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Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?
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Mentalidade do consumidor global em 2026: onde o pet food entra nessa equação?

A volatilidade econômica deixou de ser algo passageiro e passou a fazer parte do cotidiano dos consumidores em todo o mundo.
  Mesmo sem se sentirem mais otimistas em relação à economia ou às próprias finanças, as pessoas aprenderam a conviver com esse cenário e ajustaram a forma como pensam e decidem suas compras. É o que revela uma pesquisa global da NielsenIQ (NIQ).
  Os dados mais recentes foram coletados em julho de 2025 e reapresentados no fim do ano. Ainda assim, ajudam a entender o comportamento do consumidor no início de 2026 — inclusive no que diz respeito ao mercado pet.   Preocupações globais ainda pesam no bolso
Entre os principais fatores que impactam o consumo, o aumento no preço dos alimentos continua liderando a lista, citado por 29% dos entrevistados. 
  Embora esse percentual tenha caído levemente em relação ao ano anterior, o tema segue longe de ser resolvido.
  Outro ponto que ganhou força foi a preocupação com conflitos globais, crises e guerras, mencionada por 23% dos consumidores — um aumento significativo em apenas 12 meses. 
  A tendência é que esse número seja ainda maior diante do atual cenário geopolítico.   Brasil mostra baixo otimismo financeiro
Um dado que chama atenção é o nível de otimismo financeiro nos principais mercados de pet food. 
  Em meados de 2025, países considerados grandes consumidores de alimentos para pets, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Japão, registraram queda expressiva no otimismo.
  No Brasil, apesar de ser um dos maiores mercados de pet food do mundo, o índice de consumidores otimistas foi de apenas 0,5%, indicando cautela extrema no consumo e reforçando a necessidade de escolhas mais conscientes.   Gastos com alimentação pet seguem estáveis
Mesmo com preços ainda elevados em diversas categorias, a inflação no segmento de pet food apresentou comportamento mais controlado. 
  Até junho de 2025, os preços globais de alimentos para pets subiram apenas 0,5% em relação ao ano anterior, enquanto o volume de vendas cresceu 0,7%.
  Esse desempenho indica que, para muitos tutores, a alimentação e os cuidados com os animais continuam sendo vistos como gastos essenciais, ao lado de itens como moradia, saúde e educação.
  Ainda assim, a pesquisa aponta que os consumidores pretendiam gastar cerca de 1% menos com cuidados pet, o que pode refletir tanto uma leve redução no consumo quanto a expectativa de estabilidade nos preços.
  Outro movimento relevante identificado pela NielsenIQ é a mudança nas estratégias de economia. Caiu a intenção de trocar marcas por opções mais baratas ou comprar apenas itens em promoção. 
  Em contrapartida, cresce a valorização de produtos que entregam, ao mesmo tempo, preço justo, qualidade e alinhamento com valores do consumidor.
  O relatório resume esse comportamento de forma clara: 'cada compra precisa justificar seu lugar'. 
  Simplicidade, clareza de benefícios e propostas mais objetivas tendem a se destacar em um cenário de fadiga mental e excesso de opções.
  Para marcas de pet food, o recado é direto: oferecer valor real, comunicação clara e soluções práticas será decisivo para conquistar e manter o consumidor em 2026.   FAQ sobre tendências de mercado de pet food em 2026
O consumidor pretende reduzir gastos com alimentação pet em 2026?
A redução é pequena e pode estar mais ligada à expectativa de estabilidade de preços do que a cortes significativos.
  O pet food é considerado um gasto essencial?
Sim. A categoria aparece junto a itens considerados 'não negociáveis', como saúde e moradia.
  O que influencia a decisão de compra no mercado pet atualmente?
Produtos que combinam qualidade, preço equilibrado e valores claros, com comunicação simples e objetiva.

  Fonte: Cães & Gatos

Mercado pet no Brasil: mudanças recentes e o potencial da Inteligência Artificial
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Mercado pet no Brasil: mudanças recentes e o potencial da Inteligência Artificial

Por Ludmila Barbi T. Bomcompagni

Mas por trás desses avanços também existem desafios. O setor lida com uma série de fatores estruturais que dificultam a competitividade, desde a complexa burocracia regulatória até o peso da carga tributária. Some-se a isso as questões logísticas de um país continental, onde o custo de transporte e distribuição impacta diretamente no preço final dos produtos.
  Nos últimos meses, vimos um sinal claro de como o ambiente pode ser desafiador. Um importante player internacional decidiu encerrar suas operações de fabricação de alimentos pet no Brasil. A decisão repercutiu entre profissionais, fornecedores e clientes, gerando debates: como uma empresa global, com ampla expertise e recursos, não conseguiu manter-se em um mercado tão promissor?
  A resposta passa por entender que o Brasil é, ao mesmo tempo, um oceano de oportunidades e um terreno de barreiras. O consumidor brasileiro é exigente, atento a novidades e disposto a investir mais em bem-estar animal. Por outro lado, o ambiente de negócios impõe custos elevados. Os alimentos para pets, por exemplo, estão entre os mais tributados do setor de consumo, chegando a níveis que, em muitos casos, superam a carga de produtos destinados a humanos. Essa distorção impacta toda a cadeia: da compra de matérias-primas até a formulação de produtos competitivos, acessíveis e inovadores.
  Nesse contexto, cresce a importância da inovação aliada à inteligência estratégica. Não basta ter capital ou tradição: é preciso adaptar-se, encontrar novas rotas de crescimento e compreender profundamente a dinâmica do consumidor brasileiro. É nesse cenário que a inteligência artificial (IA) ganha espaço como uma ferramenta transformadora.   O papel da inteligência artificial no setor pet   A inteligência artificial não é um modismo passageiro. Trata-se de uma tecnologia capaz de ampliar a capacidade humana de analisar informações, simular cenários e tomar decisões mais precisas. No setor de nutrição animal, seu impacto pode ser particularmente relevante em diversas frentes:
  Pesquisa de matérias-primas alternativas: algoritmos de IA conseguem vasculhar bases de dados globais, cruzar informações de composição nutricional e disponibilidade logística, e indicar opções sustentáveis e mais econômicas. O que antes poderia levar meses de estudo manual, hoje pode ser alcançado em dias, com alta precisão.
  Otimização de custos de formulação: diante da oscilação constante no preço dos insumos, ferramentas inteligentes permitem simular combinações de ingredientes, ajustando formulações sem comprometer a qualidade nutricional. Dessa forma, empresas conseguem manter margens equilibradas e oferecer preços competitivos.
  Monitoramento regulatório e tributário: a legislação brasileira está em constante evolução, e acompanhar suas mudanças é um desafio permanente. Sistemas de IA podem mapear riscos regulatórios, acompanhar novas normas em tempo real e sugerir adequações de forma proativa.
  Análise de tendências de consumo: o comportamento dos tutores de pets é cada vez mais digitalizado. Ferramentas de machine learning conseguem interpretar sinais de consumo em redes sociais, e-commerces e pesquisas de mercado, oferecendo insights sobre preferências emergentes, como produtos naturais, livres de grãos ou enriquecidos com funcionalidades específicas.
  Gestão da cadeia de suprimentos: ao integrar dados de fornecedores, estoques e transporte, a IA ajuda a reduzir desperdícios, otimizar rotas de distribuição e prever gargalos logísticos. Isso é crucial em um país onde a logística é um dos principais fatores de custo.   O papel insubstituível dos formuladores e pesquisadores   Apesar de todo esse potencial, é essencial reforçar que a inteligência artificial não substitui a inteligência humana. Formuladores, pesquisadores e profissionais da indústria são o coração do setor de nutrição pet. São eles que transformam dados em soluções concretas, aplicam senso crítico, consideram variáveis práticas e avaliam a viabilidade real de cada inovação.
  A IA deve ser vista como uma parceira estratégica desses profissionais. Ela assume parte das tarefas repetitivas e analíticas, liberando tempo e energia para que os especialistas se concentrem no que realmente importa: desenvolver produtos inovadores, nutritivos, seguros e alinhados às expectativas do mercado.
  É nesse ponto que se revela o maior valor da tecnologia: potencializar o trabalho humano, e não substituí-lo. Os melhores resultados virão da integração entre conhecimento técnico, sensibilidade de mercado e ferramentas digitais de ponta.   O desafio tributário e a competitividade do setor   Não se pode falar em futuro do mercado pet no Brasil sem abordar a questão tributária. Atualmente, a carga de impostos sobre rações e alimentos para animais de estimação é significativamente mais alta do que a aplicada em alimentos humanos. Essa diferença impacta a competitividade das empresas brasileiras, limita a capacidade de exportação e, em muitos casos, encarece o acesso do consumidor a produtos de melhor qualidade.
  A distorção tributária também gera desigualdade no mercado interno. Empresas que conseguem absorver parte desses custos se fortalecem, enquanto pequenos e médios produtores enfrentam dificuldades em competir. A inovação tecnológica pode ajudar a reduzir custos produtivos, mas uma agenda de revisão fiscal será crucial para que o setor se consolide de forma sustentável.   O futuro: adaptação e inovação contínua   Diante de todos esses fatores, fica claro que o setor pet no Brasil está em um momento de transição. A saída de grandes players internacionais mostra que capital financeiro e experiência global não bastam. O sucesso depende da capacidade de adaptação local, inovação contínua e uso estratégico da tecnologia.
  As empresas que prosperarem serão aquelas que conseguirem unir três pilares:
  Profundidade técnica, com formuladores e pesquisadores preparados para interpretar dados e criar soluções inovadoras. Adoção inteligente de tecnologia, incorporando IA e outras ferramentas digitais para otimizar processos e reduzir custos. Visão de mercado e consumidor, compreendendo que o tutor brasileiro é exigente, valoriza qualidade e está disposto a investir mais em bem-estar animal.   Conclusão   O mercado pet no Brasil vive um momento decisivo. As mudanças recentes mostram que tradição ou porte global não são garantias de permanência. Para prosperar, é necessário unir o talento dos formuladores, a sensibilidade dos pesquisadores e as ferramentas que a tecnologia oferece. Nesse cenário, a inteligência artificial surge não como substituta, mas como parceira estratégica, capaz de ampliar a capacidade humana de inovar e encontrar soluções viáveis. O futuro do setor pertencerá a quem souber equilibrar ciência, tecnologia e compreensão profunda do consumidor.
  Por Ludmila Barbi Trindade Bomcompagni
Fonte: All Pet Food Magazine

Mercado de micoproteína para pet food deve ultrapassar US$1,12 bilhão até 2033
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Mercado de micoproteína para pet food deve ultrapassar US$1,12 bilhão até 2033

O mercado global de ingredientes de micoproteína para alimentos destinados a pets deve registrar um crescimento expressivo nos próximos anos. 
  Segundo relatório da consultoria Research Intelo, o setor foi avaliado em US$420 milhões em 2024 e tem projeção de alcançar US$1,12 bilhão até 2033, com uma taxa de crescimento anual composta de 11,2% ao longo do período.
  De acordo com o estudo, esse avanço é impulsionado principalmente pela crescente demanda por alternativas sustentáveis, ricas em proteína e consideradas mais amigáveis para animais com sensibilidades alimentares. 
  Tutores estão cada vez mais atentos à saúde de cães e gatos e também ao impacto ambiental das escolhas nutricionais, o que favorece a adoção de proteínas alternativas na formulação de pet food.
  A micoproteína é um ingrediente obtido por meio de processos de fermentação e se destaca por apresentar alto teor proteico, baixo teor de gordura e ausência de colesterol. 
  Essas características a tornam atrativa para aplicações na alimentação animal, especialmente em dietas que buscam equilibrar nutrição, digestibilidade e menor impacto ambiental.
  O relatório aponta que a conscientização dos consumidores sobre os impactos ambientais das proteínas de origem animal tradicionais também tem papel central nesse crescimento. 
  A produção de micoproteína gera uma pegada de carbono significativamente menor quando comparada à carne convencional, fator que vem pressionando a indústria a explorar fontes proteicas alternativas.
  Outro elemento relevante é a tendência de humanização dos pets. Segundo a Research Intelo, muitos tutores procuram para seus animais opções alimentares semelhantes às que escolhem para si mesmos: nutritivas, funcionais e sustentáveis. 
  Essa mudança de comportamento fortalece o posicionamento da micoproteína como ingrediente alinhado às novas expectativas do mercado.
  Além disso, o ambiente regulatório mais favorável para ingredientes inovadores na nutrição animal tem contribuído para a expansão do setor. 
  Em diversos mercados, há maior abertura para o uso de novas fontes proteicas em alimentos para pets, desde que atendam aos critérios de segurança e adequação nutricional.
  Apesar das perspectivas positivas, o estudo também aponta desafios. Entre eles estão os custos elevados de produção e a limitação do conhecimento do consumidor em algumas regiões. 
  A incorporação da micoproteína às dietas de cães e gatos exige formulações cuidadosas para garantir que todas as necessidades nutricionais sejam atendidas de forma adequada.
  Por outro lado, avanços tecnológicos têm ajudado a reduzir parte dessas barreiras. Melhorias nos processos de fermentação e bioprocessamento aumentaram o rendimento, a consistência e a retenção de nutrientes da micoproteína, tornando sua aplicação mais viável em escala industrial.   FAQ sobre micoproteína na alimentação de pets
O que é micoproteína e por que ela está ganhando espaço no pet food?
É uma proteína obtida por fermentação, rica em nutrientes e com menor impacto ambiental, alinhada às novas demandas dos tutores.
  Quais são os principais benefícios da micoproteína para cães e gatos?
Alto teor de proteína, baixo teor de gordura, ausência de colesterol e potencial uso em dietas mais sustentáveis.
  Quais desafios ainda limitam a expansão desse mercado?
Custos de produção elevados, necessidade de formulações nutricionais precisas e menor conhecimento do consumidor em alguns mercados.

  Fonte: Cães & Gatos

Kemin unifica América Latina, amplia estrutura regional, anuncia 46 novas contratações e Brasil se torna eixo estratégico
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Kemin unifica América Latina, amplia estrutura regional, anuncia 46 novas contratações e Brasil se torna eixo estratégico

O Brasil passa a liderar a nova estratégia da Kemin na América Latina. A partir de janeiro, a companhia unifica as operações do México, América Central e América do Sul sob uma única estrutura regional, com o país assumindo um papel central como plataforma de liderança, inovação e expansão. A reconfiguração marca um novo ciclo de crescimento da empresa na região e é acompanhada pela abertura de 46 novas posições, distribuídas por diferentes países latino-americanos.
  Segundo Rubens Castro, presidente da unidade de Saúde e Nutrição Animal da Kemin na América do Sul, a decisão reflete uma visão clara de futuro para a companhia.

'A decisão nasce de uma visão clara de futuro para a Kemin. Entendemos que essa configuração amplia nossa capacidade competitiva, promove maior alinhamento estratégico e acelera a captura de oportunidades de mercado.'
  A integração regional foi guiada por três pilares principais: maior sinergia estratégica com foco no cliente, eficiência operacional com mais velocidade de decisão e a construção de uma plataforma sólida para crescimento sustentável de longo prazo.   Brasil como hub de liderança e inovação   O protagonismo do Brasil nessa nova configuração vai além do peso econômico. O país concentra a operação mais completa da Kemin na região, reunindo plantas produtivas, centros de inovação, equipes técnicas e comerciais experientes, além de uma presença consolidada junto aos principais clientes.
  De acordo com Castro, 'essa centralidade não vem apenas da dimensão econômica do país, mas da combinação de fatores estruturais, operacionais e de liderança que fortalecem a região como um todo'.

Ele reforça que 'o Brasil representa a maior economia da América Latina e concentra uma parte significativa do nosso volume de negócios. Sua escala, diversidade de segmentos e presença consolidada da Kemin tornam o país um polo natural para liderar iniciativas regionais e acelerar o crescimento integrado em todas as geografias'.
  Além disso, a estrutura brasileira funciona como uma plataforma para apoiar a expansão no México e na América Central, promovendo o compartilhamento de tecnologia, conhecimento e melhores práticas. 'Essa base sólida permite que o país sirva como plataforma para apoiar a expansão no México e na América Central, compartilhando tecnologia, conhecimento e melhores práticas', destaca o presidente.   Impacto direto no crescimento das Unidades de Negócios   Com uma liderança única e uma região mais coesa, a Kemin passa a alinhar estratégias comerciais de forma mais coordenada, ampliando a presença das Unidades de Negócios nos diferentes países da América Latina.
  Para Castro, a nova estrutura cria condições concretas para acelerar resultados. 'Com uma liderança única e uma região mais coesa, conseguimos alinhar estratégias comerciais, priorizar mercados e ampliar a presença das Unidades de Negócios nos países de maneira mais coordenada. Isso significa mais oportunidades de cross-selling, expansão de portfólio e entrada em novos segmentos, apoiados por uma visão regional clara e integrada.'
  A integração também traz ganhos operacionais importantes, como maior velocidade no lançamento de produtos, melhor acesso a dados e inteligência de mercado e otimização de recursos. 'Essa escala permite que as Unidades de Negócios foquem no que realmente importa: desenvolver soluções diferenciadas e crescer com sustentabilidade', afirma.   Meta ambiciosa: dobrar de tamanho em três anos   Com a região agora operando de forma integrada, a expectativa da Kemin é crescer acima da média dos mercados em que atua. O fortalecimento da presença comercial e a ampliação do portfólio são apontados como pilares desse avanço.
  Castro destaca que o olhar da companhia para a América Latina será ainda mais estratégico nos próximos anos. 'O nosso objetivo é dobrar de tamanho em três anos. A Kemin Industries terá um olhar especial para a região, passando por investimentos significativos como novas plantas, novos laboratórios, expansão de capacidade e pessoas.'   46 novas vagas reforçam presença regional   Para sustentar esse crescimento, a Kemin anunciou a abertura de 46 novas posições na América Latina, sendo cerca de 70% das vagas voltadas à área Comercial. As oportunidades estarão distribuídas por Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Equador, México e América Central.
  Segundo Giseli Delacqua, diretora de Recursos Humanos da Kemin América do Sul, o movimento representa um passo estratégico essencial para o futuro da companhia na região.

'A abertura de 46 novas posições pela Kemin na América Latina representa um passo estratégico fundamental para sustentar o crescimento acelerado da companhia na região. Esse movimento reforça o compromisso da empresa em ampliar sua presença nos mercados latino-americanos, especialmente após a integração das operações do México e América do Sul sob uma mesma estrutura regional.'
  O foco maior na área Comercial está diretamente ligado à estratégia de proximidade com o mercado. 'Estamos direcionando a maior parte dessas novas posições para a área Comercial para fortalecer a nossa presença no mercado, especialmente em regiões onde temos pouca penetração e representatividade', explica Giseli.

Ela complementa: 'Teremos mais recursos para estarmos mais próximos dos nossos clientes e parceiros locais e isso nos ajudará a responder de forma mais ágil às demandas do mercado, aumentando a capacidade de inovação.'   Pessoas, propósito e valores no centro da estratégia   Além do crescimento do time, a Kemin reforça que busca profissionais alinhados a seus valores e propósito.
  Para Giseli Delacqua, a expansão do quadro está diretamente conectada à cultura da companhia.

'Aqui na Kemin, tudo o que fazemos importa. Importa para as pessoas, para os nossos clientes, para os nossos parceiros, para a sociedade. Nós nos esforçamos para transformar de forma sustentável a qualidade de vida de 80% da população mundial todos os dias com nossos produtos e serviços.'
  Ela destaca que os valores da empresa, trabalho em equipe, integridade, paixão, liderança servidora e segurança, norteiam o perfil buscado. 'É esse perfil que buscamos em nossos candidatos. Pessoas que são apaixonadas pelo que fazem.'   Mais proximidade com clientes e parceiros   A nova estrutura regional também impacta diretamente a relação com clientes e parceiros, ampliando o suporte técnico e comercial e fortalecendo a integração entre equipes.
  Com processos mais harmonizados, maior coordenação regional e uma gestão clara de prioridades, a Kemin espera oferecer respostas mais rápidas, maior previsibilidade e operações mais eficientes, reforçando relações de confiança e colaboração de longo prazo em toda a América Latina.

  Fonte: Presente Rural

Indústria nacional de pet food ganha espaço no Japão ao exportar insumos
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Indústria nacional de pet food ganha espaço no Japão ao exportar insumos

A indústria nacional de pet food avançou nas negociações no Exterior com a abertura do mercado do Japão para importar insumos utilizados em rações e petiscos.
  O anúncio, feito conjuntamente pelos governos brasileiro e japonês, reforça a posição do Brasil como parceiro estratégico em abastecimento agropecuário.
  Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Gov, o Japão já figura entre os principais destinos das exportações agrícolas brasileiras, ocupando o sétimo lugar em 2024.
  No período, foram registrados US$ 3,3 bilhões (cerca de R$ 17,52 bilhões) em vendas. Apenas entre janeiro e julho de 2025, esse volume chegou a US$ 1,8 bilhão (aproximadamente R$ 9,56 bilhões).
  A entrada das gorduras animais, como de aves, suínos e bovinos, nesse portfólio amplia o alcance brasileiro dentro da cadeia de nutrição animal, indo além de produtos tradicionais como grãos e carnes.
  Panorama do mercado de pet food do Japão
Atualmente, o mercado pet do Japão figura entre os dez maiores do mundo e segue em expansão. Estima-se que a receita do segmento de pet food alcance US$ 4,77 bilhões (R$ 26,2 bilhões) em 2025.
  Esse desempenho reflete uma característica peculiar do país.
  O Japão é a única nação onde o número de animais de estimação supera o de crianças.
  Segundo a Japan Pet Food Association, há cerca de 20 milhões de cães e gatos por lá, enquanto a população com menos de 16 anos gira em torno de 17 milhões.
  O setor investe em alimentos funcionais, produtos premium e tecnologias voltadas ao bem-estar animal. Como resultado, o segmento de pet food tornou-se o mais consolidado e lucrativo do país.
  FAQ sobre abertura do mercado japonês para indústria nacional pet food
O que mudou para a indústria brasileira?
A permissão para exportação de gorduras animais amplia a participação do Brasil na cadeia de nutrição pet do Japão.
  Por que o Japão é um mercado relevante para o setor?
O país tem um dos maiores mercados pet do mundo, com forte demanda por produtos premium, funcionais e de alto valor agregado.
  Qual o tamanho estimado do mercado japonês de pet food em 2025?
A expectativa é que o segmento alcance cerca de US$ 4,77 bilhões em receitas.

  Fonte: Cães e Gatos