in the diet helps reinforce the integrity of cell membranes and participate in neurometabolic processes linked to vitality and normal body function.

This nutritional additive supports the healthy development of the brain, heart, liver, muscles, and nervous system, contributing to the overall well-being of animals through nutrition.

Its stable formulation also allows easy incorporation into pet food. The recommended dosage in pet care ranges from 150 to 500 g/ton of feed, and it can replace choline chloride (60%) at an approximate ratio of 1-4, optimizing the use of space in the diet.

By supporting cellular function, Colmax helps sustain the vitality and well-being of dogs and cats throughout all life stages. Its nutritional contribution reinforces cell membrane integrity, supports neuronal development, and contributes to pets' overall health.
Studies on Colmax
This biosolution has been supported by scientific evaluations aimed at understanding its effect on animal metabolism. During 2024 and 2025, Adinnova carried out studies in collaboration with the National Institute of Agricultural Technology (INTA) to analyze productive, metabolic, and physiological parameters, including performance, liver function, and tissue analysis. The results validated the contribution of Colmax as a nutritional additive that supports the general well-being of animals.  
Gene expression studies were also conducted using advanced sequencing technologies to observe how the organism responds to its inclusion in the diet. Analyses have shown that Colmax modulates several metabolic pathways linked to nutrient utilization and cellular energy production.

Lower activation of genes associated with cell proliferation processes was observed. When dysregulated, these mechanisms are often linked to different pathologies, including tumor processes such as cancer. In other words, Colmax supports an active and balanced metabolism without stimulating cellular mechanisms associated with uncontrolled proliferation. By Adinnova
Source: All Pet Food Magazine

About Adinnova
Adinnova is an Argentine company, present in international markets, dedicated to the development of natural additives for animal nutrition. Each biosolution integrates science and innovation applied to wellbeing and productivity.

More information on our website: adinnova.com.ar
 

Nutrition

3 min reading

22/05/2026

Purina Institute Drives the Conversation on Microbiome Innovation in Veterinary Medicine  

The Purina Institute is leading the conversation on microbiome science in veterinary medicine by helping to translate cutting-edge research into evidence-based understanding. Through leading scientific dialogue on the microbiome and its real-world implications in practice, the Purina Institute is reinforcing the essential role the microbiome plays in keeping pets healthy through two key areas: the gut-brain axis and antimicrobial stewardship.
The Gut-Brain Axis: From Mechanism to Practice   Research is driving clarity on how the gut microbiome influences brain function, behavior and disease through well-defined biological pathways. The Purina Institute Microbiome Forum in November 2025, gathered leading global scientists and veterinary experts who shared emerging evidence demonstrating that the gut–brain axis operates through various mechanisms, including microbial metabolites, immune signaling, and neural pathways.  
  For veterinarians in clinical practice, this research underscores a clear gut–brain connection, linking gastrointestinal (GI) health to neurologic and behavioral conditions such as epilepsy, paroxysmal dyskinesia, and mood regulation in dogs. It reframes certain neurologic and behavioral disorders as systemic conditions with GI contributors, highlighting the role of diet and precision nutrition. Diet is no longer passive support but an active influencer of brain function via the microbiome.
  "The latest gut–brain axis science shows that the microbiome actively communicates with the brain through metabolites, immune and neural pathways—underscoring the axis as a clinically actionable pathway rather than a theoretical concept," said Julia Albright DVM, MA, DACVB.   Antimicrobial Stewardship: Protecting Long-Term Health   At the Microbiome Forum, global veterinary experts also underscored the importance of antimicrobial stewardship, advocating for selective use, diagnostic guidance, and integration of antimicrobials within multimodal, microbiome centered strategies—including nutrition, microbiome assessment, and restorative approaches.
  While antimicrobials remain essential tools in veterinary medicine, their use must be balanced against growing evidence that antimicrobials can disrupt the gut microbiome with potential long-term consequences for gastrointestinal, skin, and systemic health.
  Antimicrobial exposure, particularly repeated or early life use, can alter microbial diversity, impair gut barrier function, and contribute to chronic disease risk later in life. These findings position veterinarians at the forefront of clinical decision making, shifting stewardship from more general to precision use. This science supports smarter antimicrobial use that is guided by diagnostics, disease severity, and microbiome impact allowing veterinarians to preserve efficacy while minimizing unintended microbiome disruption.
  "This groundbreaking science reframes antimicrobial use through the microbiome—empowering veterinarians to protect both immediate patient outcomes and long-term health," said Jan Suchodolski, DVM, PhD, AGAF, DACVM. "By advancing microbiome science and antimicrobial stewardship together, the Purina Institute is helping to empower veterinarians in preserving the benefits of antibiotics while reducing unintended harm – shaping a more sustainable future for pet health."   Translating Science into Practice   The Purina Institute convenes global experts together to synthesize complex microbiome science and translate it into clinically relevant insights for veterinarians. By putting the gut-brain axis and antimicrobial stewardship at the center of microbiome discussions, the Purina Institute is helping shape the future of veterinary medicine. Source: Purina Institute About Purina Institute  
The Purina Institute is dedicated to transforming nutrition science into actionable information that veterinary professionals can put into practice to benefit their patients. Through the Institute's extensive online resources, publications, and scientific programs, veterinarians and team members can arm themselves with the unbiased, science-based information they need to help pets live longer, better lives.   

Pulses and Oilseeds

4 min reading

21/05/2026

Grain-Free Pet Food for Cats and Dogs  

WHAT ARE 'GRAIN-FREE' PET FOODS?
Pet foods that are sold as 'grain-free' typically do not contain grains. Grain-free foods typically contain ingredients such as pulses including beans, chickpeas, and lentils, and can also include tubers (e.g., potatoes). More recently, grain free pet foods have become a popular feeding choice for some pet owners.
  WHAT ARE GRAINS?
Grains (cereals) are a group of ingredients that contain mainly starch as well as varying amounts of protein, fibre, lipids, vitamins, and minerals and are used in pet foods. Grain examples include rice, corn, wheat, barley, sorghum and oats.   WHAT ARE PULSES?
Pulses are defined as the dried edible seeds of plants in the legume family1. Examples of pulses include dried beans, broad beans/faba beans, peas, chickpeas/garbanzo beans, and lentils. Pulses contain starch (typically at levels lower than cereals) as well as protein (at levels higher than cereals), fibre and some lipids, vitamins and minerals.   DOES 'GRAIN-FREE' MEAN CARBOHYDRATE FREE?
Carbohydrates, which include starches and fibres, are an important source of energy and promote digestive health. Carbohydrates are present in ingredients typically found in 'grain-free' recipes for instance in pulses (e.g., beans, chickpeas, lentils, etc.), potatoes, and sweet potatoes.

Starch plays a crucial role in the manufacture of dry pet food. For more information about the role of carbohydrates in pet food see the FEDIAF factsheet on carbohydrates2.
  WHAT IS GLUTEN AND WHERE DO YOU FIND IT?
Gluten is a type of protein. It is found in some cereal grains (wheat, barley, and rye). Gluten can be used to bind items together, such as in bread. Gluten is composed of two main proteins – glutenin and gliadin, with gliadin making up 70% of the protein content. Wheat gluten intolerance is very rare in dogs and has not been reported in cats. It is recommended to consult with your veterinarian if you think your pet could benefit from a gluten-free diet. There are many ingredients commonly believed to contain gluten that are actually gluten-free, including quinoa, buckwheat, rice, millet, and maize (corn).   ARE 'GRAIN-FREE' PET FOODS HEALTHIER?
The most important consideration when deciding what diet to feed is whether it provides complete and balanced nutrition. If there is too much of one nutrient and not enough of others, it will impact the pet's health. This principle is true regardless of whether the pet food contains grain or not.
  The best way to ensure a healthy diet is to feed a complete food appropriate to the pet and their life stage. Your veterinary health care team can help select an adequate food for each case. For those that prefer grain-free pet food, there is a good selection of products on the market.   ARE 'GRAIN-FREE' DIETS BETTER FOR PETS WITH ALLERGIES?
While adverse reactions to food do occur in pets, the true prevalence of dietary intolerance or allergy in pets is unknown but thought to be rare. Reports vary, however one review found that cutaneous adverse food reactions (CAFR) – which include allergies as well as intolerances – have a prevalence of between 1-2% of dogs and 0.2% of cats, presented to veterinarians3. It is important to remember that not all allergies are linked to food e.g., fleabite allergy, and it is important to investigate all potential causes with your veterinarian.
  Whilst a very small number of pets, like humans, may be intolerant or allergic to a particular grain, this does not mean that other grains are not tolerated, that all pets will be affected, or that any one grain is inherently bad for the health of pets.
  Available research has highlighted that the most common proven allergens for cats and dogs are protein sources and include beef, chicken, fish, and dairy products4. Owners concerned about dietary intolerances or allergies should always speak to their veterinarian. It is important to work closely with your veterinarian to determine the cause of your pet's allergy. An allergic response can occur to any protein, including those contained in cereals and pulses. Specialized diets are available that are designed for the reduction of food intolerances and allergies.   ARE 'GRAIN-FREE' DIETS LINKED TO HEART PROBLEMS IN DOGS?
The US Food and Drug Administration (FDA) opened an investigation into the occurrence of non-hereditary dilated cardiomyopathy (DCM) in dogs in 2018, when they noted an association between reported cases of DCM and some diets containing a very high proportion of pulses and/or potatoes5,6. Diets reported included both 'grain-free' and grain-containing formulations. In some cases of DCM, a change in diet is part of the treatment as it can result in clinical improvement. Research to examine a potential cause has been inconclusive to date.
  The FDA is also continuing to explore the role of genetics, underlying medical conditions, and/or other factors in DCM. The FDA did not recall any products at any time. In December 2022, FDA issued a statement saying that it does not intend to release further public updates on DCM and diets until there is meaningful new scientific information to share.
  If you have any questions relating to DCM it is recommended that you talk to your veterinarian. Source: FEDIAF
  References
Ingredient Definitions | IPIC – International Pulse Ingredient Consortium (pulseingredients.com). ↩︎
Carbohydrates in dog and cat food | FEDIAF (europeanpetfood.org) ↩︎
Olivry T, Mueller RS. Critically appraised topic on adverse food reactions of companion animals (3): prevalence of cutaneous adverse food reactions in dogs and cats. BMC Vet Res. 2017 Feb;13(1):51. doi: 10.1186/s12917-017-0973-z. PMID: 28202060; PMCID: PMC5311844. ↩︎
Mueller RS, Olivry T, Prélaud P. Critically appraised topic on adverse food reactions of companion animals (2): common food allergen sources in dogs and cats. BMC Vet Res. 2016 Jan 12;12:9. doi: 10.1186/s12917-016-0633-8. PMID: 26753610; PMCID: PMC4710035. ↩︎
FDA Investigation into Potential Link between Certain Diets and Canine Dilated Cardiomyopathy | FDA ↩︎
Questions & Answers: FDA's Work on Potential Causes of Non-Hereditary DCM in Dogs | FDA ↩︎