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XXV Congresso CBNA Pet debate nutrição, processo e segurança, mercado e comunicação ética em nutrição de cães e gatos em São Paulo
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XXV Congresso CBNA Pet debate nutrição, processo e segurança, mercado e comunicação ética em nutrição de cães e gatos em São Paulo

Com o tema Desafios na alimentação de felinos, o XXV Congresso CBNA Pet vai ser realizado entre os dias 13 e 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento mais importante em nutrição de cães e gatos do país terá sua programacao dividida em quatro grandes painéis com os temas Nutrição, Processo e Segurança, Mercado e Comunicação ética em nutrição de cães e gatos no combate à desinformação, anuncia o membro da Diretoria Técnica do CBNA, coordenador do evento e professor da Unesp – Campus de Jaboticabal, Aulus Carciofi.
  O encontro, realizado pelo CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), vai abordar alguns dos temas que têm tirado o sono dos profissionais de toda a cadeia produtiva, como as medidas mais adequadas de alguns dos nutrientes mais importantes na formulação de dietas de gatos, processamento de ração, aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos, indicadores de desempenho em fábricas de ração e as principais perspectivas de mercado.
  O objetivo é reunir alguns dos principais especialistas em nutrição de cães e gatos da academia e da indústria para discutir desafios, oportunidades, tendências, inovações e perspectivas do setor, disse Carciofi. 'Nestes dois dias de evento, teremos apresentação de trabalhos científicos e debates com representantes da indústria e da academia, incluindo as universidades mais importantes do Brasil, dos Estados Unidos e do Canadá'.   Programação
O programa científico do XXV Congresso CBNA Pet, será aberto com o Painel de Nutrição, a partir das 9h do dia 13, pela professora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), Márcia Gomes. Em seguida, a professora da University of Guelph, do Canadá, Kate Schoveller, vai debater Quando e como fazer uso dos aminoácidos cristalinos em alimentos comerciais para gatos.
  Logo depois, o professor da University of Missouri, dos Estados Unidos, Bob Backus, vai destacar Betaína, colina e metabolismo de carbono: Além da necessidade mínima. No período da tarde, a programação segue com o professor da Kansas State University, dos Estados Unidos, Dennis Jewell, que vai discutir Formulando minerais com vistas a saúde do trato urinário dos gatos. 
  O professor da Kansas State University, dos Estados Unidos, Dennis Jewell, vai apresentar Água do alimento, balanço hídrico e a saúde renal de gatos. Na sequência, o professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Luciano Trevizan vai ministrar a palestra Gordura na dieta de gatos: Quanto e qual?. 
  No dia 14 de maio, a programação começa com o Painel de Processo e Segurança, que será aberto com o tema Criando alimentos para gatos: Processamento e características específicas, encabeçado pelo gerente de P&D da Adimax, Fabiano Cesar Sá. Em seguida, o debate será Muito além do sabor: A influência da palatabilidade e do ambiente no comportamento alimentar felino, com a gerente da Nestlé Purina na América do Norte, Sandra Lyn.
  Logo depois, a discussão avança sobre Aditivos e ingredientes potencialmente tóxicos para gatos, com a professora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), Silvana Lima Gorniak. Na sequência, os Indicadores de desempenho na fábrica de ração serão debatidos com o consultor da AZC Animal Nutrition Consulting, Alderley Zani.
  O Painel de Mercado abre a programação no período da tarde com o tema Alimentos para gatos: Perspectivas de mercado e ótica de seus responsáveis, com o gerente de Marketing da Symrise Pet Food na América Latina, Anderson Conejo. A programação desta edição será encerrada com uma mesa-redonda sobre Comunicação ética em nutrição de cães e gatos no combate à desinformação.
  A mesa-redonda terá a participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), além das médicas veterinárias e influenciadoras digital Fernanda Yamamoto e Carla Maion. O CBNA vai realizar três eventos simultâneos de 12 a 14 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo. No dia 12 haverá o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, dias 13 e 14 será o XXV Congresso CBNA Pet e de 12 a 14 de maio será realizada a 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos.
  Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa. As edições deste ano tem o patrocínio confirmado de empresas como AB Vista, Adimax, Alltech, APC, Bionatural, CBO Laboratório, dsm-firmenich, Evonik, ICC Pet, Kemin Nutrisurance, Novus, PremieRpet, Royal Canin, Sanfer, Symrise, Sindirações e Waltham. As empresas interessadas em participar ou patrocinar os eventos, podem entrar em contato com o CBNA através do e-mail cbna@cbna.com.br ou pelo What'sApp (19) 3232.7518. Fonte: XXV Congresso CBNA Pet Serviço:
XXV Congresso CBNA Pet
Data: 13 e 14 de maio de 2026 
Local: Distrito Anhembi 
Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo, SP
Informações: https://www.pet.cbna.com.br  
Telefone/What'sApp: (19) 3232.7518
E-mail: cbna@cbna.com.br
  Assessoria de Imprensa: 
Márcia Midori
(19) 9 9712.3224
E-mail: agronoticia@gmail.com 

Acordo entre União Europeia e Mercosul pode influenciar o mercado de alimentos para pets
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Acordo entre União Europeia e Mercosul pode influenciar o mercado de alimentos para pets

O acordo comercial firmado entre a União Europeia e os países do Mercosul — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai — pode gerar reflexos importantes para a cadeia de alimentos para pets, mesmo sem trazer dispositivos específicos voltados ao setor. 
  A explicação está no alcance das regras comerciais sobre produtos agropecuários e ingredientes de origem animal, amplamente utilizados na produção de rações e alimentos completos para cães e gatos.

Enquanto o Mercosul se destaca como grande exportador de matérias-primas agrícolas, a União Europeia reúne tanto fabricantes relevantes quanto um mercado consumidor estratégico para produtos de maior valor agregado. 
  A proposta do acordo é reduzir tarifas e ampliar o acesso aos mercados entre os dois blocos, o que pode beneficiar diferentes etapas da cadeia produtiva.   O que prevê o acordo entre União Europeia e Mercosul
Após cerca de 20 anos de negociações, representantes dos dois blocos chegaram a um acordo político em dezembro de 2024. 
  Em setembro de 2025, a Comissão Europeia aprovou dois instrumentos jurídicos paralelos: o Acordo de Parceria União Europeia–Mercosul e um Acordo Comercial Interino.
  Ambos foram assinados em janeiro deste ano e agora seguem para etapas internas de ratificação e definição de cronogramas, que vão determinar quando e como as medidas previstas passam a valer na prática.   Classificação aduaneira define o impacto para o setor pet
Mesmo sem citar diretamente alimentos para cães e gatos, o acordo pode afetar o setor por meio das regras de classificação utilizadas no comércio internacional. 
  Os compromissos tarifários costumam ser organizados com base no Sistema Harmonizado (SH), que agrupa mercadorias por códigos técnicos.
  No caso dos alimentos completos para cães e gatos destinados ao varejo, a classificação utilizada é o código SH 2309.10, correspondente a alimentos para cães ou gatos preparados para venda direta ao consumidor. 
  Caso as listas tarifárias do acordo incluam esse código, os produtos de pet food passam automaticamente a ser contemplados.   Ingredientes e matérias-primas também entram na equação
O mesmo princípio vale para ingredientes usados na fabricação de alimentos para pets, enquadrados em outros códigos ligados à alimentação animal e à produção agropecuária. 
  Assim, o acordo pode influenciar tanto a exportação de produtos acabados quanto o fornecimento e o custo das matérias-primas.
  Na prática, os efeitos variam conforme o tratamento dado a cada linha tarifária, os prazos de implementação e fatores como logística, variação cambial e exigências regulatórias.
  Exigências sanitárias seguem obrigatórias no comércio com a União Europeia
Apesar da possível redução de tarifas, o acordo não altera os padrões sanitários da União Europeia. 
  Alimentos para pets continuam obrigados a cumprir integralmente as exigências relacionadas à saúde animal, segurança dos produtos e rastreabilidade.
  O que pode ocorrer é a padronização ou o reconhecimento de determinados procedimentos, tornando o processo comercial mais previsível, sem flexibilizar os critérios de controle.
  Impactos dependem da implementação do acordo
Para a indústria de alimentos para pets, os impactos concretos do acordo entre União Europeia e Mercosul dependem das definições finais sobre tarifas, do calendário de entrada em vigor e da capacidade das empresas de atender às exigências regulatórias.
  Mesmo sem regras específicas para o setor pet, o acordo mostra como políticas comerciais podem influenciar o mercado de forma indireta, por meio das normas aplicáveis ao comércio agrícola como um todo.   FAQ sobre Acordo União Europeia–Mercosul e alimentos para pets
O acordo cita diretamente alimentos para cães e gatos?
Não. O impacto ocorre de forma indireta, por meio das regras de classificação aduaneira.
  Produtos brasileiros de pet food podem ser beneficiados?
Sim, dependendo da redução de tarifas aplicada aos códigos que incluem alimentos para pets.
  As exigências sanitárias europeias mudam com o acordo?
Não. As regras de segurança, saúde animal e rastreabilidade continuam obrigatórias. Fonte: Cães & Gatos

Smart Pet Food Production: Da Escala de P&D ao Custo Total de Propriedade e operações
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Smart Pet Food Production: Da Escala de P&D ao Custo Total de Propriedade e operações

Reunindo fornecedores de tecnologia líderes e especialistas de toda a cadeia de valor do mercado pet food, o seminário de meio dia oferecerá insights práticos sobre inovação, escalonamento industrial, otimização de processos e eficiência de custos, tanto para fabricantes de alimentos úmidos quanto secos.   Enfrentando os Desafios Atuais de Produção    À medida que o mercado global de alimentos para pets continua a se expandir e evoluir, os fabricantes enfrentam uma pressão crescente para inovar, mantendo eficiência e lucratividade. Este evento foi criado para fornecer conhecimento prático sobre:
  Prototipagem e ampliação de novas formulações Tecnologias inovadoras para snacks e produtos especiais Engenharia e controle de plantas para produção de alimentos úmidos e secos Otimização do custo total de propriedade (TCO)   Programação conduzida por Especialistas   O programa da tarde começa com um café de boas-vindas às 13h45, seguido por apresentações técnicas a partir das 14h30.
  As principais sessões incluem:
  Abertura e Introdução: Gael Seguin (Clevertech) e Torsten Trampe (JRS)
  Prototipagem e Escalonamento: Carolin Bohlke (Miavit) e Astrid Bosse (JRS)
  Tecnologias Inovadoras na Preparação de snacks e especialidades: Lars Heymer (Karl Schnell) e Stefan Irmscher (REICH Thermoprozesstechnik GmbH)
  Engenharia e Controle de Plantas na produção de Alimentos Úmidos e Secos: William McBride (ANDRITZ) e Gael Seguin (Clevertech)
  Custo Total de Propriedade para operações de alimentos úmidos e secos:  William McBride (ANDRITZ) e Inigo Pardo (JBT Marel)
  O evento será encerrado com uma sessão de perguntas e respostas, seguida por uma recepção de networking com aperitivos às 18h.   Vagas Limitadas Disponíveis   A participação é gratuita; no entanto, a participação é limitada a 300 participantes. Recomenda-se inscrição antecipada.
  Inscreva-se agora pela página oficial do evento: https://www.petfoodcompetencenet.com/events/   Conheça a Rede no Interzoo   A Pet Food Competence Network também estará presente na Interzoo, no Hall 7A – Estande 515, oferecendo aos participantes a oportunidade de dar continuidade às discussões e explorar oportunidades de colaboração. Fonte: Pet Food Competence Network
Sobre a Pet Food Competence Network (PFCN)
A Pet Food Competence Network reúne 11 empresas líderes com sólida expertise em toda a cadeia de produção de alimentos para pets. Com mais de 1.000 anos de experiência combinada no setor, a rede apoia fabricantes em todo o mundo por meio de soluções integradas que abrangem P&D, tecnologias de processamento, engenharia e otimização de plantas.

Argentina 2026: um mercado pet food que compete por valor, não por volume 
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Argentina 2026: um mercado pet food que compete por valor, não por volume 

O mercado argentino da indústria pet food chega a 2026 com um cenário mais claro do que nos dois anos anteriores. A expansão acelerada de 2021–2022 ficou para trás, o forte ajuste de 2023–2024 obrigou a reorganizar hábitos de consumo e estruturas de preço, e 2025 deixou um sinal-chave para projetar o que vem a seguir: a recuperação existe, mas é gradual e seletiva. O piso do mercado é mais alto do que no período pré-pandemia, embora as regras do jogo já não sejam as mesmas.   
Neste novo contexto, 2026 não se projeta como um ano de crescimento em volume. Segundo os dados do Estudo de Mercado Pet Food na Argentina 2025–2026, realizado pela All Pet Food Market Insights, o consumo por pet tende a se estabilizar, enquanto o valor por quilo começa a ganhar maior relevância na equação do negócio. Não se trata apenas de preços mais altos, mas de uma mudança mais profunda na forma de consumir: compras mais racionais, maior segmentação e decisões mais conscientes por parte dos tutores. Para as empresas, o desafio deixa de ser 'vender mais' e passa a ser 'vender melhor'.    Menos quilos, mais estratégia: como o crescimento se define em 2026    A primeira expectativa clara para 2026 é que o crescimento será definido pela estratégia, e não pela escala. O mercado mostra sinais de polarização: enquanto alguns segmentos sustentam volume, outros concentram valor e ditam o ritmo da rentabilidade. Nesse cenário, determinadas categorias e espécies começam a ganhar maior peso estratégico dentro do mix, impulsionando novas decisões de portfólio.    Esse contexto obriga a repensar como a oferta é construída. As marcas que melhor se posicionarem em 2026 serão aquelas capazes de equilibrar volume defensivo com propostas de maior valor, sem perder coerência de marca nem clareza comercial. A segmentação deixa de ser um recurso tático e passa a ocupar um lugar central na estratégia de negócio.    Preço, claims e canal: as decisões que definem a margem      Outra leitura deixada pelo último ano completo é que o preço já não pode ser analisado de forma isolada. O mercado evidencia uma crescente dispersão de preços e propostas, na qual o valor é construído a partir de múltiplas variáveis que interagem entre si: posicionamento, linguagem de marca, formato e canal.    Nesse sentido, o papel dos claims e do canal ganha importância crescente. Cada canal constrói uma promessa distinta e condiciona tanto a percepção quanto a disposição a pagar do consumidor. Para 2026, essas diferenças deixam de ser meramente descritivas e passam a se tornar decisões estratégicas que impactam diretamente a margem e a competitividade.    Um mercado mais exigente, não menor    A leitura para 2026 é clara: o mercado argentino de pet food não está encolhendo, mas se tornando mais exigente. O foco crescente no mercado interno, a maior atenção ao preço e a evolução do consumidor obrigam as empresas a ajustar decisões que antes podiam ser postergadas.    Nesse cenário, a vantagem competitiva não está em reagir, mas em antecipar. Entender como o consumo se reconfigura, onde o valor é construído e quais variáveis pesam mais em cada decisão torna-se essencial para sustentar margem e participação.    Conclusão    De olho em 2026, crescer não será apenas uma questão de volume. Será, cada vez mais, uma questão de ler corretamente o mercado e decidir com base em informação. O mercado pet food argentino deixa uma certeza e várias perguntas em aberto. A certeza é que o cenário mudou: já não basta crescer por inércia nem replicar estratégias do passado. As perguntas, por outro lado, começam a definir o futuro: onde é possível capturar valor, quais segmentos sustentarão margem, quais decisões de preço e canal serão mais eficazes e como interpretar um consumidor que ajusta, compara e escolhe com maior critério. Em um mercado que se torna mais exigente, a diferença não será marcada por quem tem mais informação, mas por quem consegue interpretá-la melhor.    Acesse o Estudo de Mercado Pet Food na Argentina 2025–2026  Fonte: All Pet Food Market Insights, a plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food. 

O mercado pet food no Brasil: o que os dados mostram além do volume
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O mercado pet food no Brasil: o que os dados mostram além do volume

Longe de ser uma má notícia, esse cenário abre uma conversa mais interessante: como evolui um grande mercado quando deixa para trás as altas taxas de crescimento e entra em uma etapa de consolidação.   Produção: alto volume, crescimento contido  
Em 2024, o Brasil produziu cerca de 4 milhões de toneladas de alimentos para pets, posicionando-se como o segundo maior produtor mundial. O dado relevante não é apenas o volume, mas a variação: uma leve retração de –0,6% em relação a 2023, a primeira queda registrada em mais de uma década.   Mais do que um sinal de alerta, esse ajuste parece responder a um mercado com alta capacidade instalada, no qual a expansão já não depende apenas de produzir mais, mas de como e para quem se produz. A demanda potencial existe — as estimativas indicam que o mercado poderia dobrar de tamanho caso a penetração do alimento comercial fosse total —, mas o crescimento em toneladas começa a mostrar limites típicos de um mercado consolidado.   Consumo: o Brasil segue ditando o ritmo regional
    Enquanto a produção mostra sinais de estabilização, o consumo oferece uma leitura complementar do mercado. Em 2024, o Brasil concentrou aproximadamente 3,99 milhões de toneladas de consumo de pet food, muito acima dos demais países da região. México e Argentina aparecem bem atrás, com 1,6 milhão e 1,07 milhão de toneladas, respectivamente.   Essa liderança sustentada no consumo confirma o Brasil como o mercado âncora da América Latina, não apenas por sua capacidade produtiva, mas por uma base sólida de demanda interna, impulsionada por uma numerosa população de pets e por uma maior adoção de alimentos balanceados.   Ao observar a evolução entre 2021 e 2024, a tendência é clara: crescimento acumulado, porém cada vez mais gradual. Um padrão típico de mercados que atingiram certo nível de maturidade.   Estrutura industrial: poucos atores, grande peso   Outro traço distintivo do mercado brasileiro é sua elevada concentração produtiva. Embora existam cerca de 180 indústrias produtoras de pet food legalmente estabelecidas, aproximadamente 12 empresas concentram cerca de 80% da produção total.   Esse nível de concentração configura um cenário competitivo particular: um núcleo reduzido de grandes players com forte capacidade de investimento e escala, acompanhado por um amplo ecossistema de distribuidores, comércios e serviços que completam a cadeia.   Sob uma ótica estratégica, entender quem produz, quanto produz e a partir de onde produz deixa de ser um dado acessório e passa a ser uma peça-chave para fornecedores, equipes comerciais e áreas de desenvolvimento de negócios.   Esse tipo de leitura estrutural, que raramente está disponível de forma organizada, é um dos eixos abordados pelo Pet Food Market Performance Report LATAM + Spain, o primeiro estudo disponível dentro do All Pet Food Market Insights, a nova plataforma de inteligência de mercado da All Pet Food.   Acesse o relatório agora   Exportações: Brasil como hub regional   Para além do mercado interno, o Brasil reforça seu papel estratégico por meio do comércio exterior. Em 2024, as exportações do setor pet alcançaram um valor recorde de USD 580,6 milhões, dos quais cerca de USD 500 milhões corresponderam a pet food, com um crescimento próximo de 30% em relação ao ano anterior.   Em termos de volume, as exportações de alimentos para cães e gatos superaram 74.500 toneladas, com tendência de crescimento. Os principais destinos incluem países da região e mercados extrarregionais, o que posiciona o Brasil como um hub exportador cada vez mais relevante.   As importações, por outro lado, cresceram fortemente em termos percentuais (+64%), mas seguem sendo marginais em volume e valor, confirmando que o Brasil exporta muito mais pet food do que importa.   Crescimento e valor: menos volume, mais estratégia     Ao ampliar a análise para o valor de mercado, o cenário muda novamente de escala. As projeções indicam que o mercado brasileiro de pet food pode alcançar USD 9,3 bilhões em 2025 e chegar a cerca de USD 13,7 bilhões em 2030, com uma taxa de crescimento anual composta próxima de 8%.   Os motores já não estão apenas no volume, mas na humanização dos pets, na premiumização dos produtos e na expansão do canal digital. Nesse contexto, crescer não significa produzir mais toneladas, mas capturar mais valor por unidade.   Ler o mercado além dos títulos   O Brasil não deixou de crescer. O que mudou foi a forma. O mercado pet food brasileiro parece ter entrado em uma fase em que a leitura estratégica pesa mais do que a expansão automática. Compreender essas dinâmicas exige dados históricos, comparáveis e estruturados, que permitam distinguir entre conjuntura e tendência.   Com esse objetivo nasce o All Pet Food Market Insights, uma plataforma desenhada para transformar dados do setor em inteligência de mercado acionável. Seu primeiro estudo, o Pet Food Market Performance Report LATAM + Spain (2021–2024), integra produção, consumo, população de pets, estrutura industrial e comércio exterior em um dashboard interativo com relatórios para download.   Em mercados grandes e maduros como o brasileiro, contar com esse tipo de ferramenta já não é um diferencial: é uma condição necessária para tomar decisões informadas e sustentar o crescimento no longo prazo.   Conheça a demo e acesse o relatório Fonte: All Pet Food