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Consumidor mais ativo redefine o padrão de consumo no mercado pet
 
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Consumidor mais ativo redefine o padrão de consumo no mercado pet  

O comportamento do responsável de pet brasileiro está em transformação e esse movimento já impacta a forma como a saúde animal é conduzida no país. Mais informado e participativo, esse consumidor passou a influenciar decisões que antes ficavam concentradas quase exclusivamente no médico-veterinário.
  Parte dessa mudança se explica pelo acesso ampliado à informação. Dados do Radar Pet, estudo que analisa o comportamento dos responsáveis no Brasil, mostram que 55% recorrem à internet, a outros consumidores ou à própria experiência antes de decidir sobre produtos e tratamentos. O médico-veterinário segue como principal referência técnica, mas já não ocupa esse espaço sozinho.
Na prática, isso se reflete em um consumidor que compara mais, questiona mais e busca entender melhor cada escolha. A decisão deixa de ser automática e passa a exigir confiança, clareza e segurança, especialmente em temas relacionados à saúde e ao bem-estar dos animais.
  O próprio perfil dos consumidores ajuda a entender esse cenário. O Radar Pet aponta que 32% já se enquadram como 'pet lovers emocionais', com alto nível de envolvimento e preocupação com o bem-estar dos animais. 
  Outros 23% são classificados como 'pet lovers racionais', que combinam vínculo com decisões mais estruturadas e baseadas em informação. Em comum, esses grupos indicam um comportamento mais atento e criterioso, com maior disposição para investir em prevenção e qualidade de vida.
  Esse avanço no nível de informação também reorganiza a dinâmica dentro das clínicas. Na prática, o atendimento se torna mais dialogado, com responsáveis que chegam à consulta com dúvidas, referências e maior disposição para participar das decisões. 
  Isso exige mais clareza na comunicação e reforça o papel do médico-veterinário na orientação e no alinhamento das escolhas, especialmente diante de um volume crescente de informações disponíveis fora do ambiente técnico.
  Esse movimento acontece dentro de um mercado já consolidado. Dados do RadarVet, levantamento conduzido pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), mostram a forte presença dos pets nos lares brasileiros e sua influência direta nas decisões de consumo. 
  Esse contexto ajuda a explicar o crescimento de categorias ligadas à prevenção, nutrição e cuidados contínuos.
  Ao mesmo tempo em que esse cenário abre espaço para uma relação mais próxima e consciente com a saúde animal, ele também traz novos desafios. O aumento dos canais digitais ampliou o acesso à informação e aos produtos, mas também expôs o responsável a conteúdos imprecisos e a ofertas sem procedência clara, o que pode comprometer a segurança dos tratamentos.
  Esse é um ponto de atenção para toda a cadeia. Em um ambiente com múltiplas fontes de influência, orientar o consumidor e garantir acesso a informações confiáveis se torna tão importante quanto oferecer soluções eficazes. 
  Mais do que vender produtos, o setor passa a ter um papel ativo na construção de confiança.
  O que se observa hoje não é apenas uma mudança de comportamento, mas uma transformação na forma como o cuidado é construído. O responsável quer participar, entender e decidir, e isso redefine a relação com os profissionais, com as marcas e com o próprio mercado.
  No fim, mais do que acompanhar esse novo consumidor, o desafio está em construir com ele uma relação baseada em confiança, informação de qualidade e responsabilidade compartilhada. É essa combinação que tende a sustentar o crescimento do setor nos próximos anos. Fonte: Cães e Gatos

 Feiras Globais: Conectando e Inovando a Indústria de Alimentos para Animais de Estimação em 2026
 
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 Feiras Globais: Conectando e Inovando a Indústria de Alimentos para Animais de Estimação em 2026  

2026 promete ser um ano incrível para a AFB, com a participação em 6 feiras globais, conectando-nos com profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação e demonstrando nosso compromisso com a inovação. De Kansas City a Nuremberg, da América Latina à Tailândia, nossas equipes oferecerão oportunidades únicas de aprendizado, networking e para impulsionar o setor.   Fórum de Alimentos para Animais de Estimação: Destaque para a Inovação
Nossa sessão de feiras comerciais de 2026 começa em Fórum de Alimentos para Animais de Estimação em Kansas City, Missouri, EUA, 27 a 29 de abril.Como participantes assíduos, sabemos o quão valioso este evento é para despertar o interesse em palatabilizantes para alimentos para animais de estimação e para fortalecer os relacionamentos dentro do setor. Booth #1301 É aqui que você nos encontrará, prontos para compartilhar ideias e conectar-se com colegas. Ana Rita Monforte, Ph.D., Gerente de Sabor e Ciências de Dados, subirá ao palco para apresentar sobre 'Utilizando IA para prever a palatabilidade de alimentos para animais de estimação.— Uma sessão imperdível! Assista à palestra dela. Terça-feira, às 3h10, na sala 2504.E não deixe de passar pelo nosso estande para continuar a conversa com nossa equipe de P&D.   Interzoo: Tendências Globais e Insights Sensoriais
Em seguida, vamos para Interzoo em Nuremberg, Alemanha, de 12 a 15 de maio. Visite-nos em Sala 6-321 para envolver Atividades no estande e apresentações exclusivas, Incluindo o nosso 'Cheire e Aprenda' diariamente sessões e palestras sobre Tendências do mercado global de alimentos para animais de estimaçãoNão perca o 'Percepções sensoriais cuidadosamente elaboradas e fidelização de clientes' Apresentação no Palco de Novas Ideias no Pavilhão 3. Essas sessões são projetadas para estimular discussões, promover o aprendizado e destacar as mais recentes novidades em conhecimento especializado. Nossa equipe global está ansiosa para conhecê-lo(a) e compartilhar novas perspectivas!   A AFB estará presente em mais quatro eventos importantes
Embora o Petfood Forum e a Interzoo sejam os eventos principais do nosso calendário, a presença da AFB se estende a mais quatro feiras internacionais este ano. Em cada uma delas, destacamos nossas pesquisas, inovações de produtos e liderança de mercado por meio de apresentações personalizadas e experiências interativas no estande.
  12 a 14 de maio é Fenagra Distrito Anhembi, São Paulo, Brasil. Vai participar? Não se esqueça de passar no nosso estande! suporte C11 Conheça a equipe da AFB Brasil! Saiba mais sobre os palatabilizantes disponíveis na região, como os de origem não animal ou não transgênicos, para soluções personalizadas que os clientes precisam, além de novos produtos líquidos e em pó com melhor desempenho que acabaram de ser desenvolvidos. Entre em contato com seu representante de vendas ou com o escritório da AFB Brasil. brasil@afbinternational.com para agendar uma reunião.
  'Participar de eventos do setor como o Fenagra é essencial para se manter atualizado sobre as tendências em constante evolução da nutrição animal e conectar-se com parceiros que estão impulsionando a inovação em palatabilidade. Na AFB International, ajudamos marcas de alimentos para animais de estimação a aprimorar o sabor e o aroma para aumentar a aceitação, garantindo que os animais não apenas comam, mas amem sua comida. Convidamos você a nos visitar no Fenagra para descobrir como nossas soluções palatáveis ​​podem elevar seus produtos e diferenciar sua marca em um mercado competitivo. Esperamos vê-lo lá.' Guilherme Marra, Gerente de Vendas, AFB América Latina.
  Foro Mascotas acontece de 15 a 17 de julho em Guadalajara, México. A data foi alterada de junho para julho, então certifique-se de atualizar seus planos para participar! Estaremos lá! estande C2Estamos prontos para responder às suas perguntas sobre palatabilidade de alimentos para animais de estimação e mostrar por si mesmo como a AFB faz com que a ração para animais de estimação tenha um sabor incrível no México! Entre em contato. Jeanette Cano, Gerente de Vendas, para entrar em contato antes do show.
  The 4th edição do Congresso da Indústria de Alimentos para Animais de Estimação da América Latina (CIPAL) será realizada em Buenos Aires, Argentina, de 23 a 24 de setembro. Em 2024, tivemos o prazer de participar desta feira de fabricação de alimentos para animais de estimação e a consideramos um ótimo evento para networking e para apresentar a Argentina à equipe local da AFB. Visite-nos em suporte P1.
  Os nossos Equipe da AFB Tailândia está trabalhando arduamente no planejamento para PetFair Sudeste Asiático em Bangkok, Tailândia, de 28 a 30 de outubro. Estamos ansiosos para conhecer, conectar e interagir com nossos clientes e profissionais do setor que compartilham nossa paixão pela excelência em alimentos para animais de estimação. Não espere até outubro para saber mais sobre palatabilizantes para alimentos para animais de estimação – entre em contato. Ratchada Saebey, Gerente Comercial Na Base Aérea da Tailândia hoje!   Por que esses programas são importantes
Participar desses eventos globais é mais do que simplesmente comparecer – trata-se de construir relacionamentos, descobrir novas ideias e liderar a discussão sobre a palatabilidade de alimentos para animais de estimação. Feiras de negócios são onde a inovação encontra a colaboração, e A.F.B. Temos orgulho de estar na vanguarda. Nossos especialistas estão prontos para responder às suas perguntas, explorar tendências e ajudá-lo a descobrir novas oportunidades para o seu negócio por meio de nossas soluções personalizadas. Fonte: AFB International

DANSA reforça sua proposta integral em aditivos e gestão de processos na Fenagra 2026
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DANSA reforça sua proposta integral em aditivos e gestão de processos na Fenagra 2026

Mais uma vez, a DANSA participará do evento acompanhando a evolução do mercado pet food em nível regional, alinhada com sua estratégia corporativa de consolidar sua presença nos principais espaços da indústria.
  Durante esta edição, a empresa apresentará sua linha de aditivos, destacando-se não apenas pela qualidade de seus produtos, mas também por sua abordagem diferenciada: uma solução integral que combina matérias-primas, suporte técnico e gestão de processos. Por meio de seus equipamentos e sistemas, a DANSA permite que seus clientes tenham acesso a informações em tempo real integradas aos seus sistemas de gestão, garantindo uma incorporação eficiente, homogênea e rastreável dos aditivos em cada processo produtivo.
  Essa proposta ganha ainda mais relevância em um contexto em que a eficiência operacional e a rastreabilidade se tornam fatores-chave para competir no mercado pet food. A capacidade de garantir processos controlados e mensuráveis se posiciona como um diferencial para produtores que buscam manter padrões cada vez mais exigentes.   Uma estratégia regional junto à EUROTEC   Como parte do holding Eurotec Group, a DANSA participará da Fenagra compartilhando espaço com a EUROTEC para o mercado brasileiro, reforçando uma estratégia conjunta de expansão na América do Sul. Dentro desse contexto, a empresa desempenha um papel fundamental graças ao seu forte posicionamento no mercado argentino e à sua experiência na indústria feed.
  A complementaridade entre ambas as empresas permite oferecer ao mercado soluções respaldadas por certificações internacionais, combinadas com suporte científico e sistemas de gestão que acompanham as necessidades dos clientes em toda a região. Essa integração fortalece a capacidade do grupo de responder aos desafios de uma indústria em constante evolução.   Qualidade certificada e auditorias que elevam o padrão   Outro eixo relevante para a DANSA neste contexto é o processo de auditorias vinculado a antioxidantes, no âmbito de sua relação com a Royal Canin. Após obter a aprovação global de seus aditivos, essas auditorias periódicas consolidam-se como uma ferramenta essencial para validar a qualidade dos processos e da tecnologia aplicada na produção.
  Para a empresa, esses processos não apenas reforçam seu posicionamento, mas também contribuem para fortalecer uma cultura organizacional voltada à melhoria contínua. Além disso, representam uma garantia para os clientes, que podem verificar a eficácia e a rastreabilidade dos produtos utilizados.
  Nesse sentido, a DANSA reafirma seu compromisso em acompanhar as crescentes exigências do mercado, não apenas por meio da qualidade de seus aditivos, mas também por meio de seus serviços, logística e sistemas de gestão, que permitem sustentar padrões de excelência ao longo do tempo.
  Descubra mais sobre suas soluções em https://www.dansa.com.ar/la-empresa.html
  Por Dansa
Fonte: All Pet Food

Ferraz confirma presença na Fenagra 2026 e reforça seu compromisso com a eficiência industrial
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Ferraz confirma presença na Fenagra 2026 e reforça seu compromisso com a eficiência industrial

Durante o evento, a Ferraz receberá clientes, parceiros e profissionais do setor em seu estande B01, onde apresentará suas soluções e compartilhará sua experiência no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à indústria. A Fenagra representa um espaço estratégico para a troca de conhecimento e para o fortalecimento de relações dentro da cadeia produtiva, reunindo empresas e especialistas de diferentes segmentos da nutrição animal e agroindústria.
  Mais do que uma vitrine de produtos e serviços, a participação da Ferraz na Fenagra 2026 será uma oportunidade para promover o diálogo com o mercado sobre os principais desafios enfrentados pelas indústrias atualmente. Temas como eficiência operacional, otimização de processos, redução de custos e aumento de produtividade estarão no centro das conversas, refletindo a necessidade crescente das empresas em operar de forma mais competitiva e sustentável.
  A empresa destaca que momentos como esse são fundamentais para compreender as demandas reais dos clientes e adaptar continuamente suas soluções às necessidades do setor. A proximidade com o mercado permite à Ferraz não apenas apresentar suas tecnologias, mas também atuar como parceira estratégica na busca por melhorias contínuas nos processos industriais.
  Além disso, a Fenagra se consolida como um ambiente propício para identificar tendências, discutir inovações e acompanhar a evolução tecnológica da indústria. Nesse contexto, a presença da Ferraz reforça seu compromisso em contribuir ativamente para o desenvolvimento do setor, oferecendo soluções que acompanham as transformações do mercado e agregam valor às operações dos seus clientes.
  Com uma abordagem orientada à performance e à confiabilidade, a empresa segue investindo no aprimoramento de suas tecnologias, buscando sempre entregar resultados concretos para a indústria. A expectativa para a edição 2026 é ampliar ainda mais o relacionamento com o público presente e gerar novas oportunidades de negócio.
  A Ferraz convida todos os profissionais do setor a visitarem seu estande B01 durante a Fenagra 2026. Será uma oportunidade para conhecer de perto suas soluções, trocar experiências e explorar caminhos para aumentar a eficiência e a produtividade industrial.

Descubra mais sobre as soluções da Ferraz em https://www.ferrazmaquinas.com.br/ Fonte: All Pet Food

JBT Marel na FENAGRA 2026
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JBT Marel na FENAGRA 2026

A FENAGRA (Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food) é o principal ponto de encontro da cadeia agroindustrial na América Latina — um ambiente onde inovação, tecnologia e negócios impulsionam o futuro do setor.
  Na edição de 2026, a JBT Marel apresenta sistemas completos para produção de alimentos para animais de estimação, combinando tecnologia integrada, expertise aplicada e flexibilidade para atender às demandas de um mercado em constante evolução.
  Do alimento seco ao úmido, de produtos minimamente processados a 'pet treats', nossas soluções apoiam você na entrega de segurança, qualidade, variedade e eficiência — com rastreabilidade total e processos otimizados.

  Soluções completas para pet food
Alimentos secos 
Garantimos consistência em cada 'kibble'. Nossos sistemas integram tecnologias térmicas e de extrusão avançadas para assegurar textura ideal, valor nutricional e vida útil prolongada — com controle total do processo, do manuseio da matéria-prima à embalagem final.
  Alimentos úmidos
Soluções integradas para produção eficiente e segura. Otimize processos, mantenha consistência e assegure qualidade com tecnologias projetadas para controle térmico preciso e máxima confiabilidade operacional.
  Alimentos minimamente processados
Preserve nutrição, textura e sabor com sistemas que combinam tratamento térmico suave e tecnologias não térmicas avançadas. Atenda à crescente demanda por alimentos frescos, naturais e de alto valor agregado.
  Pet treats 
Precisão, criatividade e consistência em cada formato. Nossas soluções de formação e extrusão permitem produzir snacks funcionais e pet treats diferenciados com controle de textura, forma e integridade nutricional.

Wenger: expertise global com presença regional
No stand B26, você poderá conversar com os especialistas da Wenger e entender como desenvolver o alimento ideal para o seu mercado, utilizando processos adequados de extrusão e secagem. Seja qual for o formato ou conceito que deseja produzir, a equipe técnica da Wenger apoia você na definição do processo correto e está preparada para capacitar seus colaboradores, assegurando produtos com a qualidade que você e seus clientes esperam.
  Agora integrada à JBT Marel, a Wenger combina tradição, tecnologia robusta e suporte técnico regional para entregar soluções completas ao longo de todo o ciclo de vida do equipamento.
  A união das forças da Wenger e da Extru-Tech amplia ainda mais nossa capacidade de fornecer soluções completas de extrusão para pet treats a partir de um único parceiro.
Saiba mais sobre a Wenger (em inglês): clique aqui   Fonte: JBT Marel

CBNA impulsiona a agenda técnica em nutrição animal no âmbito da Fenagra 2026
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CBNA impulsiona a agenda técnica em nutrição animal no âmbito da Fenagra 2026

No âmbito da Fenagra 2026, que acontecerá de 12 a 14 de maio em São Paulo, o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal organizará uma nova edição de seus tradicionais congressos técnicos, posicionando-se como um dos principais eixos do evento.
  A feira, em sua 19ª edição, reunirá os principais players da agroindústria feed & food da América Latina, incluindo os segmentos de pet food, nutrição animal, aquafeed, gorduras e óleos, biodiesel e processamento. A expectativa é receber mais de 14 mil pessoas entre visitantes e congressistas, reforçando sua relevância como ponto de encontro regional.
  Nesse contexto, o CBNA desenvolverá uma programação técnica voltada à sustentabilidade na nutrição animal, integrando conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico e aplicação industrial. A agenda inclui três eventos principais: a 36ª Reunião Anual CBNA, o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o XXV Congresso CBNA PET.
  'A integração entre Fenagra e CBNA reforça o compromisso com o fortalecimento da agroindústria, promovendo a conexão entre ciência, tecnologia e mercado', afirmou Daniel Geraldes, diretor da Fenagra.
  Por sua vez, Godofredo Miltenburg, presidente do CBNA, destacou o valor técnico dos encontros: 'Reuniremos especialistas nacionais e internacionais, criando um ambiente propício para a troca de conhecimento e o desenvolvimento de soluções que impulsionem o mercado de nutrição animal'.   Uma agenda técnica que abrange toda a cadeia de valor   A 36ª Reunião Anual CBNA, um dos encontros mais tradicionais do setor no Brasil, terá como tema central 'Nutrição além da nutrição'. O programa contará com mais de 20 palestras, distribuídas em cinco painéis, abordando tendências, tecnologias e inovações aplicadas à nutrição de aves, suínos e bovinos.
  No segmento pet food, o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos destacará os desafios da nutrologia felina, com debates sobre estratégias nutricionais, melhores práticas clínicas e apresentação de trabalhos científicos. O evento contará com especialistas de universidades dos Estados Unidos, Canadá e Brasil.
  Já o XXV Congresso CBNA PET abordará o tema 'Desafios na alimentação de felinos', com uma programação estruturada em quatro eixos: nutrição, processos e segurança, mercado e comunicação ética. Entre os principais temas estão a formulação de dietas para gatos, o processamento de alimentos, o uso de aditivos e ingredientes, indicadores de desempenho em fábricas de ração e perspectivas do mercado pet.   Fenagra consolida seu papel na indústria e o CBNA fortalece a agenda técnica   A articulação entre Fenagra e CBNA se consolida como um espaço estratégico para o desenvolvimento da indústria, onde a geração de conhecimento técnico se integra a oportunidades de negócios e networking. Em um contexto em que sustentabilidade, eficiência produtiva e inovação definem a agenda, esses encontros reforçam o papel do Brasil como um dos principais centros de referência em nutrição animal na região.
  Para saber mais, visite https://www.pet.cbna.com.br/ e https://www.fenagra.com.br/ Fonte: All Pet Food

E-commerce impulsiona crescimento do pet food na América Latina
 
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E-commerce impulsiona crescimento do pet food na América Latina  

O mercado de pet food na América Latina passa por uma transformação impulsionada pela digitalização do consumo e pela consolidação dos animais de estimação como parte da família. 
  Dados recentes da Worldpanel by Numerator mostram que o e-commerce da categoria cresceu mais de 300% em valor nos últimos três anos, acompanhado de um aumento de 60% na penetração do canal.
O movimento reflete mudanças estruturais no comportamento do consumidor e posiciona o segmento pet como um dos mais dinâmicos dentro dos bens de consumo massivo.   Pets ganham espaço na 'família estendida'
O levantamento aponta que a categoria pet passou a integrar a chamada 'Família Estendida', ganhando relevância dentro da pirâmide de consumo. 
  Enquanto cestas tradicionais buscam estabilidade, o pet food ampliou em 30% sua participação no gasto total de FMCG.
  Esse avanço está diretamente ligado a mudanças demográficas. Lares formados por pessoas com mais de 65 anos e sem filhos já representam 16% do valor de mercado da categoria, reforçando o papel dos pets como companheiros centrais.   Canal digital acelera expansão do setor
O e-commerce se consolidou como um dos principais motores de crescimento. A conveniência, a recorrência de compra e a variedade de produtos disponíveis têm impulsionado a migração para o ambiente digital.
  Nos diferentes mercados da região, o avanço apresenta características específicas:
  Brasil: crescimento acelerado, com aumento contínuo de novos lares compradores e maior adesão ao canal online México: mercado mais maduro, com crescimento de 49,9% em 2025 e participação de 3,5% no valor total da categoria Argentina: alta adoção digital, com foco em eficiência e compras recorrentes   Participação no gasto segue em alta
O estudo também revela mudanças relevantes no comportamento de consumo. O pet food aumentou sua participação no gasto total de FMCG, alcançando 4% — alta de 6% em relação a 2024.
  Esse crescimento foi 60% superior ao observado nas cestas de produtos básicos, que avançaram 4% no mesmo período.
  O dado reforça que, mesmo em cenários econômicos desafiadores, os responsáveis mantêm o investimento no bem-estar dos animais.   Tendência reforça importância estratégica do setor
A evolução do mercado indica uma mudança de percepção: os pets deixam de ocupar um papel secundário e passam a ser prioridade dentro do orçamento familiar.
  Esse cenário amplia oportunidades para a indústria, especialmente em inovação, personalização e fortalecimento de canais digitais.   FAQ sobre crescimento de pet food na América Latina
Quanto cresceu o e-commerce de pet food na América Latina?
Mais de 300% em valor nos últimos três anos.
  O que explica esse crescimento?
Digitalização do consumo e maior valorização dos pets como membros da família.
  O Brasil se destaca nesse cenário?
Sim. O país é um dos principais motores de expansão do setor na região. Fonte: Cães & Gatos

O consumidor de pet food na Argentina: novos sinais de mercado
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O consumidor de pet food na Argentina: novos sinais de mercado

A resposta está não apenas no crescimento do mercado, mas em quem consome, quais pets predominam nas casas e como as decisões de seus donos evoluem.

O Estudo sobre shoppers Pet Food na Argentina 2025, desenvolvido pela All Pet Food Market Insights, nos permite observar esse fenômeno sob uma perspectiva diferente: não apenas a partir do produto, mas pelo vínculo entre o tutor e seu pet. E, dentro dessa análise, surge uma das questões que mais interessa na indústria atualmente: como se reconfigura a competição entre cães e gatos no consumo de alimentos para pets.
Argentina, um país historicamente canino, mas com sinais de mudança     Historicamente, a Argentina foi um país de cães. A presença do cachorro em casa ainda é dominante e faz parte da identidade cultural do vínculo com os animais de estimação.

De acordo com os dados do estudo, 6 em cada 10 famílias com animais de estimação têm apenas um cachorro, o que confirma o peso estrutural do universo canino no mercado. No entanto, também há sinais de mudança: cerca de uma em cada sete famílias já vive com dois ou mais cães, um indicativo de como a relação entre famílias e seus animais de estimação está evoluindo.

Mais do que uma substituição entre cães e gatos, o que emerge é uma ampliação do mapa de consumo, onde cada espécie começa a ocupar um lugar estratégico diferente dentro do mercado.
O DNA do cão argentino: diversidade e vínculo   
Uma das descobertas mais interessantes do estudo é que o mercado argentino de cães reflete características muito específicas. A predominância dos cães SRD, por exemplo, não é apenas uma variável estatística, ela fala de um vínculo cultural baseado em adoção, proximidade emocional e convivência diária.

No ranking das raças declaradas, o grupo identificado como "outras raças" e os SRD concentram a maior participação, seguidos por algumas raças icônicas como Labrador, Chihuahua ou Golden Retriever. Isso parece indicar que o mercado argentino combina diversidade genética com símbolos culturais que continuam a ter peso na imaginação dos proprietários.

Ao mesmo tempo, o estudo revela como o estilo de vida urbano também começa a influenciar o tipo de cão presente nas casas. O crescimento de cães pequenos e médios reflete mudanças no tamanho das famílias e na moradia em apartamentos.
O universo felino: o vínculo importa mais do que a raça
 
Se o cachorro continua sendo o animal de estimação dominante, o universo felino mostra uma dinâmica diferente. O estudo revela que mais de 60% dos gatos domésticos na Argentina são mestiços, o que reflete um padrão cultural em que a adoção tem um peso central dentro do vínculo entre as pessoas e os animais de estimação que escolhem. Esses dados são especialmente relevantes para a indústria, pois mostram que o valor simbólico do gato na casa argentina está menos associado à linhagem e mais ao vínculo emocional.

Ao mesmo tempo, algumas raças como Siamês ou Persa mantêm presença no mercado, especialmente em certos segmentos urbanos, mas seu peso ainda é significativamente menor em comparação ao universo dos gatos mestiços. 

Esse fenômeno também tem implicações estratégicas: o crescimento do gato em ambientes urbanos e em residências menores abre novas oportunidades para categorias de produtos, formatos e posicionamento de marca.
Cães e gatos: duas lógicas de consumo que coexistem
Mais do que uma competição entre espécies, o estudo mostra que cães e gatos representam lógicas diferentes dentro do mercado de alimentos para pets. Enquanto o cachorro continua associado à tradição do lar argentino e a um vínculo familiar de longa data, o gato, por outro lado, parece cada vez mais ligado a novas dinâmicas urbanas, casas menores e estilos de vida diferentes.

Para o setor, entender essas diferenças torna-se fundamental, não apenas porque impactam categorias de produtos, mas porque influenciam a comunicação, o posicionamento e as decisões estratégicas de portfólio de cada empresa.

Em outras palavras, entender como cães e gatos coexistem no mercado não é mais apenas uma questão demográfica, mas uma ferramenta para antecipar oportunidades de negócio.
Um estudo para entender o novo consumidor argentino
O Estudo 2025 Pet Food Shoppers na Argentina oferece uma leitura aprofundada do consumidor atual, analisando não apenas quais animais estão presentes em casas, mas também como evolui o vínculo entre donos, pets e consumo.

Entre outros aspectos, o estudo explora:
  Posse de animais de estimação e evolução demográfica Preferências por espécie, tamanho e raça  Diferenças por nível de renda Relação entre estilo de vida e escolha do animal  Implicações estratégicas para o mercado de alimentos para pets
Em um contexto em que as decisões de consumo estão se tornando mais complexas, entender o tutor de animais de estimação argentino se torna uma vantagem competitiva para as empresas do setor.
Acesse o Estudo sobre Shoppers de Pet food na Argentina 2025   Fonte: All Pet Food Market Insights, a plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food

O novo poder da Análise do Shopper em pet food: entender o consumidor é entender o futuro
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O novo poder da Análise do Shopper em pet food: entender o consumidor é entender o futuro

Por Iván Franco

A análise do shopper não é mais uma ferramenta secundária. É, em essência, a bússola competitiva de um mercado cada vez mais fragmentado, emocional e percebido em termos de valor.
Mais do que donos de pets: arquétipos com motivações diferentes   Uma das grandes contribuições da análise contemporânea do consumidor é quebrar a ideia simplificada de "donos de cães e gatos". Não há apenas um comprador de ração para pets, mas vários arquétipos, cada um com motivações emocionais, racionais e econômicas específicas.
  Nos estudos mais recentes que realizamos, surgem perfis que transformam completamente a forma como as estratégias são desenhadas:
  O especialista: altamente informado, compara rótulos, busca benefícios funcionais, valoriza os ingredientes e está disposto a pagar mais por resultados visíveis.
  O protetor econômico: cuida do seu orçamento sem sacrificar o bem-estar básico; responde a promoções e marcas confiáveis, mas não necessariamente premium.
  Os aspiracionais: eles querem "o melhor" mesmo que nem sempre possam pagar ainda; são o motor silencioso da premiumização.
  O pragmático rotineiro: ele compra o que sempre comprou; mudar isso exige argumentos claros, simples e muito práticos.
  O localizador de soluções: se move conforme necessidades específicas: digestão, pele, cabelo, alergias, controle de peso, etc.
  Conhecer esses arquétipos não só permite segmentar melhor, como também possibilita transmitir mensagens que realmente se conectam, projetar produtos alinhados com expectativas reais e entender quais tipos de evidências, alegações e formatos são relevantes para cada um.
  Marcas que dominam arquétipos transformam insights em ações: desde redefinir seu portfólio até redesenhar sua narrativa de valor.
Segmentação precisa: o motor de decisão mais lucrativo   A segmentação adequada não se resume apenas a dividir o mercado em econômico, padrão e premium, hoje exige dimensões cruzadas: Tipo de comida, Nível de renda, missão de compra, frequência, sensibilidade ao preço, canal preferido, O papel emocional do animal na casa.
  Quando uma empresa segmenta com precisão, ela ganha três benefícios imediatos:
  Melhor foco estratégico: cada real investido tem um retorno maior, porque cada ação é direcionada ao segmento certo.
  Otimização de portfólio: SKUs de baixo perfil são reduzidos e aqueles que representam a maior contribuição para o crescimento são aprimorados.
  Maior competitividade nos canais: cada canal tem um cliente diferente, então a segmentação permite criar estratégias diferenciadas para autoatendimento, veterinário, tradicional, especializado ou online.
  Segmentação bem feita evita esforços confusos, multiplicação desnecessária de SKUs e promoções sem impacto real.
Entendendo a jornada do shopper: onde ele decide, o que o prende e o que o motiva   O shopper de alimentos para petss não decide apenas na prateleira. O processo deles é construído em múltiplas camadas: recomendações do veterinário, conteúdo digital, experiências anteriores, avaliações online, promoções, disponibilidade nas lojas, até mesmo a pressão para "ser um bom tutor".}
  A análise do consumidor revela pontos críticos da jornada, tais como:
  O que desencadeia a decisão (um problema de saúde, aumento do poder de compra, mudança no estilo de vida). O que retarda a conversão (confusão entre claims, saturação de prateleiras, desconfiança em novas marcas). O que impulsiona a troca (benefícios claros, embalagem profissional, respaldo científico, influenciadores veterinários). O que estimula a recorrência (consistência do produto, acessibilidade em vários canais, sensação de segurança).
Quando a marca domina esses momentos, ela não só vende mais: cria uma lealdade psicológica, muito mais profunda do que a simples compra repetida.
Preço, elasticidade e valor percebido: o triângulo que define a lucratividade   Estudos de shoppers nos permitem entender por que o preço não é apenas um número, mas uma percepção.
  Por meio de grupos por idade do cão, tamanho da raça, missão de compra e motivações emocionais, observa-se que:
  Famílias com cães jovens são as que mais impulsionam a premiumização. Raças médias e pequenas pagam mais por quilo porque a despesa mensal total ainda é administrável. Famílias com vários pets respondem melhor a promoções em volume. Compradores no canal veterinário são menos sensíveis ao preço, mas mais exigentes em funcionalidades.
  Com essas informações, as marcas podem otimizar preços, segmentar promoções e criar apresentações que maximizam a lucratividade por segmento.
  A análise do shopper permite encontrar exatamente o ponto em que a marca mantém a competitividade sem prejudicar o valor. Esse cruzamento entre comportamento real e percepção subjetiva é impossível de deduzir sem dados.
Canais que se comportam de forma diferente: entendendo a rivalidade do consumidor   O canal não é apenas um ponto de venda; É um universo com suas próprias regras.
  Cada canal concentra diferentes arquétipos:
  Autoatendimento: compradores racionais, comparativos, sensíveis a preços e apresentação. Veterinários: eles buscam autoridade, apoio e funcionalidade; menos elasticidade, maior confiança. Especializados: compradores aspiracionais, compradores premium e buscadores de consultoria coexistem. Tradicional: busca por conveniência, hábitos enraizados e marcas econômicas. Online: alto nível de pesquisa, comparação imediata e sensibilidade à variedade.
  A análise do cliente permite que você saiba o que vender, para quem vender e como posicioná-lo em cada canal. Sem essa leitura, as empresas caem em estratégias genéricas que não refletem a verdadeira dinâmica competitiva.
O que as empresas ganham ao investir em uma análise de consumidores   Por fim, a indústria frequentemente pergunta: "O que eu ganho com isso?" E a resposta é retumbante:
  Precisão estratégica: as decisões não são mais baseadas em intuição ou apenas em dados de vendas: são baseadas no profundo entendimento do comprador.
  Produtos mais relevantes: Insights revelam necessidades não atendidas e abrem espaço para inovações funcionais, naturais, terapêuticas ou premium.
  Posicionamento mais claro: as marcas conseguem comunicar vantagens que ressoam emocionalmente, não apenas tecnicamente.
  Portfólios mais eficientes: SKUs que não agregam valor são cortados e aqueles que impulsionam vendas, faturamento e margem são fortalecidos.
  Melhor execução comercial: as estratégias por canal tornam-se consistentes com o tipo de comprador que o visita.
  Maior lucratividade: melhor combinação de SKUs, preços ótimos, promoções direcionadas e promoção de negociação apoiadas por evidências.
  Em um setor que cresce rápido e evolui a cada ano, entender quem é o shopper não é mais um luxo. É, literalmente, a vantagem competitiva mais estratégica do setor.   Conclusão: o shopper é a narrativa que une tudo   A análise do shopper de pet food nos permite enxergar além de marcas, apresentações e categorias. Isso permite que você entenda a vida real dos guardiões, suas emoções, preocupações, aspirações pessoais e o papel emocional de seus pets. Quem domina essa história domina o mercado. E empresas que integram a análise do consumidor como um eixo central alcançam algo que poucas marcas têm: relevância emocional e competitiva ao mesmo tempo.
  Porque na ração para pets, a batalha pelo crescimento não é vencida na prateleira, ela é conquistada na mente e no coração do consumidor. Por Ivan Franco
Fonte: All Pet Food Magazine

Brasil habilita 40 plantas para exportar pet food à Costa Rica
 
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Brasil habilita 40 plantas para exportar pet food à Costa Rica  

O Brasil ampliou sua presença internacional no setor de pet food após habilitar 40 plantas industriais para exportação à Costa Rica. A autorização foi formalizada pelo Servicio Nacional de Salud Animal (Senasa), conforme comunicado do Ministério da Agricultura.
  A medida fortalece o comércio bilateral e amplia o acesso da indústria brasileira de alimentos para pets a um mercado em expansão. O acordo estabelece a habilitação prévia das empresas exportadoras e reforça requisitos sanitários, controle de qualidade e segurança alimentar para o comércio entre os países.   Mercado pet da Costa Rica cresce e impulsiona demanda
Dados do Instituto Nacional de Estadística y Censos (INEC), por meio da ENAHO 2024, mostram que 62,2% dos lares costarriquenhos mantêm ao menos um cão ou gato. A população canina no país é estimada em cerca de 1,78 milhão de animais, o que sustenta a expansão do mercado de alimentos para pets.
  O desempenho também aparece no comércio exterior. Em 2025, a Costa Rica importou aproximadamente US$ 98 milhões (R$ 506,1 milhões) em alimentos para animais de companhia, sendo cerca de US$ 2,8 milhões (R$ 14,4 milhões) provenientes do Brasil, indicador que sinaliza potencial de crescimento para a indústria nacional.   Exigências sanitárias reforçam oportunidades para a indústria brasileira
As novas diretrizes implementadas pela Costa Rica exigem habilitação sanitária prévia das empresas exportadoras, resultado de cooperação técnica entre os países. O processo integra protocolos de inspeção, rastreabilidade e padrões de segurança alimentar.
  Para a indústria brasileira de pet food, a habilitação das plantas representa avanço estratégico, ampliando competitividade, previsibilidade regulatória e oportunidades de expansão na América Central. Por Juliana de Caprio
Fonte: Panorama Pet & Vet

XXV Congresso CBNA Pet debate nutrição, processo e segurança, mercado e comunicação ética em nutrição de cães e gatos em São Paulo
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XXV Congresso CBNA Pet debate nutrição, processo e segurança, mercado e comunicação ética em nutrição de cães e gatos em São Paulo

Com o tema Desafios na alimentação de felinos, o XXV Congresso CBNA Pet vai ser realizado entre os dias 13 e 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento mais importante em nutrição de cães e gatos do país terá sua programacao dividida em quatro grandes painéis com os temas Nutrição, Processo e Segurança, Mercado e Comunicação ética em nutrição de cães e gatos no combate à desinformação, anuncia o membro da Diretoria Técnica do CBNA, coordenador do evento e professor da Unesp – Campus de Jaboticabal, Aulus Carciofi.
  O encontro, realizado pelo CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), vai abordar alguns dos temas que têm tirado o sono dos profissionais de toda a cadeia produtiva, como as medidas mais adequadas de alguns dos nutrientes mais importantes na formulação de dietas de gatos, processamento de ração, aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos, indicadores de desempenho em fábricas de ração e as principais perspectivas de mercado.
  O objetivo é reunir alguns dos principais especialistas em nutrição de cães e gatos da academia e da indústria para discutir desafios, oportunidades, tendências, inovações e perspectivas do setor, disse Carciofi. 'Nestes dois dias de evento, teremos apresentação de trabalhos científicos e debates com representantes da indústria e da academia, incluindo as universidades mais importantes do Brasil, dos Estados Unidos e do Canadá'.   Programação
O programa científico do XXV Congresso CBNA Pet, será aberto com o Painel de Nutrição, a partir das 9h do dia 13, pela professora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), Márcia Gomes. Em seguida, a professora da University of Guelph, do Canadá, Kate Schoveller, vai debater Quando e como fazer uso dos aminoácidos cristalinos em alimentos comerciais para gatos.
  Logo depois, o professor da University of Missouri, dos Estados Unidos, Bob Backus, vai destacar Betaína, colina e metabolismo de carbono: Além da necessidade mínima. No período da tarde, a programação segue com o professor da Kansas State University, dos Estados Unidos, Dennis Jewell, que vai discutir Formulando minerais com vistas a saúde do trato urinário dos gatos. 
  O professor da Kansas State University, dos Estados Unidos, Dennis Jewell, vai apresentar Água do alimento, balanço hídrico e a saúde renal de gatos. Na sequência, o professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Luciano Trevizan vai ministrar a palestra Gordura na dieta de gatos: Quanto e qual?. 
  No dia 14 de maio, a programação começa com o Painel de Processo e Segurança, que será aberto com o tema Criando alimentos para gatos: Processamento e características específicas, encabeçado pelo gerente de P&D da Adimax, Fabiano Cesar Sá. Em seguida, o debate será Muito além do sabor: A influência da palatabilidade e do ambiente no comportamento alimentar felino, com a gerente da Nestlé Purina na América do Norte, Sandra Lyn.
  Logo depois, a discussão avança sobre Aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos para gatos, com a professora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), Silvana Lima Gorniak. Na sequência, os Indicadores de desempenho na fábrica de ração serão debatidos com o consultor da AZC Animal Nutrition Consulting, Alderley Zani.
  O Painel de Mercado abre a programação no período da tarde com o tema Alimentos para gatos: Perspectivas de mercado e ótica de seus responsáveis, com o gerente de Marketing da Symrise Pet Food na América Latina, Anderson Conejo. A programação desta edição será encerrada com uma mesa-redonda sobre Comunicação ética em nutrição de cães e gatos no combate à desinformação.
  A mesa-redonda terá a participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), além das médicas veterinárias e influenciadoras digital Fernanda Yamamoto e Carla Maion. O CBNA vai realizar três eventos simultâneos de 12 a 14 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo. No dia 12 haverá o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, dias 13 e 14 será o XXV Congresso CBNA Pet e de 12 a 14 de maio será realizada a 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos.
  Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa. As edições deste ano tem o patrocínio confirmado de empresas como AB Vista, Adimax, Alltech, APC, Bionatural, CBO Laboratório, dsm-firmenich, Evonik, ICC Pet, Kemin Nutrisurance, Novus, PremieRpet, Royal Canin, Sanfer, Symrise, Sindirações e Waltham. As empresas interessadas em participar ou patrocinar os eventos, podem entrar em contato com o CBNA através do e-mail cbna@cbna.com.br ou pelo What'sApp (19) 3232.7518. Fonte: XXV Congresso CBNA Pet Serviço:
XXV Congresso CBNA Pet
Data: 13 e 14 de maio de 2026 
Local: Distrito Anhembi 
Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo, SP
Informações: https://www.pet.cbna.com.br  
Telefone/What'sApp: (19) 3232.7518
E-mail: cbna@cbna.com.br
  Assessoria de Imprensa: 
Márcia Midori
(19) 9 9712.3224
E-mail: agronoticia@gmail.com 

Acordo entre União Europeia e Mercosul pode influenciar o mercado de alimentos para pets
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Acordo entre União Europeia e Mercosul pode influenciar o mercado de alimentos para pets

O acordo comercial firmado entre a União Europeia e os países do Mercosul — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai — pode gerar reflexos importantes para a cadeia de alimentos para pets, mesmo sem trazer dispositivos específicos voltados ao setor. 
  A explicação está no alcance das regras comerciais sobre produtos agropecuários e ingredientes de origem animal, amplamente utilizados na produção de rações e alimentos completos para cães e gatos.

Enquanto o Mercosul se destaca como grande exportador de matérias-primas agrícolas, a União Europeia reúne tanto fabricantes relevantes quanto um mercado consumidor estratégico para produtos de maior valor agregado. 
  A proposta do acordo é reduzir tarifas e ampliar o acesso aos mercados entre os dois blocos, o que pode beneficiar diferentes etapas da cadeia produtiva.   O que prevê o acordo entre União Europeia e Mercosul
Após cerca de 20 anos de negociações, representantes dos dois blocos chegaram a um acordo político em dezembro de 2024. 
  Em setembro de 2025, a Comissão Europeia aprovou dois instrumentos jurídicos paralelos: o Acordo de Parceria União Europeia–Mercosul e um Acordo Comercial Interino.
  Ambos foram assinados em janeiro deste ano e agora seguem para etapas internas de ratificação e definição de cronogramas, que vão determinar quando e como as medidas previstas passam a valer na prática.   Classificação aduaneira define o impacto para o setor pet
Mesmo sem citar diretamente alimentos para cães e gatos, o acordo pode afetar o setor por meio das regras de classificação utilizadas no comércio internacional. 
  Os compromissos tarifários costumam ser organizados com base no Sistema Harmonizado (SH), que agrupa mercadorias por códigos técnicos.
  No caso dos alimentos completos para cães e gatos destinados ao varejo, a classificação utilizada é o código SH 2309.10, correspondente a alimentos para cães ou gatos preparados para venda direta ao consumidor. 
  Caso as listas tarifárias do acordo incluam esse código, os produtos de pet food passam automaticamente a ser contemplados.   Ingredientes e matérias-primas também entram na equação
O mesmo princípio vale para ingredientes usados na fabricação de alimentos para pets, enquadrados em outros códigos ligados à alimentação animal e à produção agropecuária. 
  Assim, o acordo pode influenciar tanto a exportação de produtos acabados quanto o fornecimento e o custo das matérias-primas.
  Na prática, os efeitos variam conforme o tratamento dado a cada linha tarifária, os prazos de implementação e fatores como logística, variação cambial e exigências regulatórias.
  Exigências sanitárias seguem obrigatórias no comércio com a União Europeia
Apesar da possível redução de tarifas, o acordo não altera os padrões sanitários da União Europeia. 
  Alimentos para pets continuam obrigados a cumprir integralmente as exigências relacionadas à saúde animal, segurança dos produtos e rastreabilidade.
  O que pode ocorrer é a padronização ou o reconhecimento de determinados procedimentos, tornando o processo comercial mais previsível, sem flexibilizar os critérios de controle.
  Impactos dependem da implementação do acordo
Para a indústria de alimentos para pets, os impactos concretos do acordo entre União Europeia e Mercosul dependem das definições finais sobre tarifas, do calendário de entrada em vigor e da capacidade das empresas de atender às exigências regulatórias.
  Mesmo sem regras específicas para o setor pet, o acordo mostra como políticas comerciais podem influenciar o mercado de forma indireta, por meio das normas aplicáveis ao comércio agrícola como um todo.   FAQ sobre Acordo União Europeia–Mercosul e alimentos para pets
O acordo cita diretamente alimentos para cães e gatos?
Não. O impacto ocorre de forma indireta, por meio das regras de classificação aduaneira.
  Produtos brasileiros de pet food podem ser beneficiados?
Sim, dependendo da redução de tarifas aplicada aos códigos que incluem alimentos para pets.
  As exigências sanitárias europeias mudam com o acordo?
Não. As regras de segurança, saúde animal e rastreabilidade continuam obrigatórias. Fonte: Cães & Gatos

Smart Pet Food Production: Da Escala de P&D ao Custo Total de Propriedade e operações
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Smart Pet Food Production: Da Escala de P&D ao Custo Total de Propriedade e operações

Reunindo fornecedores de tecnologia líderes e especialistas de toda a cadeia de valor do mercado pet food, o seminário de meio dia oferecerá insights práticos sobre inovação, escalonamento industrial, otimização de processos e eficiência de custos, tanto para fabricantes de alimentos úmidos quanto secos.   Enfrentando os Desafios Atuais de Produção    À medida que o mercado global de alimentos para pets continua a se expandir e evoluir, os fabricantes enfrentam uma pressão crescente para inovar, mantendo eficiência e lucratividade. Este evento foi criado para fornecer conhecimento prático sobre:
  Prototipagem e ampliação de novas formulações Tecnologias inovadoras para snacks e produtos especiais Engenharia e controle de plantas para produção de alimentos úmidos e secos Otimização do custo total de propriedade (TCO)   Programação conduzida por Especialistas   O programa da tarde começa com um café de boas-vindas às 13h45, seguido por apresentações técnicas a partir das 14h30.
  As principais sessões incluem:
  Abertura e Introdução: Gael Seguin (Clevertech) e Torsten Trampe (JRS)
  Prototipagem e Escalonamento: Carolin Bohlke (Miavit) e Astrid Bosse (JRS)
  Tecnologias Inovadoras na Preparação de snacks e especialidades: Lars Heymer (Karl Schnell) e Stefan Irmscher (REICH Thermoprozesstechnik GmbH)
  Engenharia e Controle de Plantas na produção de Alimentos Úmidos e Secos: William McBride (ANDRITZ) e Gael Seguin (Clevertech)
  Custo Total de Propriedade para operações de alimentos úmidos e secos:  William McBride (ANDRITZ) e Inigo Pardo (JBT Marel)
  O evento será encerrado com uma sessão de perguntas e respostas, seguida por uma recepção de networking com aperitivos às 18h.   Vagas Limitadas Disponíveis   A participação é gratuita; no entanto, a participação é limitada a 300 participantes. Recomenda-se inscrição antecipada.
  Inscreva-se agora pela página oficial do evento: https://www.petfoodcompetencenet.com/events/   Conheça a Rede no Interzoo   A Pet Food Competence Network também estará presente na Interzoo, no Hall 7A – Estande 515, oferecendo aos participantes a oportunidade de dar continuidade às discussões e explorar oportunidades de colaboração. Fonte: Pet Food Competence Network
Sobre a Pet Food Competence Network (PFCN)
A Pet Food Competence Network reúne 11 empresas líderes com sólida expertise em toda a cadeia de produção de alimentos para pets. Com mais de 1.000 anos de experiência combinada no setor, a rede apoia fabricantes em todo o mundo por meio de soluções integradas que abrangem P&D, tecnologias de processamento, engenharia e otimização de plantas.

Argentina 2026: um mercado pet food que compete por valor, não por volume 
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Argentina 2026: um mercado pet food que compete por valor, não por volume 

O mercado argentino da indústria pet food chega a 2026 com um cenário mais claro do que nos dois anos anteriores. A expansão acelerada de 2021–2022 ficou para trás, o forte ajuste de 2023–2024 obrigou a reorganizar hábitos de consumo e estruturas de preço, e 2025 deixou um sinal-chave para projetar o que vem a seguir: a recuperação existe, mas é gradual e seletiva. O piso do mercado é mais alto do que no período pré-pandemia, embora as regras do jogo já não sejam as mesmas.   
Neste novo contexto, 2026 não se projeta como um ano de crescimento em volume. Segundo os dados do Estudo de Mercado Pet Food na Argentina 2025–2026, realizado pela All Pet Food Market Insights, o consumo por pet tende a se estabilizar, enquanto o valor por quilo começa a ganhar maior relevância na equação do negócio. Não se trata apenas de preços mais altos, mas de uma mudança mais profunda na forma de consumir: compras mais racionais, maior segmentação e decisões mais conscientes por parte dos tutores. Para as empresas, o desafio deixa de ser 'vender mais' e passa a ser 'vender melhor'.    Menos quilos, mais estratégia: como o crescimento se define em 2026    A primeira expectativa clara para 2026 é que o crescimento será definido pela estratégia, e não pela escala. O mercado mostra sinais de polarização: enquanto alguns segmentos sustentam volume, outros concentram valor e ditam o ritmo da rentabilidade. Nesse cenário, determinadas categorias e espécies começam a ganhar maior peso estratégico dentro do mix, impulsionando novas decisões de portfólio.    Esse contexto obriga a repensar como a oferta é construída. As marcas que melhor se posicionarem em 2026 serão aquelas capazes de equilibrar volume defensivo com propostas de maior valor, sem perder coerência de marca nem clareza comercial. A segmentação deixa de ser um recurso tático e passa a ocupar um lugar central na estratégia de negócio.    Preço, claims e canal: as decisões que definem a margem      Outra leitura deixada pelo último ano completo é que o preço já não pode ser analisado de forma isolada. O mercado evidencia uma crescente dispersão de preços e propostas, na qual o valor é construído a partir de múltiplas variáveis que interagem entre si: posicionamento, linguagem de marca, formato e canal.    Nesse sentido, o papel dos claims e do canal ganha importância crescente. Cada canal constrói uma promessa distinta e condiciona tanto a percepção quanto a disposição a pagar do consumidor. Para 2026, essas diferenças deixam de ser meramente descritivas e passam a se tornar decisões estratégicas que impactam diretamente a margem e a competitividade.    Um mercado mais exigente, não menor    A leitura para 2026 é clara: o mercado argentino de pet food não está encolhendo, mas se tornando mais exigente. O foco crescente no mercado interno, a maior atenção ao preço e a evolução do consumidor obrigam as empresas a ajustar decisões que antes podiam ser postergadas.    Nesse cenário, a vantagem competitiva não está em reagir, mas em antecipar. Entender como o consumo se reconfigura, onde o valor é construído e quais variáveis pesam mais em cada decisão torna-se essencial para sustentar margem e participação.    Conclusão    De olho em 2026, crescer não será apenas uma questão de volume. Será, cada vez mais, uma questão de ler corretamente o mercado e decidir com base em informação. O mercado pet food argentino deixa uma certeza e várias perguntas em aberto. A certeza é que o cenário mudou: já não basta crescer por inércia nem replicar estratégias do passado. As perguntas, por outro lado, começam a definir o futuro: onde é possível capturar valor, quais segmentos sustentarão margem, quais decisões de preço e canal serão mais eficazes e como interpretar um consumidor que ajusta, compara e escolhe com maior critério. Em um mercado que se torna mais exigente, a diferença não será marcada por quem tem mais informação, mas por quem consegue interpretá-la melhor.    Acesse o Estudo de Mercado Pet Food na Argentina 2025–2026  Fonte: All Pet Food Market Insights, a plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food. 

O mercado pet food no Brasil: o que os dados mostram além do volume
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O mercado pet food no Brasil: o que os dados mostram além do volume

Longe de ser uma má notícia, esse cenário abre uma conversa mais interessante: como evolui um grande mercado quando deixa para trás as altas taxas de crescimento e entra em uma etapa de consolidação.   Produção: alto volume, crescimento contido  
Em 2024, o Brasil produziu cerca de 4 milhões de toneladas de alimentos para pets, posicionando-se como o segundo maior produtor mundial. O dado relevante não é apenas o volume, mas a variação: uma leve retração de –0,6% em relação a 2023, a primeira queda registrada em mais de uma década.   Mais do que um sinal de alerta, esse ajuste parece responder a um mercado com alta capacidade instalada, no qual a expansão já não depende apenas de produzir mais, mas de como e para quem se produz. A demanda potencial existe — as estimativas indicam que o mercado poderia dobrar de tamanho caso a penetração do alimento comercial fosse total —, mas o crescimento em toneladas começa a mostrar limites típicos de um mercado consolidado.   Consumo: o Brasil segue ditando o ritmo regional
    Enquanto a produção mostra sinais de estabilização, o consumo oferece uma leitura complementar do mercado. Em 2024, o Brasil concentrou aproximadamente 3,99 milhões de toneladas de consumo de pet food, muito acima dos demais países da região. México e Argentina aparecem bem atrás, com 1,6 milhão e 1,07 milhão de toneladas, respectivamente.   Essa liderança sustentada no consumo confirma o Brasil como o mercado âncora da América Latina, não apenas por sua capacidade produtiva, mas por uma base sólida de demanda interna, impulsionada por uma numerosa população de pets e por uma maior adoção de alimentos balanceados.   Ao observar a evolução entre 2021 e 2024, a tendência é clara: crescimento acumulado, porém cada vez mais gradual. Um padrão típico de mercados que atingiram certo nível de maturidade.   Estrutura industrial: poucos atores, grande peso   Outro traço distintivo do mercado brasileiro é sua elevada concentração produtiva. Embora existam cerca de 180 indústrias produtoras de pet food legalmente estabelecidas, aproximadamente 12 empresas concentram cerca de 80% da produção total.   Esse nível de concentração configura um cenário competitivo particular: um núcleo reduzido de grandes players com forte capacidade de investimento e escala, acompanhado por um amplo ecossistema de distribuidores, comércios e serviços que completam a cadeia.   Sob uma ótica estratégica, entender quem produz, quanto produz e a partir de onde produz deixa de ser um dado acessório e passa a ser uma peça-chave para fornecedores, equipes comerciais e áreas de desenvolvimento de negócios.   Esse tipo de leitura estrutural, que raramente está disponível de forma organizada, é um dos eixos abordados pelo Pet Food Market Performance Report LATAM + Spain, o primeiro estudo disponível dentro do All Pet Food Market Insights, a nova plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food.   Acesse o relatório agora   Exportações: Brasil como hub regional   Para além do mercado interno, o Brasil reforça seu papel estratégico por meio do comércio exterior. Em 2024, as exportações do setor pet alcançaram um valor recorde de USD 580,6 milhões, dos quais cerca de USD 500 milhões corresponderam a pet food, com um crescimento próximo de 30% em relação ao ano anterior.   Em termos de volume, as exportações de alimentos para cães e gatos superaram 74.500 toneladas, com tendência de crescimento. Os principais destinos incluem países da região e mercados extrarregionais, o que posiciona o Brasil como um hub exportador cada vez mais relevante.   As importações, por outro lado, cresceram fortemente em termos percentuais (+64%), mas seguem sendo marginais em volume e valor, confirmando que o Brasil exporta muito mais pet food do que importa.   Crescimento e valor: menos volume, mais estratégia     Ao ampliar a análise para o valor de mercado, o cenário muda novamente de escala. As projeções indicam que o mercado brasileiro de pet food pode alcançar USD 9,3 bilhões em 2025 e chegar a cerca de USD 13,7 bilhões em 2030, com uma taxa de crescimento anual composta próxima de 8%.   Os motores já não estão apenas no volume, mas na humanização dos pets, na premiumização dos produtos e na expansão do canal digital. Nesse contexto, crescer não significa produzir mais toneladas, mas capturar mais valor por unidade.   Ler o mercado além dos títulos   O Brasil não deixou de crescer. O que mudou foi a forma. O mercado pet food brasileiro parece ter entrado em uma fase em que a leitura estratégica pesa mais do que a expansão automática. Compreender essas dinâmicas exige dados históricos, comparáveis e estruturados, que permitam distinguir entre conjuntura e tendência.   Com esse objetivo nasce o All Pet Food Market Insights, uma plataforma desenhada para transformar dados do setor em inteligência de mercado acionável. Seu primeiro estudo, o Pet Food Market Performance Report LATAM + Spain (2021–2024), integra produção, consumo, população de pets, estrutura industrial e comércio exterior em um dashboard interativo com relatórios para download.   Em mercados grandes e maduros como o brasileiro, contar com esse tipo de ferramenta já não é um diferencial: é uma condição necessária para tomar decisões informadas e sustentar o crescimento no longo prazo.   Conheça a demo e acesse o relatório Fonte: All Pet Food

Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?
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Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?

A volatilidade econômica deixou de ser algo passageiro e passou a fazer parte do cotidiano dos consumidores em todo o mundo.
  Mesmo sem se sentirem mais otimistas em relação à economia ou às próprias finanças, as pessoas aprenderam a conviver com esse cenário e ajustaram a forma como pensam e decidem suas compras. É o que revela uma pesquisa global da NielsenIQ (NIQ).
  Os dados mais recentes foram coletados em julho de 2025 e reapresentados no fim do ano. Ainda assim, ajudam a entender o comportamento do consumidor no início de 2026 — inclusive no que diz respeito ao mercado pet.   Preocupações globais ainda pesam no bolso
Entre os principais fatores que impactam o consumo, o aumento no preço dos alimentos continua liderando a lista, citado por 29% dos entrevistados. 
  Embora esse percentual tenha caído levemente em relação ao ano anterior, o tema segue longe de ser resolvido.
  Outro ponto que ganhou força foi a preocupação com conflitos globais, crises e guerras, mencionada por 23% dos consumidores — um aumento significativo em apenas 12 meses. 
  A tendência é que esse número seja ainda maior diante do atual cenário geopolítico.   Brasil mostra baixo otimismo financeiro
Um dado que chama atenção é o nível de otimismo financeiro nos principais mercados de pet food. 
  Em meados de 2025, países considerados grandes consumidores de alimentos para pets, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Japão, registraram queda expressiva no otimismo.
  No Brasil, apesar de ser um dos maiores mercados de pet food do mundo, o índice de consumidores otimistas foi de apenas 0,5%, indicando cautela extrema no consumo e reforçando a necessidade de escolhas mais conscientes.   Gastos com alimentação pet seguem estáveis
Mesmo com preços ainda elevados em diversas categorias, a inflação no segmento de pet food apresentou comportamento mais controlado. 
  Até junho de 2025, os preços globais de alimentos para pets subiram apenas 0,5% em relação ao ano anterior, enquanto o volume de vendas cresceu 0,7%.
  Esse desempenho indica que, para muitos tutores, a alimentação e os cuidados com os animais continuam sendo vistos como gastos essenciais, ao lado de itens como moradia, saúde e educação.
  Ainda assim, a pesquisa aponta que os consumidores pretendiam gastar cerca de 1% menos com cuidados pet, o que pode refletir tanto uma leve redução no consumo quanto a expectativa de estabilidade nos preços.
  Outro movimento relevante identificado pela NielsenIQ é a mudança nas estratégias de economia. Caiu a intenção de trocar marcas por opções mais baratas ou comprar apenas itens em promoção. 
  Em contrapartida, cresce a valorização de produtos que entregam, ao mesmo tempo, preço justo, qualidade e alinhamento com valores do consumidor.
  O relatório resume esse comportamento de forma clara: 'cada compra precisa justificar seu lugar'. 
  Simplicidade, clareza de benefícios e propostas mais objetivas tendem a se destacar em um cenário de fadiga mental e excesso de opções.
  Para marcas de pet food, o recado é direto: oferecer valor real, comunicação clara e soluções práticas será decisivo para conquistar e manter o consumidor em 2026.   FAQ sobre tendências de mercado de pet food em 2026
O consumidor pretende reduzir gastos com alimentação pet em 2026?
A redução é pequena e pode estar mais ligada à expectativa de estabilidade de preços do que a cortes significativos.
  O pet food é considerado um gasto essencial?
Sim. A categoria aparece junto a itens considerados 'não negociáveis', como saúde e moradia.
  O que influencia a decisão de compra no mercado pet atualmente?
Produtos que combinam qualidade, preço equilibrado e valores claros, com comunicação simples e objetiva.

  Fonte: Cães & Gatos

Mercado pet no Brasil: mudanças recentes e o potencial da Inteligência Artificial
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Mercado pet no Brasil: mudanças recentes e o potencial da Inteligência Artificial

Por Ludmila Barbi T. Bomcompagni

Mas por trás desses avanços também existem desafios. O setor lida com uma série de fatores estruturais que dificultam a competitividade, desde a complexa burocracia regulatória até o peso da carga tributária. Some-se a isso as questões logísticas de um país continental, onde o custo de transporte e distribuição impacta diretamente no preço final dos produtos.
  Nos últimos meses, vimos um sinal claro de como o ambiente pode ser desafiador. Um importante player internacional decidiu encerrar suas operações de fabricação de alimentos pet no Brasil. A decisão repercutiu entre profissionais, fornecedores e clientes, gerando debates: como uma empresa global, com ampla expertise e recursos, não conseguiu manter-se em um mercado tão promissor?
  A resposta passa por entender que o Brasil é, ao mesmo tempo, um oceano de oportunidades e um terreno de barreiras. O consumidor brasileiro é exigente, atento a novidades e disposto a investir mais em bem-estar animal. Por outro lado, o ambiente de negócios impõe custos elevados. Os alimentos para pets, por exemplo, estão entre os mais tributados do setor de consumo, chegando a níveis que, em muitos casos, superam a carga de produtos destinados a humanos. Essa distorção impacta toda a cadeia: da compra de matérias-primas até a formulação de produtos competitivos, acessíveis e inovadores.
  Nesse contexto, cresce a importância da inovação aliada à inteligência estratégica. Não basta ter capital ou tradição: é preciso adaptar-se, encontrar novas rotas de crescimento e compreender profundamente a dinâmica do consumidor brasileiro. É nesse cenário que a inteligência artificial (IA) ganha espaço como uma ferramenta transformadora.   O papel da inteligência artificial no setor pet   A inteligência artificial não é um modismo passageiro. Trata-se de uma tecnologia capaz de ampliar a capacidade humana de analisar informações, simular cenários e tomar decisões mais precisas. No setor de nutrição animal, seu impacto pode ser particularmente relevante em diversas frentes:
  Pesquisa de matérias-primas alternativas: algoritmos de IA conseguem vasculhar bases de dados globais, cruzar informações de composição nutricional e disponibilidade logística, e indicar opções sustentáveis e mais econômicas. O que antes poderia levar meses de estudo manual, hoje pode ser alcançado em dias, com alta precisão.
  Otimização de custos de formulação: diante da oscilação constante no preço dos insumos, ferramentas inteligentes permitem simular combinações de ingredientes, ajustando formulações sem comprometer a qualidade nutricional. Dessa forma, empresas conseguem manter margens equilibradas e oferecer preços competitivos.
  Monitoramento regulatório e tributário: a legislação brasileira está em constante evolução, e acompanhar suas mudanças é um desafio permanente. Sistemas de IA podem mapear riscos regulatórios, acompanhar novas normas em tempo real e sugerir adequações de forma proativa.
  Análise de tendências de consumo: o comportamento dos tutores de pets é cada vez mais digitalizado. Ferramentas de machine learning conseguem interpretar sinais de consumo em redes sociais, e-commerces e pesquisas de mercado, oferecendo insights sobre preferências emergentes, como produtos naturais, livres de grãos ou enriquecidos com funcionalidades específicas.
  Gestão da cadeia de suprimentos: ao integrar dados de fornecedores, estoques e transporte, a IA ajuda a reduzir desperdícios, otimizar rotas de distribuição e prever gargalos logísticos. Isso é crucial em um país onde a logística é um dos principais fatores de custo.   O papel insubstituível dos formuladores e pesquisadores   Apesar de todo esse potencial, é essencial reforçar que a inteligência artificial não substitui a inteligência humana. Formuladores, pesquisadores e profissionais da indústria são o coração do setor de nutrição pet. São eles que transformam dados em soluções concretas, aplicam senso crítico, consideram variáveis práticas e avaliam a viabilidade real de cada inovação.
  A IA deve ser vista como uma parceira estratégica desses profissionais. Ela assume parte das tarefas repetitivas e analíticas, liberando tempo e energia para que os especialistas se concentrem no que realmente importa: desenvolver produtos inovadores, nutritivos, seguros e alinhados às expectativas do mercado.
  É nesse ponto que se revela o maior valor da tecnologia: potencializar o trabalho humano, e não substituí-lo. Os melhores resultados virão da integração entre conhecimento técnico, sensibilidade de mercado e ferramentas digitais de ponta.   O desafio tributário e a competitividade do setor   Não se pode falar em futuro do mercado pet no Brasil sem abordar a questão tributária. Atualmente, a carga de impostos sobre rações e alimentos para animais de estimação é significativamente mais alta do que a aplicada em alimentos humanos. Essa diferença impacta a competitividade das empresas brasileiras, limita a capacidade de exportação e, em muitos casos, encarece o acesso do consumidor a produtos de melhor qualidade.
  A distorção tributária também gera desigualdade no mercado interno. Empresas que conseguem absorver parte desses custos se fortalecem, enquanto pequenos e médios produtores enfrentam dificuldades em competir. A inovação tecnológica pode ajudar a reduzir custos produtivos, mas uma agenda de revisão fiscal será crucial para que o setor se consolide de forma sustentável.   O futuro: adaptação e inovação contínua   Diante de todos esses fatores, fica claro que o setor pet no Brasil está em um momento de transição. A saída de grandes players internacionais mostra que capital financeiro e experiência global não bastam. O sucesso depende da capacidade de adaptação local, inovação contínua e uso estratégico da tecnologia.
  As empresas que prosperarem serão aquelas que conseguirem unir três pilares:
  Profundidade técnica, com formuladores e pesquisadores preparados para interpretar dados e criar soluções inovadoras. Adoção inteligente de tecnologia, incorporando IA e outras ferramentas digitais para otimizar processos e reduzir custos. Visão de mercado e consumidor, compreendendo que o tutor brasileiro é exigente, valoriza qualidade e está disposto a investir mais em bem-estar animal.   Conclusão   O mercado pet no Brasil vive um momento decisivo. As mudanças recentes mostram que tradição ou porte global não são garantias de permanência. Para prosperar, é necessário unir o talento dos formuladores, a sensibilidade dos pesquisadores e as ferramentas que a tecnologia oferece. Nesse cenário, a inteligência artificial surge não como substituta, mas como parceira estratégica, capaz de ampliar a capacidade humana de inovar e encontrar soluções viáveis. O futuro do setor pertencerá a quem souber equilibrar ciência, tecnologia e compreensão profunda do consumidor.
  Por Ludmila Barbi Trindade Bomcompagni
Fonte: All Pet Food Magazine

Mercado de micoproteína para pet food deve ultrapassar US$1,12 bilhão até 2033
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Mercado de micoproteína para pet food deve ultrapassar US$1,12 bilhão até 2033

O mercado global de ingredientes de micoproteína para alimentos destinados a pets deve registrar um crescimento expressivo nos próximos anos. 
  Segundo relatório da consultoria Research Intelo, o setor foi avaliado em US$420 milhões em 2024 e tem projeção de alcançar US$1,12 bilhão até 2033, com uma taxa de crescimento anual composta de 11,2% ao longo do período.
  De acordo com o estudo, esse avanço é impulsionado principalmente pela crescente demanda por alternativas sustentáveis, ricas em proteína e consideradas mais amigáveis para animais com sensibilidades alimentares. 
  Tutores estão cada vez mais atentos à saúde de cães e gatos e também ao impacto ambiental das escolhas nutricionais, o que favorece a adoção de proteínas alternativas na formulação de pet food.
  A micoproteína é um ingrediente obtido por meio de processos de fermentação e se destaca por apresentar alto teor proteico, baixo teor de gordura e ausência de colesterol. 
  Essas características a tornam atrativa para aplicações na alimentação animal, especialmente em dietas que buscam equilibrar nutrição, digestibilidade e menor impacto ambiental.
  O relatório aponta que a conscientização dos consumidores sobre os impactos ambientais das proteínas de origem animal tradicionais também tem papel central nesse crescimento. 
  A produção de micoproteína gera uma pegada de carbono significativamente menor quando comparada à carne convencional, fator que vem pressionando a indústria a explorar fontes proteicas alternativas.
  Outro elemento relevante é a tendência de humanização dos pets. Segundo a Research Intelo, muitos tutores procuram para seus animais opções alimentares semelhantes às que escolhem para si mesmos: nutritivas, funcionais e sustentáveis. 
  Essa mudança de comportamento fortalece o posicionamento da micoproteína como ingrediente alinhado às novas expectativas do mercado.
  Além disso, o ambiente regulatório mais favorável para ingredientes inovadores na nutrição animal tem contribuído para a expansão do setor. 
  Em diversos mercados, há maior abertura para o uso de novas fontes proteicas em alimentos para pets, desde que atendam aos critérios de segurança e adequação nutricional.
  Apesar das perspectivas positivas, o estudo também aponta desafios. Entre eles estão os custos elevados de produção e a limitação do conhecimento do consumidor em algumas regiões. 
  A incorporação da micoproteína às dietas de cães e gatos exige formulações cuidadosas para garantir que todas as necessidades nutricionais sejam atendidas de forma adequada.
  Por outro lado, avanços tecnológicos têm ajudado a reduzir parte dessas barreiras. Melhorias nos processos de fermentação e bioprocessamento aumentaram o rendimento, a consistência e a retenção de nutrientes da micoproteína, tornando sua aplicação mais viável em escala industrial.   FAQ sobre micoproteína na alimentação de pets
O que é micoproteína e por que ela está ganhando espaço no pet food?
É uma proteína obtida por fermentação, rica em nutrientes e com menor impacto ambiental, alinhada às novas demandas dos tutores.
  Quais são os principais benefícios da micoproteína para cães e gatos?
Alto teor de proteína, baixo teor de gordura, ausência de colesterol e potencial uso em dietas mais sustentáveis.
  Quais desafios ainda limitam a expansão desse mercado?
Custos de produção elevados, necessidade de formulações nutricionais precisas e menor conhecimento do consumidor em alguns mercados.

  Fonte: Cães & Gatos

Kemin unifica América Latina, amplia estrutura regional, anuncia 46 novas contratações e Brasil se torna eixo estratégico
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Kemin unifica América Latina, amplia estrutura regional, anuncia 46 novas contratações e Brasil se torna eixo estratégico

O Brasil passa a liderar a nova estratégia da Kemin na América Latina. A partir de janeiro, a companhia unifica as operações do México, América Central e América do Sul sob uma única estrutura regional, com o país assumindo um papel central como plataforma de liderança, inovação e expansão. A reconfiguração marca um novo ciclo de crescimento da empresa na região e é acompanhada pela abertura de 46 novas posições, distribuídas por diferentes países latino-americanos.
  Segundo Rubens Castro, presidente da unidade de Saúde e Nutrição Animal da Kemin na América do Sul, a decisão reflete uma visão clara de futuro para a companhia.

'A decisão nasce de uma visão clara de futuro para a Kemin. Entendemos que essa configuração amplia nossa capacidade competitiva, promove maior alinhamento estratégico e acelera a captura de oportunidades de mercado.'
  A integração regional foi guiada por três pilares principais: maior sinergia estratégica com foco no cliente, eficiência operacional com mais velocidade de decisão e a construção de uma plataforma sólida para crescimento sustentável de longo prazo.   Brasil como hub de liderança e inovação   O protagonismo do Brasil nessa nova configuração vai além do peso econômico. O país concentra a operação mais completa da Kemin na região, reunindo plantas produtivas, centros de inovação, equipes técnicas e comerciais experientes, além de uma presença consolidada junto aos principais clientes.
  De acordo com Castro, 'essa centralidade não vem apenas da dimensão econômica do país, mas da combinação de fatores estruturais, operacionais e de liderança que fortalecem a região como um todo'.

Ele reforça que 'o Brasil representa a maior economia da América Latina e concentra uma parte significativa do nosso volume de negócios. Sua escala, diversidade de segmentos e presença consolidada da Kemin tornam o país um polo natural para liderar iniciativas regionais e acelerar o crescimento integrado em todas as geografias'.
  Além disso, a estrutura brasileira funciona como uma plataforma para apoiar a expansão no México e na América Central, promovendo o compartilhamento de tecnologia, conhecimento e melhores práticas. 'Essa base sólida permite que o país sirva como plataforma para apoiar a expansão no México e na América Central, compartilhando tecnologia, conhecimento e melhores práticas', destaca o presidente.   Impacto direto no crescimento das Unidades de Negócios   Com uma liderança única e uma região mais coesa, a Kemin passa a alinhar estratégias comerciais de forma mais coordenada, ampliando a presença das Unidades de Negócios nos diferentes países da América Latina.
  Para Castro, a nova estrutura cria condições concretas para acelerar resultados. 'Com uma liderança única e uma região mais coesa, conseguimos alinhar estratégias comerciais, priorizar mercados e ampliar a presença das Unidades de Negócios nos países de maneira mais coordenada. Isso significa mais oportunidades de cross-selling, expansão de portfólio e entrada em novos segmentos, apoiados por uma visão regional clara e integrada.'
  A integração também traz ganhos operacionais importantes, como maior velocidade no lançamento de produtos, melhor acesso a dados e inteligência de mercado e otimização de recursos. 'Essa escala permite que as Unidades de Negócios foquem no que realmente importa: desenvolver soluções diferenciadas e crescer com sustentabilidade', afirma.   Meta ambiciosa: dobrar de tamanho em três anos   Com a região agora operando de forma integrada, a expectativa da Kemin é crescer acima da média dos mercados em que atua. O fortalecimento da presença comercial e a ampliação do portfólio são apontados como pilares desse avanço.
  Castro destaca que o olhar da companhia para a América Latina será ainda mais estratégico nos próximos anos. 'O nosso objetivo é dobrar de tamanho em três anos. A Kemin Industries terá um olhar especial para a região, passando por investimentos significativos como novas plantas, novos laboratórios, expansão de capacidade e pessoas.'   46 novas vagas reforçam presença regional   Para sustentar esse crescimento, a Kemin anunciou a abertura de 46 novas posições na América Latina, sendo cerca de 70% das vagas voltadas à área Comercial. As oportunidades estarão distribuídas por Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Equador, México e América Central.
  Segundo Giseli Delacqua, diretora de Recursos Humanos da Kemin América do Sul, o movimento representa um passo estratégico essencial para o futuro da companhia na região.

'A abertura de 46 novas posições pela Kemin na América Latina representa um passo estratégico fundamental para sustentar o crescimento acelerado da companhia na região. Esse movimento reforça o compromisso da empresa em ampliar sua presença nos mercados latino-americanos, especialmente após a integração das operações do México e América do Sul sob uma mesma estrutura regional.'
  O foco maior na área Comercial está diretamente ligado à estratégia de proximidade com o mercado. 'Estamos direcionando a maior parte dessas novas posições para a área Comercial para fortalecer a nossa presença no mercado, especialmente em regiões onde temos pouca penetração e representatividade', explica Giseli.

Ela complementa: 'Teremos mais recursos para estarmos mais próximos dos nossos clientes e parceiros locais e isso nos ajudará a responder de forma mais ágil às demandas do mercado, aumentando a capacidade de inovação.'   Pessoas, propósito e valores no centro da estratégia   Além do crescimento do time, a Kemin reforça que busca profissionais alinhados a seus valores e propósito.
  Para Giseli Delacqua, a expansão do quadro está diretamente conectada à cultura da companhia.

'Aqui na Kemin, tudo o que fazemos importa. Importa para as pessoas, para os nossos clientes, para os nossos parceiros, para a sociedade. Nós nos esforçamos para transformar de forma sustentável a qualidade de vida de 80% da população mundial todos os dias com nossos produtos e serviços.'
  Ela destaca que os valores da empresa, trabalho em equipe, integridade, paixão, liderança servidora e segurança, norteiam o perfil buscado. 'É esse perfil que buscamos em nossos candidatos. Pessoas que são apaixonadas pelo que fazem.'   Mais proximidade com clientes e parceiros   A nova estrutura regional também impacta diretamente a relação com clientes e parceiros, ampliando o suporte técnico e comercial e fortalecendo a integração entre equipes.
  Com processos mais harmonizados, maior coordenação regional e uma gestão clara de prioridades, a Kemin espera oferecer respostas mais rápidas, maior previsibilidade e operações mais eficientes, reforçando relações de confiança e colaboração de longo prazo em toda a América Latina.

  Fonte: Presente Rural

Indústria nacional de pet food ganha espaço no Japão ao exportar insumos
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Indústria nacional de pet food ganha espaço no Japão ao exportar insumos

A indústria nacional de pet food avançou nas negociações no Exterior com a abertura do mercado do Japão para importar insumos utilizados em rações e petiscos.
  O anúncio, feito conjuntamente pelos governos brasileiro e japonês, reforça a posição do Brasil como parceiro estratégico em abastecimento agropecuário.
  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Gov, o Japão já figura entre os principais destinos das exportações agrícolas brasileiras, ocupando o sétimo lugar em 2024.
  No período, foram registrados US$ 3,3 bilhões (cerca de R$ 17,52 bilhões) em vendas. Apenas entre janeiro e julho de 2025, esse volume chegou a US$ 1,8 bilhão (aproximadamente R$ 9,56 bilhões).
  A entrada das gorduras animais, como de aves, suínos e bovinos, nesse portfólio amplia o alcance brasileiro dentro da cadeia de nutrição animal, indo além de produtos tradicionais como grãos e carnes.
  Panorama do mercado de pet food do Japão
Atualmente, o mercado pet do Japão figura entre os dez maiores do mundo e segue em expansão. Estima-se que a receita do segmento de pet food alcance US$ 4,77 bilhões (R$ 26,2 bilhões) em 2025.
  Esse desempenho reflete uma característica peculiar do país.
  O Japão é a única nação onde o número de animais de estimação supera o de crianças.
  Segundo a Japan Pet Food Association, há cerca de 20 milhões de cães e gatos por lá, enquanto a população com menos de 16 anos gira em torno de 17 milhões.
  O setor investe em alimentos funcionais, produtos premium e tecnologias voltadas ao bem-estar animal. Como resultado, o segmento de pet food tornou-se o mais consolidado e lucrativo do país.
  FAQ sobre abertura do mercado japonês para indústria nacional pet food
O que mudou para a indústria brasileira?
A permissão para exportação de gorduras animais amplia a participação do Brasil na cadeia de nutrição pet do Japão.
  Por que o Japão é um mercado relevante para o setor?
O país tem um dos maiores mercados pet do mundo, com forte demanda por produtos premium, funcionais e de alto valor agregado.
  Qual o tamanho estimado do mercado japonês de pet food em 2025?
A expectativa é que o segmento alcance cerca de US$ 4,77 bilhões em receitas.

  Fonte: Cães e Gatos

Lesaffre e Zilor firmam joint venture
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Lesaffre e Zilor firmam joint venture

Ao unir forças, a Lesaffre e a Zilor irão alavancar benefícios mútuos significativos, fornecendo soluções naturais à base de levedura ainda mais eficazes para clientes em todo o mundo. Essa parceria inovadora acelerará a entrega de soluções centradas no cliente. Ela se baseará em valores compartilhados, reconhecida expertise técnica e comercial, além de uma rede industrial global que inclui a unidade de produção da Biorigin em Quatá (SP), aliada a uma cadeia de suprimentos verticalizada e sustentável.   A Zilor continuará operando sua unidade de produção de etanol e levedura exaurida para nutrição animal. Os produtos à base de levedura voltados para a nutrição de animais de companhia e produção, fabricados nas unidades de Lençóis Paulista (SP) e Macatuba (SP), continuarão sob gestão e comercialização da Zilor.   As unidades de negócios da Lesaffre se beneficiarão desta joint venture e reforçarão sua posição como protagonistas nos mercados de alimentação humana, nutrição animal, pet food e aquicultura.   A unidade de Quatá (SP) é referência em carbono neutro, resultado do uso de biomassa como fonte de energia. Além disso, a Lesaffre e a Zilor mantêm um forte compromisso com a minimização do impacto ambiental por meio da adoção de melhores práticas e melhorias contínuas.   A parceria estratégica entre Lesaffre e Zilor foi anunciada em conjunto pela primeira vez em 4 de outubro de 2024. Fonte: Biorigin - Zilor
  SOBRE A LESAFFRE A Lesaffre é um dos principais players globais em fermentação há mais de um século, com faturamento de € 3 bilhões. Presente em todos os continentes, conta com 80 unidades de produção em 55 países, 11 mil colaboradores e mais de 100 nacionalidades. Com essa experiência e diversidade, trabalhamos com clientes, parceiros e pesquisadores para encontrar respostas cada vez mais relevantes às necessidades de alimentação, saúde, naturalidade e respeito ao meio ambiente.   Nosso objetivo é explorar e revelar, diariamente, o potencial infinito dos microrganismos. Alimentar 9 bilhões de pessoas, de maneira saudável, até 2050, aproveitando ao máximo os recursos do nosso planeta, é um desafio inédito e essencial. Acreditamos que a fermentação é uma das soluções mais promissoras para enfrentar esse desafio.   Lesaffre – Working together to better nourish and protect the planet   Mais informações em: www.lesaffre.com
Converse conosco no LinkedIn e no Twitter   SOBRE A ZILOR A Zilor é uma empresa brasileira com 79 anos de atuação no setor sucroenergético, que produz açúcar, etanol, energia elétrica limpa e ingredientes naturais para nutrição animal, a partir da cana-de-açúcar. Com 4.400 colaboradores diretos, opera quatro unidades agroindustriais no interior de São Paulo (Lençóis Paulista, Macatuba, Quatá e Lucélia), com capacidade de moagem de 13,8 milhões de toneladas por safra, posicionando-se entre as maiores produtoras do país, atendendo à demanda por energia limpa e alimentos para um mundo em constante transformação.
  A Zilor é fundadora e acionista relevante da Copersucar, com12% de participação na maior comercializadora global de açúcar e etanol, presente em mais de 70 países. Referência em gestão socioambiental, adota práticas sustentáveis como colheita 100% mecanizada e investe em projetos sociais voltados à educação, cultura, saúde, segurança e meio ambiente, promovendo o desenvolvimento das comunidades onde atua.   Zilor – Gerar riqueza e promover o bem-estar da sociedade, por meio da transformação de recursos agrícolas inovadores e naturais em alimentos e energia.   Mais informações em: www.zilor.com.br
Converse conosco no LinkedIn: www.linkedin.com/company/zilor  

O Cone Sul: oportunidades e desafios na transformação do mercado de pet food
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O Cone Sul: oportunidades e desafios na transformação do mercado de pet food

Desde a consolidação dos alimentos premium até o aproveitamento de subprodutos para uma produção mais sustentável, os fabricantes têm diante de si uma oportunidade única para fazer a diferença. Nesse aspecto, na Clivio Solutions, estamos ao lado deles para alcançar esse objetivo.   Crescimento econômico e impulso ao mercado premium   Na Argentina, os sinais de recuperação econômica estão beneficiando setores-chave, como a indústria de pet food. Esse contexto permite que os fabricantes projetem estratégias de longo prazo, com um foco especial em produtos premium, devido a:
  Consumidores mais exigentes: Os tutores de pets buscam alimentos de qualidade superior, ricos em proteínas de alto valor biológico e livres de aditivos artificiais. Além disso, os pets estão sendo cada vez mais considerados membros da família.
  Diversificação de portfólios: Os fornecedores oferecem ingredientes especializados, como proteínas funcionais, gorduras purificadas e suplementos naturais que atendem a rigorosas regulamentações.
  As soluções personalizadas e a automação de processos desempenham um papel fundamental nesse cenário. Empresas que adotam essas tecnologias conseguem reduzir custos operacionais, melhorar a eficiência e se adaptar melhor à crescente demanda por produtos premium.   Sustentabilidade: os subprodutos como oportunidade   A sustentabilidade é outro pilar essencial na transformação do mercado. O reaproveitamento de subprodutos de origem animal — como vísceras, ossos e farinhas de carne — não apenas promove a economia circular, mas também responde a uma tendência global: minimizar o desperdício sem comprometer a qualidade.
  Soluções como equipamentos de processamento avançado, projetados para separar, purificar e reutilizar essas matérias-primas, são fundamentais para maximizar a eficiência nas plantas de produção. Ao implementar essas tecnologias, os fabricantes do Cone Sul podem se manter competitivos enquanto cumprem com padrões internacionais.
  Nesse contexto, nosso compromisso com a indústria de pet food é apoiar as empresas em seus desafios mais ambiciosos, oferecendo tecnologias inovadoras que não apenas otimizam processos, mas também garantem a máxima qualidade de seus produtos.   Soluções personalizadas para uma indústria em evolução   Em um mercado em constante mudança, a capacidade de adaptação e adoção de tecnologias personalizadas é essencial. Desde sistemas de automação até soluções específicas para aprimorar a qualidade dos produtos, os fabricantes da indústria de pet food têm uma oportunidade única de impactar positivamente as operações de seus clientes.
  Nossa missão é trabalhar lado a lado com as empresas, ajudando-as a otimizar seus processos, reduzir custos e garantir a máxima qualidade em seus produtos. Com nossa vasta experiência global, nos dedicamos a acompanhá-las na implementação de soluções que lhes permitam superar os desafios do mercado e levar suas operações ao próximo nível.   Conclusão: o caminho para um futuro premium e sustentável   O Cone Sul representa um ponto estratégico de desenvolvimento para a indústria global de pet food. As mudanças na economia, na mentalidade do consumidor e na adoção de práticas sustentáveis estão moldando um cenário desafiador, mas repleto de oportunidades.
  Como aliados estratégicos, temos a responsabilidade de colaborar com os fabricantes de alimentos para pets, oferecendo ferramentas e soluções que impulsionem sua competitividade e permitam que se destaquem nesse mercado em transformação.
  O que você está esperando para dar o próximo passo? Entre em contato conosco e leve o seu negócio para o próximo nível!
  Por Clivio Solutions
Fonte: All Pet Food Magazine