Pesquisadores da Universidade de Sussex e da Universidade de Exeter, no Reino Unido, detectaram a presença de partículas plásticas microscópicas em 76% dos alimentos comerciais para animais de estimação analisados. A constatação faz parte de um estudo publicado na revista científica Environmental Toxicology and Chemistry.
 

A investigação identificou esses componentes sintéticos em comidas destinadas a cães, gatos e porcos-espinhos. O levantamento serve como um indicador para o setor de nutrição animal repensar seus processos.

 

Quais tipos de ração apresentam maior risco?


De acordo com os dados obtidos, os alimentos do tipo úmido (como sachês e patês) foram apontados como os de maior potencial para a exposição diária dos animais de estimação a esses compostos.
 

O contato contínuo desperta a atenção da comunidade veterinária global, que busca entender os impactos de longo prazo dessas substâncias invisíveis no organismo dos bichos.

 

Rigor metodológico evita falhas nas análises


Para garantir a precisão dos achados, os cientistas adotaram rigorosos critérios de validação em laboratório. Apenas os resultados que apresentaram um índice de similaridade superior a 70% foram validados de forma oficial pela equipe técnica.
 

Todo o processo contou com controles de amostragem específicos para identificar e descontar eventuais contaminações ambientais, assegurando que as partículas plásticas estavam presentes nos produtos comerciais.

 

Sobre microplásticos em alimentos para pets


Qual foi o percentual de contaminação apontado pela pesquisa?
O estudo científico revelou que 76% dos alimentos comerciais analisados continham vestígios e partículas microscópicas de plástico em sua composição.
 

Quais produtos expõem mais os animais a essas partículas?
De acordo com os pesquisadores envolvidos, os alimentos úmidos são os que oferecem maior potencial de exposição diária dos animais de estimação aos componentes plásticos.
 

O estudo incluiu rações feitas para quais espécies de animais?
As amostras de alimentos comerciais avaliadas pela equipe de cientistas incluíam produtos voltados para cães, gatinhos e porcos-espinhos.


Fonte: Cães & Gatos


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